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Hegel Doutorado

Hegel Doutorado

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PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SULFACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANASPÓS-GRADUAÇÃO DE FILOSOFIA – DOUTORADO
O PROBLEMA DA LINGUAGEM NO SISTEMA HEGELIANO:O PARADOXO DO ABSOLUTO INCONDICIONADO EEXPRIMÍVEL
 
VÂNIA LISA FISCHER COSSETINPROFESSOR ORIENTADOR: DR. EDUARDO LUFTPorto Alegre (RS), julho de 2007
 
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PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SULFACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS
PÓS-GRADUAÇÃO DE FILOSOFIA – DOUTORADO
Tese de Doutorado apresentada ao Pós-Graduação de Filosofia da PontifíciaUniversidade Católica do Rio Grande do Sul, como requisito para a obtenção do grau deDoutor em FilosofiaCOMISSÃO EXAMINADORADr. Eduardo Luft (PUCRS)Dr. Carlos Roberto Cirne Lima (UNISINOS)Dr. Hans-Georg Flickinger (KASSEL)Dr. Nythamar Fernandes de Oliveira (PUCRS)Dr. Thadeu Weber (PUCRS)Porto Alegre (RS), julho de 2007
 
 
 3
RESUMO
A recusa hegeliana a todo Absoluto intuído ou posto irrefletidamente exigiu aelaboração de um sistema filosófico inteligível e discursivo do princípio ao fim. A idéia daídecorrente é que a possibilidade de inteligibilidade deste Absoluto é correlata à possibilidadede sua exposição. Ou seja, a necessidade a ele inerente, que precisa produzir o contingenteexteriorizando-se e ao mesmo tempo liberar-se dele para alcançar a sua plena identidadeconsigo mesmo, provando a independência deste contingente, tem na linguagem o seuelemento mediador. Assim, a linguagem assume, na filosofia hegeliana, o papel inequívoco demediadora entre o sensível e o inteligível, no sentido de liberar o sistema das determinaçõesexteriores e contingentes que ainda o condicionam: na Antropologia, pela voz, o homemdiferencia-se de seu ser animal; na Psicologia, pela representação, especialmente pelo signolingüístico, a inteligência ascende ao pensamento onde não mantém mais nenhumadependência do mundo de objetos e lida apenas com suas próprias determinações; e, na
 Fenomenologia
, a linguagem reverte a crença da consciência no acesso imediato esingularizado ao objeto, conduzindo-a até o Saber Absoluto. O resultado disso é que, na
 Lógica
, a pressuposição lingüística das categorias da qual ela parte e a linguagem finita pelaqual ela se expõe, precisam ser superadas devido à incondicionalidade do pensamento puro.Eis a dualidade, aparentemente insuperável, entre pensamento e linguagem: como é possívelum pensamento, ao mesmo tempo, absoluto e exprimível, se o pensamento só pode alcançar absolutidade liberando-se dessa linguagem finita, marcada por traços inelimináveis decontingência? Vê-se, então, um Hegel dividido: de um lado, assumindo uma linguagem finitacomo necessária ao pleno desenvolvimento e exposição do sistema do pensamento puro e, deoutro lado, exigindo apriorismo do pensamento puro, logo, tendo que abandonar esta supostacondicionalidade lingüística.

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