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Revisão Filosofia - DIREITO OPET - 2

Revisão Filosofia - DIREITO OPET - 2

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REVISÃO DE PROVA 1º BIMESTRE - FILOSOFIA
REVISÃO DE PROVA 1º BIMESTRE - FILOSOFIA

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06/10/2010

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CONCEPÇÕES DE ÉTICA (Jeremy e César)
PRIMEIRA – Ética do FimCiência do fim para qual a conduta dos homens deve ser orientada e dos meios paraatingir cada fim quanto os meios da natureza humana. Deus é todo poderoso, visa o beme a felicidade, união dos povos.SEGUNDA – Ética do MóvelA que a considera como ciência do móvel com vista a dirigir ou disciplinar essaconduta. Analiza a sociedade para so depois criar a ética. Visa disciplinar e conduzir.
Ciência do Fim até Medieval – objetivava o bem e a felicidade;
 Etica do Móvel – Era Moderna – através de contratos e pactos sociaisestabeleceram governo que diciplinam e conduzem.
SÃO TOMÁS de AQUINO
É a organização da ética através da virtude social da justiça. São Tomás deAquino tem um comentário perfeito sobre a ética de
 Aristóteles. O
maior comentárioque se conhece. As deduções que ele criou passaram para a Suma Teológica em larga parte, formando o grande conceito da moral cristã. Incorporando, no corpo da teologiacristã, o pensamento aristotélico. Introduziu a linha da ética, praticamente inteira, a partir do conceito de natureza. Naturalmente, a grande contribuição cristã foi acrescentar o conceito de que todanatureza é criatura de Deus. A Idade Média incorporou o conceito grego de ética e denatureza. Ela deu enorme importância à ordem natural. Diz São Tomás de Aquino que anatureza é a mãe de todos os seres finitos. Cada ser tem uma natureza própria
Naturalmente, o homem vive para o serviço de Deus" (S. Tomás de Aquino).
Essa ordem natural e hierárquica funda e cria a
 solidariedade cósmica.
Omineral, o vegetal, o animal enfim, todos têm um valor intrínseco, como seres criados por Deus. Isso vem da solidariedade cósmica e não porque nós o atribuímos. Essa é umaidéia muito rica para os dias de hoje, porque tratamos de uma ética do meio ambienteTodos os preceitos do decálogo da Bíblia pertencem à justiça. A ética consisteem praticar a justiça adequada para cada um dos seres com os quais nós convivemos.Portanto, ela é o tratamento justo de cada coisa. Segundo essa perspectiva, S. Tomás deAquino distingue três atitudes justas fundamentais:Deve haver um tratamento justo para os animais, vegetais e também minerais. Não é à toa que hoje presenciamos a depredação da natureza. Tudo tende a acabar por conta da voracidade humana que se armou de cnicas fantásticas e, assim, vaieliminando tudo.Para S. Tomás de Aquino toda a ética cristã pode ser organizada em torno doconceito e da virtude da
 justiça
que trata Deus na adoração, o homem no respeito e asoutras coisas como uma posse adequada e moderada.
 Igreja não aceita a Etica Aristotélica e são Tomaz conduz de maneira quemais a frnete a igreja acabe aceitando;
Conceito de Natureza – Deus criou as coisas em 7 dias;
 
