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A Situação das Mulheres Empresárias de Luanda (November 2007)

A Situação das Mulheres Empresárias de Luanda (November 2007)

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A Situação das Mulheres Empresárias de Luanda
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02/01/2013

 
 
A SITUAÇÃO DAS MULHERES EMPRESÁRIASDE LUANDA 
Consultora:
Andrea Folgado Serra
MAPUTONovembro, 2007
 
 
SUMÁRIO EXECUTIVO
Este relatório apresenta os resultados de uma pesquisa que teve como principalobjectivo fazer um levantamento sobre o perfil de mulheres empresárias membros epotenciais membros da Associação de Mulheres Empresárias da Província de Luanda(ASSOMEL), características dos seus negócios e dificuldades enfrentadas, no âmbitodas actividades que desenvolvem. A pesquisa foi desenvolvida através da conduçãode entrevistas e aplicação de um questionário junto a uma amostra de conveniência de101 mulheres empresárias, das quais 84 membros da ASSOMEL e 17 potenciaismembros. Em seguida apresenta-se, de forma sumária, os principais resultados dapesquisa.
 
A maioria das mulheres empresárias participantes na pesquisa têm entre 41 a50 anos de idade, são solteiras, possuem entre 3 a 6 filhos e tem um nível deformação secundária.
 
Estas empresárias, conseguem, na sua maioria, equilibrar a sua vidaprofissional e familiar através de uma boa gestão do tempo e do apoio dafamília.
 
Estas empresárias, na sua maioria proprietárias de micro e pequenas empresasque operam a nível local, empregam em média 12 trabalhadores, actuam nosector do comércio e tem um volume de anual de vendas inferior a 5.000,00USD.
 
Na sua maioria, as empresárias iniciaram os seus negócios com fundospróprios, sem recorrer a pedido de financiamento à banca e as suas principaismotivações para a abertura do negócio foram, essencialmente, a identificaçãode oportunidades de negócio, a situação de desemprego em que seencontravam e a experiência prévia que possuiam.
 
 
As empresárias pesquisas possuem necessidades de acesso à tecnologia,particularmente, computadores e acesso à Internet, assim como, necessidadesde formação para si e seus trabalhadores em áreas como: gestão, contabilidadee finanças, marketing, comunicação, liderança e secretariado.
 
A maioria das empresárias envolvidas nesta pesquisa não realizou um estudode viabilidade para iniciar o seu negócio embora use como prática corrente asolicitação de apoio profissional externo para o desenvolvimento dos seusnegócios.
 
Actualmente, mais de metade das empresárias tem recorrido a pedido definanciamento à banca e instituições de micro-crédito para projectos deinvestimento, no entanto, manifestaram interesse em obter mais empréstimoda banca, quer para projectos de investimentos, quer para a compra deequipamento.
 
Como empresárias, as pesquisadas indicaram como principais dificuldades nodesenvolvimento dos seus negócios, a falta de capital de giro, obtenção decrédito, recursos para a compra de equipamento, aquisição de matéria-prima emercadoria, falta de mão-de-obra qualificada e custos para a legalização donegócio.
 
Não obstante essas dificuldades, as empresárias pesquisadas estãomuito optimistas quanto ao futuro dos seus negócios.
 
 
Apesar do dinamismo evidente no sector PME´s em Luanda, a pesquisaconclui existirem muitos desafios ao desenvolvimento do empresariadofeminino, nomeadamente: desenvolvimento de actividades de muito pequenadimensão e de tipo comercial, ao invés de produtivo, conhecimentos e capitallimitados, baixo nível de qualificações, inexistência de uma política clara deapoio ao desenvolvimento do sector no país, complexidade e elevados custosdo licenciamento de actividades econonómicas, elevadas taxas de impostosquer no Mercado informal, quer no Mercado formal e falta de falta de
networking
e suficiente redes de partilha de conhecimentos e melhores práticasentre o empresariado.

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