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Amor, Eros e Sexo

Amor, Eros e Sexo

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Published by Helena Schaffner

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05/21/2012

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EROS, SEXO E AMOR + CULPA, MEDO E PUNIÇÃO!
Dizem que as fadas pegam carona com as velozes e elegantes libélulas, e eu, pego caronaem algumas citações do livro “Criando União” de Eva Pierrakos, da Editora Cultrix, paraabordar mais adiante algo
complementar 
a este tema tão complexo e controverso,usando de alguns textos do meu livro “Um GPS para sua Vida”, que está sendo lido poruma Editora. Aliás, espero que chegue logo a vez dele na fila – pena que neste caso nãose pode contratar um “fileiro”. Quando voltei da Suíça em 2005 e ouvi este nome, acheique era brincadeira! E ri muito. Mas vendo o tamanho de algumas filas e a falta detempo, hoje eu acho que é um “emprego” como qualquer outro.Adoro a citação de Airton Senna, sobre seu sucesso, dizendo que de certa forma, eleapenas finaliza o trabalho de toda uma equipe.- Constato que nada é original de ninguém. Mesmo sem canalizar “propriamente dito”,todos nossos méritos e conquistas, são sempre a somatória e o ápice de inúmeros“fileiros”, ajudantes de todos os tipos e de vários planos. Portanto, é pura ilusão dizerque uma obra qualquer seja “nossa” de fato!Por isto uso para este artigo citações do livro de Eva, ciente de cada um é um degraupara o outro, na longa escada da vida. Apenas acho muito justo dar nome aos autores“finais”. Faço isto sempre, inclusive quando descubro algo via alguém, eu cito o nome dapessoa, por uma questão de gratidão e respeito. Hoje está em moda “citar os créditos”,mas respeito e gratidão nunca vão sair de moda e não se pode praticar o suficiente taisgestos no dia a dia, consigo, com os outros e com Deus.Isto inclui em ver os créditos que a Vida nos dá:
- É tão óbvio a gente reclamar pelo que não temos, do que agradecer pelo que temos!
Não sei por que é tão óbvio ver a metade do copo vazia do que a outra metade cheia!Confesso que neste ponto sou afortunada pela natureza, pois muito raramente vejoprimeiro o negativo de algo, ou o que falta! Mas também me esforço de forma deliberadaem ver nas situações mais complexas, difíceis ou doídas, a metade do copo cheia! E nãofalo de não termos senso crítico. Falo dos que sempre vêem primeiro e acima de tudo oque falta ou está errado! Ah! Se Deus fizesse isto com a gente, já teria enviado outrodilúvio há milhares de anos!Sentir gratidão por tudo de bom que a vida nos dá todos os dias, é uma forma de oraraltamente poderosa! E atrai mais paz e abundância, do que praticar pensamento positivoda cabeça pra cima!Por outro lado, falando em Deus e voltando ao tema dos fileiros:- Ás vezes tenho a estranha impressão que somos os “fileiros” de alguns deuses ou anjos,que decidiram só entrar em cena, na melhor parte! Pois como pode ser que um livrodeste valor eu só tenha descoberto na semana passada, ao buscar por um presente parauma amiga?Mas será que eu o teria lido se tivesse aparecido antes, se no passado recente eu nãoteria nem aberto um livro declaradamente canalizado e nem tanto pelo preconceito, masporque uma grande maioria dos ditos textos canalizados são meros “downloads” doinconsciente e subconsciente do autor? Ou então um coquetel esquisito, um “mystic mix”(tenho uma pasta com este nome onde jogo artigos suspeitos), onde vale tudo:
HELENA SCHAFFNER – 18+20.09.09 - JARINU – SP – BRASIL - PG 1 - 12
 
