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Evolução OVN

Evolução OVN

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 A NOVA GERAÇÃO DE ÓCULOS DE VISÃO NOTURNA (OVN)ILUMINA A GUERRA
Michael J Gething• Os OVN continuam tendo demanda.• Os tubos intensificadores de imagem existentes continuam sendo melhorados.• A fusão de Imagem - tanto ótica como digital - está em desenvolvimento.O artigo fala sobre o passado, presente e o futuro da Visão Noturna.Oficialmente não existe a Ger4, pois ainda não há a Digitalização / Fusão deimagens. Uma vez que a Digitalização / Fusão de imagens tornar-se realidade,poderemos então dizer que isso se chamará Ger4.O crescimento de operações noturnas tem aumentando a demanda dosóculos de visão noturna, enquanto a melhoria da performance vem sendofacilitada pelos avanços na tecnologia dos tubos intensificadores de imagem.Relatado por Michael J Gething*A natureza da guerra modificou-se para sempre desde o dia 11 deSetembro de 2001. Não se pode conduzir uma guerra essencialmente de guerrilha / contra-insurgência em lugares como o Afeganistão e o Iraque com numerososblindados e a ameaça de ataque nuclear somente. Onde os soldados estãolutando hoje, a ênfase está em ter mobilidade suficiente para desdobrar a tropa noterreno, tratando com a ameaça imediata, 24/7, com potência de fogo adequada esuporte de helicópteros.Desde os anos da primeira Guerra de Golfo, muitos soldados dos EstadosUnidos e europeus têm sido temperados para a guerra no deserto. No caminho,muitas lições aprendidas, e durante esse tempo, a utilização de equipamentospara ampliar a observação, em ambientes mais ásperos, foram reaprendidas,muitas vezes por caminhos árduos. Com o desenvolvimento pós 1945, o OVNpassou a não ser mais um ítem luxuoso de um único homem em um pelotão -como um soldado num clipe de televisão, a distribuição de OVNs um-por-homem éuma questão necessária.Deste modo, o que pode um soldado no terreno esperar de um OVN hoje?A sua resposta deveria ser:
“ser capaz de ver na escuridão” 
. Na maioria dosexemplos,
“vendo na escuridão” 
significa um ambiente escuro ao ar livre, onde,
 
durante a maior parte do tempo e na maior parte de lugares, sempre poderemosencontrar a luz ambiente (luar e estrelas principalmente) disponível. Sem denegrira parte ótica da construção de um OVN, ele é um tubo de intensificação deimagem (II ou I2) e é, ao mesmo tempo, o coração do dispositivo. Ele reúne eenfoca esta luz ambiente e converte-o em uma imagem.É geralmente aceitável que o Exército dos Estados Unidos esteja equipadocom o OVN AN/PVS-7. Este é um óculos de segunda geração (Gen 2) de tubo I2que pode ver um veículo alvo a uma distância de 170-180 m numa noite de céunublado. Por mais que a tecnologia do tubo possa ser utilizada, o ponto emquestão é que quanto maior a quantidade de luz ambiente, melhor o alcance.Quanto melhor a tecnologia do tubo, melhor a performance em condições de baixaluminosidade e apesar das expectativas em contrário, nos últimos anos atecnologia continua avançando. Como Mark Hewish indicou há quatro anos (verIDR 5/2002, pp28-37) "a intensificação de imagem é a tecnologia que se recusou amorrer".A organização principal do desenvolvimento de dispositivos de visãonoturna (abrangendo apontadores de armamento, dispositivos de observaçãoportáteis bem como OVNs) nos EU é o Diretório de Visão Noturna e SensoresEletrônicos (
NVESD
) do Comando de Pesquisas, Desenvolvimento e Engenhariado Exército dos Estados Unidos (RDECOM) e do Centro de Comunicações ePesquisa Eletrônica, Desenvolvimento e Engenharia (CERDEC). Baseado em FortBelvoir, Virginia, esse órgão está sendo responsável por muitos dos avanços edesenvolvimentos diretos neste campo. O Exército dos Estados Unidos (e outrosórgãos americanos) tem demonstrado ser um vasto mercado de tais produtos,como o AN/PVS-7, a série de OVNs com mais de 150.000 unidades em ação.Qualquer um pode afirmar confiantemente que o Exército dos EstadosUnidos é o cliente principal de OVNs no mundo, com as companhias americanasde dispositivos de visão noturna
ITT
(Roanoke, Virginia) e
Litton
Electro-OpticalSystems - adquirida pela Northrop Grumman (Rolling Meadows, Illinois) noprimeiro quarto de 2001 - competindo para desenvolver tecnologia I2 e produtos.Como principal cliente de tais produtos, o NVESD considera-se aautoridade para designação dos níveis de tecnologia aplicados à visão noturna,seja ele I2 ou sistemas termais (IR). Assim, “as gerações” mencionadas aquirepresentam mais uma linha de fabricação padrão do que a evolução naperformance visual das imagens. Contudo, o governo dos Estados Unidos impôsuma restrição na exportação de tubos de I2 manufaturados nos EUA, baseados noque se menciona como “Figura de Mérito”, que é calculado multiplicando aresolução (pares de linha por milímetro) pela razão de sinal de interferência(signal-to-noise ratio ou
SNR
).Com o advento dos tubos Ger 3 em meados dos anos 1980, o Exército dosEstados Unidos iniciou a aquisição de tubos e sensores da série Omnibus (Omni),que geraram grandes volumes de produção. De fato, tal foi o ritmo de
 
