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348-Analice_Palombini

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UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE MEDICINA SOCIAL
VERTIGENS DE UMA PSICANÁLISE A CÉU ABERTO: A CIDADE Contribuições do acompanhamento terapêutico à clínica na reforma psiquiátrica Analice de Lima Palombini
Tese apresentada como requisito parcial para obtenção do grau de Doutor em Saúde Coletiva, Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva – área de concentração em Ciências Humanas e Saúde, do Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
Orientador: Carlos Alberto Plastino Rio de Janeiro 2007
 
 1
CATALOGAÇÃO NA FONTE UERJ/REDES SIRIUS/CB-C  ________________________________________________________________________ P 181 Palombini, Analice de Lima. Vertigens de uma psicanálise a céu aberto: a cidade - contribuições do acompanhamento terapêutico à clínica na reforma psiquiátrica / Analice de Lima Palombini. – 2007. 247f. Orientador: Carlos Alberto Plastino. Tese (doutorado) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Instituto de Medicina Social. 1. Reforma psiquiátrica - Teses. 2. Psicanálise – Teses. 3. Cidades e vilas – Teses. I. Plastino, Carlos Alberto. II. Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Instituto de Medicina Social. III. Título. CDU 616.89  ______________________________________________________________________
 
 À Margarete de Paiva Simões Ferreira (in memoriam),  por ter lutado sempre, brava e doce guerreira.
 
 2 AGRADECIMENTOS
A travessia desta pesquisa implicou habitar, por quatro anos, uma cidade nova. Os agradecimentos vão, primeiramente, à forma própria à hospitalidade carioca, que celebra os encontros no instante em que acontecem, sem recurso ao passado ou futuro. Dos acontecimentos às vezes inesperados que assim se produziram, foram se tecendo as redes que sustentam fortes o laço que hoje me liga a esta cidade. Mas, se os encontros cariocas resultaram em novas redes, imprimindo sua marca pelos percursos de pesquisa trilhados, o trabalho também se sustentou intensamente das redes que, em terra gaúcha, há muito vêm se tecendo, para as quais seguem igualmente os agradecimentos. Ao Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva do Instituto de Medicina Social da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, onde esta pesquisa teve acolhida. A Carlos Plastino, pela generosidade com que acolheu minha diferença, ensinou-me sobre Winnicott e esteve ao meu lado sempre que preciso, em cada impasse ou encruzilhada a que o trabalho conduzia. A Benilton Bezerra, pelo apoio e incentivo a persistir neste caminho de pesquisa. A Joel Birman, pelo estímulo à pesquisa que encontro em seus textos e pelas indagações que o seu ensino suscita. A Luis Antonio Baptista, por seguir me ensinando sobre a cidade, pelos livros que me fez conhecer, por uma amizade tecida no cotidiano. Aos colegas que, junto comigo, estiveram presentes aos seminários do pós-graduação, pelo compartilhamento de questões. A Ana Maria Furtado, Carlos Eduardo Melo, Elisabeth Palatnik, Carlos Mattos e Antenor Rodrigues, pelo convívio e acompanhamento na escrita da tese. A Helena Bocayuva, Leila Ripoll, Diane Viana, Cláudia Andrade, Pedro Cattapan, Hélia Borges, Margarida Cavalcanti, Maria Piedade, Nelma Cabral, entre outros, pelo debate em torno a Foucault, Gauchet e Swain, Deleuze e Guattari. A Leila Ripoll, pela amizade construída em torno aos textos e discussões teóricas e por ter-se disposto a ler, cuidadosa e criticamente, boa parte do que aqui se escreve, permitindo-me corrigir equívocos e clarear passagens obscuras. Ao grupo reunido em torno ao Projeto de Acompanhamento Terapêutico da Universidade Federal Fluminense, pela oportunidade de acompanhar de perto, em outras terras, uma proposta similar à que se construiu junto à Universidade Federal do Rio Grande do Sul. A Regina Benevides de Barros, que coordenou esse projeto, pela cumplicidade na ação, para além das teorias, e pelo que me ensinou acerca da clínica com Deleuze e Guattari. A Cláudia Tallemberg, pelo modo generoso como faz frutificar as parcerias. A Laura Lamas Gonçalves, pela alegria do reencontro. A Fábio Araújo, pelos livros e os passeios. Aos acompanhantes terapêuticos, André Martins, Daniel Silva, Fernanda Ratto de Lima, Francine Portela, Isabela Santos, Jairo Mesquita, Marcelle Marino, Naira Silva, Priscila Rodrigues, Roberta Silva, Rosa Gonzaga, Shari Silva, Tadeu Souza, Vitor Isidro, pela intensidade dos encontros. Ao grupo Limiar da Universidade Federal Fluminense, com quem, em 2006, foi possível empreender a leitura do livro
 Deleuze et la psychanalyse
, pelo encontro aberto ao debate. A

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