Convivência harmoniosa c/ seres humanos e os compostos da natureza, pois DEUS criou os 10 mandamentos (decálogo da Bíblia);
Técnicas fantásticas – tecnologia, usar o animal (de maneira ética, coerente,equilibrada);
 pode amar o próximo mas deve se adorar o DEUS primeiramente.
SANTO AGOSTINHO
A ética do amor é muito importante na Tradição cristã. Pois é organizada a partir do amor verdadeiro do homem por Deus: o amor a Deus depois o amor as criaturas deDeus. Se s amarmos as criaturas por serem belas por elas mesmas estamosidolatrando-as. E nesse ponto S. Agostinho era bastante rigoroso, por isso sua ética deveser tomada com flexibilidade principalmente quando ele fala sobre o sexo.A ética consiste no amor à ordem. Para S. Agostinho, Deus não está "lá fora",nas criaturas, nos prazeres, na Filosofa e nem na riqueza ("nem lá em cima, nem lá em baixo"), mas está dentro de nós. Assim, ele consegue encontrar Deus dentro de siatravés da
verdade.
Então, ética é tão somente amar a verdade Divina presente em mim. Não queiras ir "lá fora", entre em si mesmo, pois no seu interior habita a verdade.O grande terremoto da ética pode ser descrito da seguinte forma: o mundo greco-cristão a moral na lei natural, na ordem das criaturas (Deus, homem, vegetal, animal,mineral). Este é o cumprimento da Lei Divina. É uma ética objetiva que vem de fora demim e que deve ser cumprida. A ética greco-cristã, portanto, está na ordem das coisas enão em algo que eu posso interferir, pois ela está na Lei de Deus. Tecnicamente esta éuma ética
heterônoma.
Sexo era para procriar e não para haver prazer;
 Ética do Amor; Ética Heteromonia(consiste na sujeição do individuo àvontade de DEUS);
 Ética esta dentro de você, quando você busca a DEUS;
 DEUS está no seu coração, então você espalha a ética para sociedade.
MAQUIAVEL
Analisar como se articula, no interior da obra “
O Príncipe
” de Maquiavel, a questãoreferente à moral. Esta tem sido objeto de discussão intensa e por muitos, considerada o ponto central de sua teoria. Algumas análises d’
O Príncipe
chegam a considerar essaobra como a que foi responsável pela separação entre a moral e a política, ou seja, essesdois princípios não passariam a reger a vida do governante, o qual deveria escolher entre um deles. No entanto, o que se pretende, aqui, não é analisar 
O Príncipe
sob a perspectiva do separador entre política e moral, mas sustentar que Maquiavel n’
O Príncipe
, não traduziu a separação entre moral e política, mas somente apresentou comocorreta uma moral diferente daquela que o cristianismo prega; uma moral baseada nos princípios da Antigüidade, do Império Romano. Portanto, intenciona-se, apresentar edefender que Maquiavel não emancipou a política da ética ou da religião.
 
Maquiavel torna a política autônoma, pois privilegia a reflexão laica, não religiosa, etambém porque se recusa a abordar a questão do poder a partir da ética cristã. A políticaé autônoma já que busca linguagem e métodos próprios, desvinculados da fé e da moralconvencional.A crítica feita a Maquiavel restringe-se ao fato de ele ter supostamente afirmado queo governante pode fazer tudo o que for necessário para atingir o poder e conservá-lo.Dessa forma, o poder seria um fim em si mesmo, que não dependia de nada além dodesejo de conquistá-lo e da habilidade em mantê-lo para legitimar-se.A questão da qual se ocupa Maquiavel é a de saber se o governante pode agir sempre de acordo com os princípios éticos cristãos aceitos em seu tempo e esperar atingir seus objetivos, ou se deve aprender a seguir outros caminhos, quandoconfrontado com situações difíceis. Ele não aconselha aos governantes a desrespeitar asregras aceitas pelo mero prazer de fazê-lo. Ao contrário, explicita que este deve secomportar de acordo com elas sempre que possível. Quanto a isso, afirma que “élouvável a um príncipe manter a fé e viver com integridade sempre que possível”(MAQUIAVEL, 2003, p. 79)A ética é suficiente para mostrar como agir na política em todas as situações.Maquiavel parte de uma evidência, ou seja, do que são os conflitos nas cidades paraelaborar suas idéias. Convêm lembrar que para o autor a natureza humana é altamentenegativa. A maldade dos homens deve ser compreendida como uma característica destese que se torna fundamental quando se refere à esfera política.
Maquiavel – o governante é bom e as vezes mal, é o mediador de conflito,não tem como agradar a todos;
Maquiavelico não significa maldade – significa mediador de conflitos;
 Deus sai de Foco;
Governante não precisa ser ético mas precisa passar por cima para chegar ao poder, ele precisa fingir que é ético.
“Principe” cartilha para o governante chegar ao poder;
“Raposa atravessa o rio e o escorpião a pica por ser de sua natureza.”
KANT
O PREDOMÍNIO DA RAZÃOO eu que conhece ou a faculdade de conhecimento humana é refenciaobrigatória que jamais pode ser eliminada em favor de qualquer realidade autônoma ,mesmo porque se trata de conhecimento ou de agir humanos, polo necessário para oestabelecimento de qualquer saber que se apresente com tal nome.
 Não transpõe, tem que respeitar os normas, regras e leis, deve-se procurar amaneira correta de fazer, seguindo o que é certo.
O fator de que o conhecer determina as próprias condições é o pressupostonecessário da construção de uma ciência, de um sistema de saber possível para nós,homens racionais, e, acima de tudo, seres racionais, e o fato de que as ações humanastenham em si suas condições próprias e pressuposto necessário de qualquer moral quevise a
autonomia e à liberdade.

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