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Respostas sobre o Livro de Abrão - SUD

Respostas sobre o Livro de Abrão - SUD

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09/30/2010

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(1)o foram encontrados os pergaminhos com os fac-miles de Livro de Abro ediferem sua tradução do egípcio com a tradução de Joseph?(2)Joseph Smith traduziu realmente os hieróglifos numerados dos fac-símiles?
 
Resposta:
 
(1)
De fato, pergaminhos com os fac-símiles 1 e 3 do livro de Abraão foram encontradas em1967 e se encontram de posse da Igreja hoje, sua tradução refere-se ao "Livro das Respirações" dosegípcios, no entanto duas hipóteses podem ser dadas para explicar tal discrepância: (Nota: Umaanálise completa do "Livro das Respirações" dos egípcios pode ser encontrada no trabalho do Dr.Hugh Nibley, "The Joseph Smith Papiry; An Egipcian Endowment”, onde é feita uma analogia entreo "endowment" egípcio e o atual !)1a.Apesar destes pergaminhos fazerem parte do grupo original que estava nas mãos de Joseph,o que este utilizou para traduzir o Livro de Abraão era diferente do que agora possuímos, e Josephsimplesmente apanhou emprestados os fac-símiles destes outros.Esta hipótese é bem plausível, pois o profeta descreveu o pergaminho como estando em perfeito estado e com letras pretas e vermelhas. O pergaminho encontrado estava em péssimo estadode conservação e não possuía letras vermelhas, os pedaços que restaram compreendem tambémsomente 13% do conteúdo original que esteve nas mãos do profeta. Além do mais os egípciosfaziam deliberadamente uso de fac-símiles (gravuras) em seus textos, uma mesma gravura pode ser encontrada em vários pergaminhos sendo que o texto sequer faz menção a alguma linha desta, écomo se um aluno fizesse um trabalho de História do Brasil e colocasse uma foto de cangurus nodeserto australiano, só porque ele já viu a mesma foto em vários trabalhos e a achou bonita osuficiente para enfeitar o seu. 2a.A tradução de Joseph não traduziu literalmente o que estava no pergaminho, mas sim o quedeveria estar e foi outrora perdido pelas interpolações e omissões dos escribas e copistas de pergaminhos.De fato, Joseph fez isso várias vezes quando na tradução de sua Versão Inspirada, ele abriasua Bíblia "versão do Rei Tiago" em determinado capítulo e ouvia os sussurros do Espírito Santodizendo-lhe o que lá original e verdadeiramente se encontrava. 
(2)
Quanto à questão sobre as traduções numeradas dos hieróglifos dos fac-símiles, um fatodigno de nota é que em 1912, o bispo episcopal A. F. Spalding da região de Utah reuniu oitograndes egiptólogos da época e submeteu os fac-símiles do Livro de Abraão tal como se encontramhoje no Livro de Pérola de Grande Valor, junto com a tradução dos hieróglifos numerados feitas por Joseph Smith.A priori ele saiu satisfeito quando a tradução destes egiptólogos saía diferente daquela feita pelo profeta. O caso rendeu uma boa polêmica e como na época não havia ninguém na Igrejaversado em egiptologia o suficiente para fazer a defesa, parecia que a balança da verdade estava pendendo para os adversários de Joseph, contudo, um não mórmon e não residente de Utah mas um profundo erudito em egiptologia levantou-se em favor do profeta. Ele soube da polêmica pelos jornais e resolveu de per si investigar o assunto mais a fundo, sem nunca ter recebido um convite daIgreja para o fazer.Tais diferenças e dificuldades devem-se ao fato do egípcio ser uma linguagem pictográfica,isto é, um mesmo símbolo pode ter vários significados, a figura de um sol pode significar "sol","dia", "calor", "glória", etc.Por exemplo, no fac-símile III, alguns egiptólogos apontam a tradução do No. 2 comosendo o nome da Deusa Ísis, acontece que esta mesma deusa é usada para designar a Faraó emalguns outros pergaminhos, como o traduzido por Smith!
 
