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Uma Mulher Para Amar - Carol Grace

Uma Mulher Para Amar - Carol Grace

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1
Seduzida por um sheik...
 Anne Sheridan era a dama de honra no casamento de sua melhor amiga. Mas o perfume das flores a perturbou, e, depois de ter tomado várias doses deantialérgicos, Anne desfaleceu e acabou sendo carregada pelo atraente Rafik Harun. Imagine a surpresa dela ao acordar na cama do famoso sheik!Cavalheiro, Rafik não tirou vantagem da beldade adormecida que estava sobseus cuidados... Apesar de considerá-la a mulher mais desejável que jáconhecera. Quando ela acordou, porém, fez-lhe um ousado pedido: que elafingisse ser sua noiva, até que Rafik convencesse os pais de que preferiacontinuar solteiro. Ou até que a linda Anne encontrasse um lugar para Rafik emseu coração...
 
 
2
CAPÍTULO I
Era o mais lindo casamento do ano. O sol brilhava através dos vitrais daigreja no topo de Nob Hill, em San Francisco. O aroma de rosas enchia o ar. Aconsultora de casamentos, Carolyn Evans, caminhava pela nave da igreja a fimde se casar com o sheik Tarik Oman ao som da música de órgão que executava aMarcha Nupcial. Tratava-se de um espetáculo do qual ninguém jamais seesqueceria, em especial a dama de honra Anne Sheridan.Enquanto o noivo erguia o véu da noiva e beijava-a, não havia um olhoenxuto na primeira fila onde se sentava a família. Os olhos de Anne se encheramde lágrimas também. Mas não foi de emoção ou porque suas sandálias de sedacor-de-rosa que lhe apertavam os pés. Tratava-se de uma reação alérgica. En-quanto muitas pessoas eram alérgicas a grama e a árvores, Anne sabia, por tersido testada no último ano, que era alérgica a flores. Alérgica às peônias e líriosde seu buquê, às violetas colocadas na extremidade de cada fileira de bancos eaté aos arranjos de rosas do altar.Preparara-se para a cerimônia, evitando espirrar, pedindo ao médico que lhedesse uma dose extra de antialérgico, que tomaria uma hora antes da cerimônia.Sua garganta raspava e os olhos lacrimejavam. Precisava de outra pílula antes deir para a recepção na casa do noivo, que teria lugar no jardim da mansão.Incapacitada de conseguir um lenço de papel, apertou as pálpebras a fim deesconder as lágrimas e mordeu a língua. Agradeceu a Deus pelo fato dos olhosde todos estarem na noiva e ninguém veria seu óbvio embaraço.Porém uma pessoa viu. Um dos padrinhos do sheik, no altar, fitava-a, emvez de olhar para a noiva. Era um dos primos gêmeos do sheik Tarik, que elaconhecera na véspera, no ensaio para a cerimônia. Os dois rapazes eram muitoparecidos e ambos flertaram com todas as mulheres presentes, exceto ela. Annenão era o tipo de moça que atraía homens. Professora tímida, sentara-se bematrás para observar as festividades.Qualquer que fosse o gêmeo, não flertava agora, apenas a fitavaatentamente como se não pudesse acreditar que ela chorava no casamento desua melhor amiga. Mas Anne não se importou. Afinal, nunca mais o veria. Ele e oirmão eram recém-chegados na cidade e de certo partiriam logo.
 
 
3
Anne desviou a vista do lindo rapaz e focalizou-a na amiga Carolyn,imaginando como deveria estar feliz. Casara-se com um rico e atraente sheikdepois de, durante anos, planejar casamentos para outras mulheres.Enfim, Anne parou de lacrimejar e foi até o fim da cerimônia sem espirrar.
Sente-se bem?
Uma voz profunda, um toque em seu ombro, a fezestremecer. Ela soube quem era, mesmo antes de se virar. Era ele.
Naturalmente que estou bem
disse com voz sufocada, tentando ignoraro calor da mão em sua pele nua. Tentava se convencer de que o tremor quepercorrera o braço era devido ao ar quente e não ao calor do toque.
Olhe, trata-se apenas de um casamento. Não é motivo para choros
eledisse.
Se alguém deveria chorar esse alguém seria Tarik, por perder sualiberdade. Sim, qualquer homem choraria ao perder a liberdade.
Ele sorriu eretirou a mão do ombro dela.Imediatamente Anne sentiu falta do calor. Ridículo. Estranho, o desconhecidoafastou a mão e ela sentiu um arrepio. Procurou ignorar a observação do rapaz,um verdadeiro cético, sem alma.
Você não entende
ela protestou.
Eu não chorava...
Não chorava?
Havia uma surpresa divertida no tom de voz do sheik.Surpresa porque ela ousara negar o que ele dissera. Surpresa por ela nãoconcordar. Fitou-a atentamente. Anne tentou desviar a vista, mas não conseguiu.Ficou presa aos profundos olhos castanhos e teve a sensação de que o sheikolhava dentro de sua alma, e não desejava que isso acontecesse. Afinal, nem aomenos o conhecia.Ele esfregou o polegar no rosto de Anne para enxugar uma lágrima. E elasentiu um frenesi percorrer-lhe o corpo. Suas pernas pareciam não mais segurá-la. O que havia de errado consigo? Devia ser o casamento, as lágrimas, a alegria,a música, tudo isso estava tendo aquele efeito nela. Mas o fato era que nenhumhomem jamais a fizera sentir-se assim. Nenhum homem jamais enxugara-lhe aslágrimas da face.
Havia lágrimas em seu rosto
ele disse.
Você não sabe mentir bem,querida. Sei o que vi.Anne olhou ao redor. Precisava sair dali. Isso no caso de não ser a música, a

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