desenvolvimento de materiais e técnicas de fabricação que os tubos Ger 3manufaturados hoje têm duas vezes a eficiência dos tubos originais como tambémsão significativamente mais baratos para produzir. Em meados dos anos 1980, umOVN AN/PVS-7 tinha um alcance de aproximadamente 50 m (contra um alvo deum homem parado) e custava cerca de U$ 6.000,00. O mesmo produto, compradoem 1998 tinha o alcance aumentado para 160 m e custava menos do que U$3.000,00.Uma nova possibilidade de aumento no desempenho do tubo surgiu aindaem meados dos anos 1990, quando o Exército dos Estados Unidos exigia novosdesenvolvimentos na tecnologia de tubos I2, cobrindo tanto a performance como aconfiança - uma então chamada Quarta Geração (Ger 4). O advento da películade barreira de íon, o “pulo do gato” do Ger 2 para Ger 3, tinha aumentado aconfiança do tubo em cinco vezes, mas degradou o SNR. Tentativas dedesenvolver tubos Ger 3 sem a película estavam encaminhadas durante mais deuma década, mas ninguém ainda tinha conseguido o padrão de confiançadesejado. Todavia, os militares e algumas pessoas da comunidade científicaacreditavam que a remoção da película da barreira de íon seria a próximaprogressão lógica na tecnologia de visão noturna, visando colher os frutos dosnovos benefícios do fotocatodo de arseneto de gálio (GaAs). Foi demonstrado queos tubos sem película podem aumentar a capacidade dos OVNs em 20 por cento.Infelizmente, aqueles mesmos testes revelaram uma degradação imediata donovo tubo porque não houve nenhuma proteção do fotocatodo contra os íonsperigosos gerados durante as operações normais. Apesar das dúvidas que umtubo sem película pudesse chegar alguma vez às 10.000 horas de vida ativa,padrão nos dispositivos Ger 3,
ITT
e
Litton
(Northrop Grumman) começarampesquisas distintas para tubos sem película a partir de 1997.Do ponto de vista da
ITT
, os assuntos relacionados ao equilíbrio deperformance/vida útil foram atenuados pela crença de que o então chamado tuboGer 4 poderia ser executado em fases graduais de produção. Essa suposiçãomodificou-se drasticamente em fevereiro de 1998, quando o Exército dos EstadosUnidos anunciou o Omni V, competição de aquisição de dispositivosintensificadores de imagem. Como parte de sua oferta, a
Litton
propôs odesenvolvimento e a entrega de um assim chamado Ger 4 de tubos sem película
filmless 
 )
. Este movimento de surpresa valeu a pena e, em Junho de 1998, foiconcedido a
Litton
60 por cento do contrato Omni V, de dispositivos de visãonoturna, e 40 por cento para a
ITT
.Essa foi a primeira vez, desde o princípio (1985) das aquisições dosOmnibus e ao longo de muitos anos, que ITT não tinha assegurado a maiorparticipação em uma concorrência de dispositivos de visão noturna. Foi umasituação pouco familiar para uma companhia que tinha recebido, até aqui, a açãomajoritária nos contratos de equipamentos de visão noturna Ger 3 nos EstadosUnidos. O desenvolvimento de um tubo
filmless 
 
e de longa duração comprovouser um desafio intimidante, a medida em que buscava maneiras de reduzir onúmero de íons nocivos ao tubo e desenvolver um fotocatodo que fosse resistente

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