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15 - Helen R. Myers - Promessa de Amor

15 - Helen R. Myers - Promessa de Amor

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Título: Promessa de Amor Autor: Helen R. MyersTítulo original: A Father's PromiseDados da Edição: Editora Nova Cultural 1998Publicação original: 1994Gênero: Romance contemporâneoDigitalização: Simone Mello/NinaRevisão: Edna Fiquer Estado da Obra: Corrigida
O cowboy e o bebê
John Paladin era capaz de domar um touro selvagem com facilidade, mas não tinha o mínimo jeito para trocar fraldas. Porém, desde que a esposa o deixara, o fazendeiro se viu forçado amostrar seus talentos de babá. Só que John sabia que o filho precisava de algo mais do que osmeros cuidados de um cowboy inexperiente com crianças. O bebê precisava de uma mãe, e amelhor que ele pudesse arranjar!
O cowboy, o bebê... e a dama
Dana Dixon ficou chocada. Como John Paladin tinha coragem de pedir sua ajuda quando, umano antes, fugira dela direto para os braços de outra mulher? Mas como poderia dar as costasa um bebê com olhos tão parecidos com os do homem que ela amara um dia? E provavelmente ainda amava...
 
Promessa de AmorHelen R. Myers
 J.J.,Você foi uma maravilhosa surpresa, embora eu não estivesse muito preparado paraassumir o papel de pai. Mas já enfrentei situações piores. Veja minha vida amorosa, por exemplo! Quando você ficar mais velho, bem mais velho, entenderá o que quero dizer. Dequalquer modo, desde a primeira vez em que o vi, senti que essa situação estava corretade alguma maneira, independentemente do que passei para chegar até ela.Tem minha palavra de que farei todo o possível para lhe oferecer a vida e o lar que vocêmerece. Com um pouco de sorte, talvez até consiga fazê-lo sentir orgulho de seu pai umdia.Porém, o grande problema é que não entendo nada sobre bebês. Sei onde ficam suasfraldas e a mamadeira, mas, a partir daí, tudo fica difícil demais para mim. No entanto,conheço uma pessoa que poderá nos ajudar, e o nome dela é Dana.No momento, ela está meio aborrecida comigo, e não posso culpá-la por isso. Seu painão sabe ser um galanteador. Mas sou louco por ela, filho. Sempre fui. Você também vaiamá-la, tenho certeza disso.P.S.: Formaremos uma família. Eu prometo. J.P.
CAPITULO I
John Paladin não estava pronto para aquilo, e achava que nunca estaria. Mesmo assim, saiu dohospital carregando nos braços o filho com dez dias de vida.Assim que passou pela porta, ajeitou o chapéu de
cowboy
e puxou o tecido da camisa jeans, para proteger o bebê do vento e da chuva. — Agüente mais um pouco, filho — murmurou, desviando-se de alguns galhos mais baixos dasárvores que ladeavam a trilha até o estacionamento. — Logo passará o desconforto.Depois de ouvir os próprios pensamentos e de considerar a perspectiva de seu futuro, aquela pareciaser a única promessa viável no momento.Uma rajada mais forte de vento o fez segurar o bebê mais próximo de si. Todo aquele frio e o mês denovembro ainda nem chegara, pensou. Pelo visto, ele e o restante dos fazendeiros do Texas teriam uminverno rigoroso pela frente.O mais importante, porém, seria conseguir levar seu filho para casa, sem que ele acabasse adoecendoou coisa do gênero. Ao chegar lá, iria trocá-lo e dar-lhe a mamadeira. Então, tudo voltaria ao normal. Ouquase.Trocar fraldas e dar mamadeira seria até fácil, mas o resto... O pensamento o fez sentir um frio noestômago.Todas aquelas instruções que as enfermeiras lhe haviam dado o deixaram apreensivo. De fato, ficaratão confuso com tantas recomendações que já se esquecera de boa parte delas.Tinha a impressão de que a pior das tarefas seria dar banho no bebê. Lidar com aquele corpinho frágilem meio à água aquecida na temperatura certa e um sabonete escorregadio não seria nada fácil."Não se preocupe ainda, John", disse a si mesmo. "Tudo acabará bem, você vai ver. O fato de ele ser seu filho facilitará a situação."Enquanto se encaminhava para o carro, John rezou para que a voz de sua consciência estivesse certa.A certa altura, ouviu um protesto vindo de debaixo da fralda que cobria o rosto do bebê. Deus, será
 
