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Exercícios_Crônica_Conto_Intertextualidade_linguagem_verbal e não_verbal_pronomes_pessoais_indefinidos_acentuação

Exercícios_Crônica_Conto_Intertextualidade_linguagem_verbal e não_verbal_pronomes_pessoais_indefinidos_acentuação

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Exercícios sobre os gêneros crônica e conto. Estudo da Intertextualidade; Linguagem Verbal e Não-verbal.
Estudo dos pronomes pessoais e indefinidos.
Exercícios sobre os gêneros crônica e conto. Estudo da Intertextualidade; Linguagem Verbal e Não-verbal.
Estudo dos pronomes pessoais e indefinidos.

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05/11/2014

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Professora Alessandra Lautenschlager
1.
Leia o texto abaixo e responda as questões abaixo:Compare os dois enunciados abaixo:“Depois vão pensar que eu sou a relaxada!Depois vão pensar que eu sou relaxada!
a)
Qual deles foi retirado dos quadrinhos? Explique como você descobriu.
______________________________________________________________________________________________________________________________________________________
 
________________________b)
Que diferença de sentido há entre os dois enunciados acima, em conseqüência doemprego da palavra “a” antes de relaxada?
______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________2.
A linguagem serve para muitas coisas: interagir, comunicar, divertir, etc.Por meio da linguagem, podemos até influenciar o comportamento daspessoas.
a)
A pessoa que conversa com Ozzy, nos quadrinhos, é seu interlocutor. Com quefinalidade o interlocutor de Ozzy utilizou a linguagem?
_____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________b)
O interlocutor atingiu seu objetivo? Por quê?
______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________3.
Nos quadrinhos vemos a sombra de Ozzy e de seu interlocutor. Observe osgestos do interlocutor e a expressão facial de Ozzy durante a conversa.
a)
O que os gestos do interlocutor expressam?
_______________________________________________________________________________________
21574031.doc
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Professora Alessandra Lautenschlager
b)
O que a expressão facial de Ozzy sugere?
_______________________________________________________________________________________
c)
Na sua opinião, por que o autor dos quadrinhos, em vez de representar ointerlocutor de Ozzy, preferiu representar o interlocutor de Ozzy, preferiurepresentar sua sombra?
_______________________________________________________________________________________d)
Conclua: Quando interagimos com outras pessoas por meio da linguagem,somente as palavras são capazes de expressar o que queremos?
______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________4.
Quando usamos a palavra como o meio de comunicação da linguagem,dizemos que se trata de
linguagem verbal
: quando não é a palavra quecomunica, dizemos que se trata de
linguagem não-verbal
; e, quando secombinam os dois modos, denomina-se
linguagem mista.
Na tira deAngeli, foi utilizada linguagem verbal, linguagem não verbal ou linguagemmista? Justifique sua resposta.
______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________5.
Leia os textos que seguem:
Natal na Barca
O narrador-personagem faz um passeio num barco sem querer lembrar porque estava naquela barca com pessoas humildes e de forte calor humano, crentes.
"Era uma mulher com uma criança, um velho e
eu
."
Com essas pessoas, ele aprendeou desperta coisas que até então, não imaginava que existisse a fé.
“A caixa de fósforos escapou-
me
das mãos e quase resvalou para o rio. Agachei-me para apanhá-
la
. Sentindo então alguns respingos no rosto, inclinei-memais até mergulhar as pontas dos dedos na água. - Tão gelada - estranhei,enxugando a mão.- Mas de manhã é quente. – disse a mulher ao meu lado.Voltei-me para a mulher que embalava a criança e me observava com ummeio sorriso. Sentei-me no banco ao seu lado. Tinha belos olhos claros,extraordinariamente brilhantes. Vi que suas roupas puídas tinham muito caráter,revestida de uma certa dignidade."- Seu filho? – perguntei.
21574031.doc
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Professora Alessandra Lautenschlager
- É. Está doente, vou ao especialista, o farmacêutico de Lucena achou queeu devia consultar um médico hoje mesmo. Ainda ontem
ele
estava bem, mas derepente piorou. Uma febre, só febre... - Levantou a cabeça com energia. O queixoagudo era altivo, mas o olhar tinha a expressão doce. - Só sei que Deus não vai meabandonar."- É o caçula?- É o único. O meu primeiro morreu o ano passado. Subiu o muro, estavabrincado de mágico quando de repente avisou, vou voar!?Como não bastasse a pobreza que espiava pelos remendos da sua roupa, perdera o filhinho, o marido, e ainda via pairar uma sombra sobre o segundo filho queninava nos braços. E ali estava sem a menor revolta, confiante. Intocável. Apatia?Não, não podiam ser de uma apática aqueles olhos vivíssimos e aquelas mãosenérgicas. Inconsciência? Uma obscura irritação me fez sorrir.- A senhora é conformada. – disse.- Tenho fé, dona. Deus nunca me abandonou.- Deus - repeti vagamente.- A senhora não acredita em Deus? – 
ela
me perguntou.- Acredito - murmurei. E ao, ouvir o som débil da minha afirmativa, semsaber porque, pertubei-me. Agora entendia. Aí estava o segredo daquela confiança,daquela calma. Era a tal fé que removia montanha...- Acordou o dorminhoco! E olha ai, deve estar agora sem nenhuma febre.- Acordou?! – pergunta ao bebê.Ela teve um sorriso.- Veja...Inclinei-me. A criança abrira os olhos - aqueles olhos que eu vira cerrados,tão definitivamente. E bocejava, esfrengando a mãozinha na face de novo corada.Fiquei olhando sem conseguir falar.- Então, bom Natal! - disse ela, enfiando a sacola.Encarei-a Sob o manto preto, de pontas cruzadas e atiradas para trás, seurosto resplandecia. Apertei-lhe a mão vigorosa. E acompanhei-a com o olhar até queela desapareceu na noite. Conduzido pelo bilheteiro, o velho passou por mimreiniciando seu afetuoso diálogo com o vizinho invisível. Saí por último da barca.Duas vezes voltei-me ainda para ver o rio. E pude imaginá-lo como seria de manhãcedo: verde e quente. Verde e quente. Adaptação do texto de Lygia Fagundes Telles
Esse texto é um conto. As narrativas desse gênero têm características próprias:
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