Fac-Símile III do Livro de Abraão
 No fac-símile I, a tradução de Joseph para o No. 9, o crocodilo, refere-se ao Deus de Faraó,acontece que surpreendentemente a representação do Deus-Sobek (o "Deus-Crocodilo" dosegípcios) é vista como uma das manifestações de Hórus, o deus mais identificado com a realezaegípcia durante o Médio Egito (cerca de 2040-1640 A.C.), o que inclui o período de tempo em que atradição indica ter vivido Abraão. O último rei da 12a. Dinastia (em que pode ter vivido Abraão)chamava a si mesmo Nefru-Sobek (“Belo é Sobek”) e cinco faraós da próxima dinastia, a 13a.,tomam o nome de Sebek-hotpc (“Sobek está contente”).
 
Fac-Símile I do Livro de Abraão
 Uma possível e breve referência a esta tradição pode ser encontrada na passagem do profetaEzequiel 29:2-3:
"Filho do Homem, volve o teu rosto contra Faraó, rei do Egito, e profetiza contra ele econtra todo o Egito.Fala e dize: Assim diz o SENHOR Deus: Eis-me contra ti, ó Faraó, reido Egito,
crocodilo enorme
 , que te deitas no meio dos seus rios, e que dizes: O rio é meu,eu o fiz para mim mesmo." 
 Ainda sobre o fac-símile 1, a figura 11 é designada como representar os "pilares do céu, talcomo entendiam os Egípcios". De fato, a frase "pilares do céu" ocorre na literatura egípcia. Aslinhas inclinadas abaixo do divã-leão são identificadas como "o firmamento sobre nossas cabeças(fig.12), o que deveria parecer um pouco estranho para qualquer leitor moderno. Isto apenas fazsentido quando percebemos, a luz de recentes descobertas, que as linhas representam as ondas daságuas onde o crocodilo está nadando, e era exatamente desta forma que os antigos egípciosconcebiam do céu, como um "Oceano Celeste"!Quanto ao relato contido no "Livro de Abraão", é interessante notar que Joseph era um jovem fazendeiro com apenas três anos de instrução (menos do que o 3o. primário de hoje!) e comimpressionante acuidade descreve trechos antigos inteiros, além do que, recentes descobertas delivros antigos como os da biblioteca de Quram, Ebla e Nag-Hamadi revelam impressionantes paralelos com os livros traduzidos por Joseph Smith, como por exemplo:(a)O Livro de Abro fala da idolatria de seu pai Terá, como Abro pregou contra ossacrifícios humanos aos deuses de Faraó e como o anjo do Senhor o salvou de um atentado contrasua vida. Embora todas estas passagens não se encontrem na Bíblia (exceto por uma brevereferência em Josué 24:2), elas são temas comuns de muitas antigas histórias de Judeus e Cristãos.Veja por exemplo:O Livro dos Jubileus 11:4; 7-8; 16-17O Livro de Jasar 9:6-19; 11:15-61Apocalipse de Abraão 1-8; e uma referência recentemente encontrada num papiro do 3o. séculoD.C., associa o nome de Abraão a uma cena de um divã-leão como o do fac-símile No.1. Todosestes livros não estavam à disposição de Joseph Smith em 1836! (b)O Livro de Abro menciona um lugar chamado "a placie de Olishem (1:10)", o qualaparentemente fazia parte da Caldéia. Nenhum lugar parecido é mencionado na Bíblia, mas o nomeaparece numa inscrição do legislador acadiano Naram Sin, datando aproximadamente do ano 2250AC. Remarcavelmente refere-se a um lugar localizado a noroeste da Síria. (c)Textos antigos indicam que os deuses idólatras de Elkenah, Libnah, Mahmackrah e Korash(Abraão 1:6,13,17; fac-símile 1, fig. 5-8), foram verdadeiramente adorados no mundo antigo, adespeito do fato de que a Bíblia não faz nenhuma menção deles! (d)No Livro de Abro, este é aconselhado pelo Senhor a quando entrar no Egito dizer queSarai é sua irmã e não sua esposa (2:22-25). Apesar da Bíblia registrar tal fato (Gên.12:11-20), elafica em silêncio quanto ao "conselho divino" que autorizou tal procedimento. Não obstante, nonesis "Acrifo", encontrado entre os pergaminhos do Mar Morto, concorda que ocomportamento do patriarca naquela ocasião foi divinamente ordenado. (e)No capítulo 3 de Abraão encontramos o patriarca ensinando princípios de astronomia e nofac-símile 3 discorrendo sobre estes na corte de Faraó, onde é recebido com grande honra. Éinteressante notar que nada no relato do Gênesis sobre a vida de Abraão sugere que ele tivesse

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