que ele estava sufocando?, pensou, preocupado. Ou talvez estivesse apertando a criança demais. Estavacomeçando a desconfiar de que a chefe das enfermeiras tivera razão ao censurá-lo por andar com um bebê em meio àquele clima frio e úmido.Acelerou os passos, mas não chegou a correr. Melhor seria não arriscar a possibilidade de algumacidente. A chuva deixara o chão escorregadio, e as solas de suas botas não eram lá muito confiáveis.Ainda não conseguira entender como aquelas enfermeiras podiam ter noção de que seu filho ficariatão alto quanto ele. Ficara surpreso ao ouvir isso praticamente de todas. O que elas viam que ele não eracapaz de ver?Suspirou, aliviado, quando finalmente conseguiu chegar à caminhonete. Dali em diante, viria outradas partes difíceis da tarefa, concluiu, enquanto abria a porta do carro.Teria de acomodar o bebê de uma forma segura, em um veículo sem o equipamento necessário paraisso. Ele respeitava e aprovava a lei que obrigava o uso do cinto de segurança, mas carregar um recém-nascido exigia cuidados que iam além disso.Tinha consciência de que o equipamento deveria haver sido comprado meses antes, mas com todos os problemas que tivera com Celene e com o costumeiro trabalho pesado da fazenda Long J, a última coisaque passara por sua mente fora comprar um equipamento adequado para transportar o bebê no carro.Se Celene houvesse demonstrado um mínimo de preocupação com isso durante a gravidez, ele nãoteria hesitado em providenciar o que fosse preciso. Mas a verdade fora bem diferente. Dera um carro a ela justamente pensando na impossibilidade de acompanhá-la em todas as compras para o enxoval do bebê.Porém, Celene deixara o luxuoso jipe cor-de-rosa praticamente encostado na garagem da fazenda.Até essa manhã.Só de pensar na quantidade de vezes que sugerira que ela fosse ao shopping da cidade sentia o sangueesquentar. Chegara até a oferecer seu cartão de crédito, mas tudo que ela fizera fora olhá-lo por cima darevista de fofocas sobre artistas famosos e afundar mais sob os lençóis.Depois de ajeitar o cobertor macio com o qual forrara a resistente caixa de papelão que encontrara nafazenda, pela manhã, acomodou o bebê dentro dela, mantendo-o no banco do passageiro. Aquilo omanteria sob sua atenção durante todo o trajeto de volta, para o caso de algum imprevisto. — Não se preocupe, garotão — disse ao filho. — Já recebi instruções de suas madrinhas enfermeiras para dirigir como se estivesse carregando um vidro de nitroglicerina.Girando a chave, deu partida no motor com um gesto decidido. Dali em diante, seria apenas ele e JohnJúnior. Seu filho seria a pessoa mais importante de sua vida. E se ele tinha alguma dúvida quanto a issoantes, a atitude irresponsável de Celene tratara de eliminá-la.Se ao menos houvesse conseguido que o bebê ficasse no hospital por um ou dois dias, teria condiçõesde ir atrás daquela maluca e acertar a situação entre eles de uma vez por todas. Porém, as enfermeirashaviam sido irredutíveis."Isso aqui não é um hotel, sr. Paladin", dissera uma delas."Não pode deixar seu filho quando ele mais precisa do senhor", afirmara a outra. Nem mesmo seu velho amigo, o xerife Bud Hackman, deixara de chamá-lo de irresponsável quandorecebera seu telefonema logo cedo.Talvez não houvesse sido sensato pensar em deixar o filho no hospital, enquanto ia atrás de Celene,mas onde estavam a compreensão e a sensibilidade daquelas pessoas?Vinha pagando seus pecados desde que agira impulsivamente durante a viagem a Abilene, de ondevoltara com uma noiva grávida, nove meses antes. Tudo que estava tentando fazer era remediar suainsensatez, nada mais. —Quem se importa com o que estiverem pensando? — resmungou, enquanto manobrava a pick-up com gestos decididos para fora do estacionamento. — Não precisamos deles, não é, Júnior? Por enquanto, pode tirar uma soneca, se quiser. Serão trinta e cinco quilômetros até chegarmos em casa.Seus pensamentos logo se voltaram para a responsabilidade que teria dali em diante e, aos poucos, um brilho de suor surgiu em sua testa, apesar do tempo frio.Quando entrou pela trilha que levava à fazenda, estendeu a mão sobre o bebê e sorriu para ele,mantendo o veículo a uma velocidade bem abaixo da que era permitida no local.Gostaria muito de poder atribuir seu nervosismo à atitude de Celene, mas estaria mentindo se fizesseisso. Sentia-se angustiado e mais apreensivo do que nunca. Se a visse novamente, não tinha idéia de qualseria sua reação. Sua única certeza era que esta não seria nem um pouco pacífica.O mais engraçado era saber que desde que vira Celene pela primeira vez, soubera que eles não haviam

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