EROS, SEXO E AMOR + CULPA, MEDO E PUNIÇÃO!
- Uma dose de material inconsciente, meia dose de matérias lidas recentemente, masnão gravadas conscientemente, duas doses de mediunismo aleatório e inconsciente (e poristo provavelmente vítima de diversos canais suspeitos), mais alguns retoques da própriamente, enfim, realmente um coquetel estranho é o material de uma boa parte dos ditoscanalizados. O Wagner Borges que o diga, digo, que o veja!Eva Pierrakos surge assim pela 3ª. vez, em menos de um ano na minha vida:Primeiro por meio de um amigo psicólogo, mas que apenas dizia que fazia um trabalho deauto-desmascaramento com os livros (como eu tinha feito um via uma escolaespiritual, achei que não precisaria repetir o curso via Eva e, além disto, eu tinhaconstatado o poder da auto-aceitação como a fórmula mais simples e eficaz de sentir pazconsigo e com os outros, e embora a fórmula seja simples, requer umas chaves, citadasno meu livro citado!!).Um tempo depois precisei montar correndo um cartão de casamento para um colega ejogando no
Google
as palavras casamento e talvez união, eu me deparei com umparágrafo do citado livro de Eva Pierrakos, que achei muito bom.E mais recentemente, ao perguntar sincera e profundamente ao meu Eu Interno, o quemais eu poderia fazer para acelerar nossa união, nossa comunhão, enfim, como quer quese denomine ou rotule este processo no qual “o pequeno eu” se dissolve no “grande eu”,ou o ego humano no ego divino, “ele”, para meu absoluto espanto, me “respondeu” comuma intuição e visão simultânea tão clara, como poucas vezes, mas o mais chocante paramim foi a resposta em si (jamais imaginada por mim, digo, pelo meu ego humano) e sementrar nos detalhes da visão e intuição, vou apenas relatar o conteúdo.Disse-me uma voz sem som ( literalmente uma genuína intuição vindo deste nível é comoouvir uma voz sem som... não dá para imaginar isto, apenas vivenciar para entender):- Como quero me entregar plenamente ao Divino, se ainda não me entreguei plenamentea um Homem? Que a vida não dá saltos e que preciso viver esta etapa ainda, mesmoporque ela é parte do processo.Eu só não caí da cadeira, porque não estava sentada em uma, e sim, felizmenterecostada na cama, mas meu “eu espiritual vaidoso” caiu de seu trono, pois esperououvir algo assim:- Silencie mais! Se afaste por um tempo do mundo! Reduza mais ainda seus hábitoshumanos normais! Enfim, tudo, menos o que ouvi!Bem, depois de me ter recuperado do choque, fiquei com aquilo na cabeça, e no coraçãosenti algo pulsar, algo pular de alegria. Com certeza foi a parte da alma que sabia queisto ainda faltava, mas meu ego intelectual jamais admitiria, a não ser dito por umafonte que ele realmente considera superior. Pois há alguns anos antes, quando tomei adecisão que iria viver sozinha (pois não sentia solidão e nem me sentia infeliz com talidéia), tive um sonho tão fartamente simbólico, que minha alma só faltou aparecer aovivo perante mim para me dizer que era totalmente arbitrária tal decisão. Ela estavaindignada por eu não tê-la consultado. Eu até reconsiderei a decisão e voltei atrás, masapós ouvir a frase acima, de fonte superior a da alma, eu percebi que no fundo eucontinuava achando que uma relação seria somente um impecilho ou um atraso no meuCaminho e por isto de fato não me abri verdadeiramente a uma mesmo concordando!Pois bem, qual meu espanto quando depois de encontrar o livro para presentear a umaamiga, abro justamente na parte que o Guia sem nome (que inspirou os vários livros),
HELENA SCHAFFNER – 18+20.09.09 - JARINU – SP – BRASIL - PG 2 - 12
 
EROS, SEXO E AMOR + CULPA, MEDO E PUNIÇÃO!
disse claramente que uma relação é necessária para o Caminho, e não o contrário, salvoalgumas exceções.Claro que na hora lembrei do que tinha me dito a Voz sem Som. E foi mais uma prova daveracidade, mas confesso que eu não tinha dúvidas, porém, faltava-me um material tãocompleto quanto deste livro, que abordasse
todas as nuances da questão
, para convencerminha razão, claro.No meu livro eu abordo, entre outros,
também esta questão
, mas a pretensão do meulivro é “despertar o apetite” para pesquisar os vários temas propostos, e ser um guia dedois temas:-
 Aprender a (se) aceitar e a pensar 
, sem pretender igualmente ter esgotado o assunto,mas expondo minhas experiências, leituras e reflexões a respeito.Portanto, a resposta do Guia foi que, “uma (alma) em dez milhões” tem uma tarefa queexija isso (a abstinência de uma relação), mas diz que na maioria dos casos, “evitar aparceria não é saudável. É uma fuga.”E agora vamos às citações chaves do livro de Eva Pierrakos.
“No que, então, Eros difere do amor? O amor é um estado permanente da alma; Eroso. O amor pode existir se o seu alicerce for preparado por meio dodesenvolvimento e da purificação. O amor não vai e vem ao acaso; Eros sim. Eros atinge,com força súbita, muitas vezes pegando a pessoa desprevenida e até mesmo não predisposta a passar pela experiência. Só quando a alma está pronta para amar e jáconstruiu o alicerce do amor é que Eros se torna a ponte para o amor manifesto entre ohomem e a mulher. Assim, pode-se ver como é importante a força erótica... (ela) lança na alma umasemente e faz com que ela anseia pela unidade, que é a grande meta no plano dasalvação.Quando Eros está ausente, o relacionamento sexual acaba sofrendo. Este, meus amigos,é o problema da maioria dos casamentos. (...)Na parceria amorosa ideal entre duas pessoas, é preciso que as três forças (Eros, Sexo e Amor) estejam representadas. (...)Primeiro vamos examinar o principal elemento da força erótica...que é a aventura, abusca do conhecimento de outra alma. ... Eros fortalece a curiosidade pelo outro ser.Enquanto houver algo de novo para descobrir na outra alma, e enquanto vocês serevelam, Eros vive. (...) A escolha de um parceiro despreparado nasce do medo secreto de empreender a jornada. Cada um atrai magneticamente as pessoas e as situações que correspondem aosseus desejos e medos inconscientes. Vocês sabem disso. (...)Saibam que o propósito de Deus para a parceria do amor é a completa revelação mútuaentre duas almas – e não uma revelação parcial. (...)P: Quando você fala sobre a revelação de uma alma para outra, está querendo dizer que, num plano superior, é assim que a alma se revela a Deus? R: É a mesma coisa. Mas antes de poder verdadeiramente revelar-se a Deus, você precisaaprender a revelar-se para outro ser humano que você ame. Ao fazê-lo, você também serevela a Deus. Muitas pessoas querem começar revelando-se ao Deus pessoal.Entretanto, na verdade, no fundo de seu coração essa revelação a Deus não passa de umsubterfúgio, pois é abstrata e remota. Nenhum ser humano pode ver ou ouvir o que elasrevelam. Elas continuam sozinhas. Não é preciso fazer a única coisa que parece tãoarriscada, que requer tanta humildade, e assim ameaça ser humilhante. Ao se revelar aoutro ser humano, você realiza muita coisa que não pode ser realizada por meio da
HELENA SCHAFFNER – 18+20.09.09 - JARINU – SP – BRASIL - PG 3 - 12

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