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04/11/2013

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 Faculdade de EngenhariaDepartamento de Estruturas e Fundações
FEUERJ
 
PGECIVPGECIV
 
Resistência ao Cisalhamento 29.01.09 1
Resistência ao CisalhamentoCONTEÚDO
1.
 
Introdução.................................................................................................................................3
 
2.
 
Critérios de Ruptura..................................................................................................................5
 
3.
 
Mecanismos de deformação.....................................................................................................8
 
3.1.
 
Resposta do solo ao confinamento...................................................................................8
 
3.2.
 
Resposta do solo ao cisalhamento...................................................................................9
 
3.3.
 
Comportamento Tensão x Deformação..........................................................................10
 
3.3.1.
 
Caracterização de ruptura.......................................................................................11
 
4.
 
Determinação da Envoltória de Resistência...........................................................................13
 
4.1.
 
Observações Adicionais..................................................................................................16
 
5.
 
Mecanismos de Resistência de solos.....................................................................................17
 
5.1.
 
Resistência entre partículas............................................................................................17
 
5.1.1.
 
Mecanismo de Atrito................................................................................................17
 
5.1.2.
 
Mecanismo de Coesão............................................................................................18
 
5.2.
 
Embricamento ou “Interlocking”......................................................................................18
 
5.2.1.1.
 
Influencia da Tensão Normal...........................................................................20
 
5.3.
 
Combinação dos mecanismos de resistência.................................................................21
 
5.4.
 
Fatores que afetam a Envoltória de Resistência...........................................................22
 
5.5.
 
Ensaio de Cisalhamento direto.......................................................................................26
 
5.5.1.
 
Cálculos...................................................................................................................30
 
5.5.1.1.
 
Fase de preparação da amostra.....................................................................30
 
5.5.1.2.
 
Fase de consolidação......................................................................................30
 
5.5.1.3.
 
Fase de cisalhamento.....................................................................................30
 
5.5.2.
 
Resultado de Ensaio...............................................................................................31
 
5.5.3.
 
Observações Importantes.......................................................................................33
 
5.6.
 
Ensaio de Compressão Triaxial......................................................................................36
 
5.6.1.
 
Tensão Desviadora.................................................................................................41
 
5.6.2.
 
Controle de drenagem.............................................................................................44
 
5.6.3.
 
Parâmetros de poropressão - Solicitação não drenada..........................................47
 
5.6.3.1.
 
Determinação dos parâmetros A e B..............................................................52
 
5.6.4.
 
Cálculos...................................................................................................................54
 
5.6.4.1.
 
Fase de preparação da amostra.....................................................................54
 
5.6.4.2.
 
Aplicação da Tensão confinante (
c
)...............................................................55
 
5.6.4.3.
 
Fase de cisalhamento.....................................................................................56
 
5.6.5.
 
Resultado de Ensaios.............................................................................................58
 
5.6.6.
 
Observações Importantes.......................................................................................60
 
6.
 
Comportamento Drenado X não Drenado..............................................................................62
 
6.1.
 
Condição Critica..............................................................................................................63
 
7.
 
Comportamento Tensão x Deformação x Resistencia de areias............................................67
 
7.1.
 
Comportamento
x
......................................................................................................67
 
7.1.1.
 
Compacidade..........................................................................................................67
 
7.1.2.
 
Tensão confinante...................................................................................................70
 
7.1.3.
 
Tensão principal intermediária................................................................................72
 
7.1.4.
 
Tipo de areia...........................................................................................................73
 
7.2.
 
Resistência de areias......................................................................................................74
 
8.
 
Comportamento tensâo x deformação x resistencia de argilas..............................................75
 
 
 Faculdade de EngenhariaDepartamento de Estruturas e Fundações
FEUERJ
 
PGECIVPGECIV
 
Resistência ao Cisalhamento 29.01.09 2
8.1.
 
Solicitação Não Drenada
Solicitação Drenada............................................................75
 
8.1.1.
 
Analise em termos totais x efetivos.........................................................................75
 
8.2.
 
Histórico de Tensões......................................................................................................76
 
8.3.
 
Comportamento
x
- resistência..................................................................................77
 
8.3.1.
 
Condição Drenada..................................................................................................77
 
8.3.1.1.
 
Argila Normalmente Adensada........................................................................77
 
8.3.1.2.
 
Argila Pré-adensada........................................................................................80
 
8.3.1.3.
 
Comparação entre o comportamento drenado de areias e argilas................84
 
8.3.2.
 
Condição Não Drenada...........................................................................................86
 
8.3.2.1.
 
Comportamento
 
 
......................................................................................86
 
8.3.2.2.
 
Geração de poropressão.................................................................................87
 
8.3.2.3.
 
Trajetórias argila NA x PA...............................................................................87
 
8.3.2.4.
 
Envoltória de resistência.................................................................................88
 
8.3.2.5.
 
Resistencia não Drenada................................................................................91
 
Anexo 1 Influencia da amostragem............................................................................................99
 
 
 Faculdade de EngenhariaDepartamento de Estruturas e Fundações
FEUERJ
 
PGECIVPGECIV
 
Resistência ao Cisalhamento 29.01.09 3
1. INTRODUÇÃO
Define-se como resistência ao cisalhamento do solo a tensão cisalhante que ocorre noplano de ruptura no instante da ruptura. As Figuras abaixo mostram exemplos de ruptura de solosde encostas.Figura 1. Deslizamento de solo residual -São Conrado, 1996 (foto GeoRio)Figura 2. Corridas de solo residual e deslizamentosde rocha – Estrada Grajaú-Jacarepaguá, 1996 (fotoGeoRio)A ruptura em si é caracterizada pela formação de uma superfície de cisalhamento contínuana massa de solo. Existe. portanto, uma camada de solo em torno da superfície de cisalhamentoque perde suas características durante o processo de ruptura, formando assim a zona cisalhada,conforme mostrado na Figura 3. Inicialmente há a formação da zona cisalhada e, em seguida,desenvolve-se a superfície de cisalhamento. Este processo é bem caracterizado, tanto emensaios de cisalhamento direto, como nos escorregamentos de taludes.

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