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080811 - Teoria da Conspiração - Elementais-os espíritos da Natureza

080811 - Teoria da Conspiração - Elementais-os espíritos da Natureza

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Palavras chave: Rosacruz, Rosacrucianismo, Frater, Soror, Magia, Alquimia, Florais, Abramelin, Abra-Melin, Astrologia, Cabala, Kabbalah, Kabala, Kabalah, Astros, Amor, feitiçaria, feitiço, maçonaria, maçon, masson, massonaria, Espírito, Espiritismo, Egito, Idade Média, Magos, Magi, Cabalista, Árvore da Vida, Tarot, Tarô, Taro, Sorte, Psicologia, Mathers, McGregor Mathers, Waite, Crowley, Aleister Crowley, Arthur Edward Waite, Samuel Lidell Mathers, Astrum Argentum, O.T.O., OTO, S.O.T.O., Kardec, Eliphas Levi, Levi, Papus, Martinismo, Tradicional Ordem Martinista, TOM, T.O.M., O.M.T., Califado, Wicca, Bruxo, Bruxa, Maga, Maçã, Éden, Paraíso, Igreja, Satan, Satã, Satanismo, Luciferianismo, Gnose, Gnosticismo, Hermes, Hermetismo, Hermenêutica, Bíblia, Marcelo Motta, Raul Seixas, Centro Espírita, Candomblé, Quimbanda, Umbanda, Afro, Papus, Encause, Gerard Encause, Teosofia, Blavatsky, Fraternidade Branca, Círculo, Círculo Iniciático de Hermes, Collegium ad Lux et Nox, Iniciação, Oráculo de Delfos, Filosofia, Pensamento, Templários, Templarismo, Graal, Holy Grail, AA, A:.A:., Ir:., Monografia, Discurso, Controle Mental, Castaneda, Castañeda, Don Juan, Morte, Reencarnação, Hindú, Hindu, Hinduísmo, Kali, A.M.O.R.C., AMORC, Ritual, Rito, Escocês, Rito Escocês Antigo e Aceito, REAA, Jung, Freud, Frazer, Rama Dourada, Mito, Mitologia, Persas, Egípcios, Tutankamon, Tutankhamon, Hieróglifos, Escrita Hieroglífica, Runas, I Ching, Rune, Runemal, Akenaton, Akhenaton, Ramsés II, Ramses II, Ramses, Ramsés, Tutmés, Thoth, Tot, Thot, Aurora Dourada, Ordem Hermética da Aurora Dourada, HOGD, H.O.G.D., Magia Sagrada, Radiestesia, Pêndulos, Escatologia, Apocalipse, Jesus Cristo, Cristão, Cristo, Alcorão, Mohamed, muçulmano, Igreja Ortodoxa, Tattvas, Tattwas, Tatvas, Tattvas, Akasha, Acasha, Teo, Deus, Diabo, Lúcifer, IDL, I.D.L., Igreja de Lúcifer, Igreja Gnóstica, Eclesia Gnostica Católica, Igreja Católica, Romanos, História Antiga, Jacques De Molay, Felipe II, Santos, Deuses, Gênios, Demônios, Liber, Libri, Textos, Sagrado, Sacro, Thelema, Telema, Livro da Lei, Vontade, Stanislas de Guaita, Guaita, Saint Germain, Ponte para a Liberdade, Baal, Belzebu, Fim do Mundo, Profecias, Nostradamus, Inteligência, Sexo, Magia Sexual, Tantra, Kundalini, Cundalini, Chackras, Chákras, Yoga, Budismo, Taoismo, Links, Rota, Tassili, Ceticismo, Ciência, Ceticismo Aberto, Kentaro Mori, Astronautas, Realidade Fantástica, Ufologia, Urantia, Cavalo de Tróia, Como se estuda magia, Stella Matutina, Confederatio, Confederatio Rosae Crucis, Rosa+cruz, Cristian Rosenkreutz, Rosenkreutz, geomancia, anjos, SAG, Sagrado Anjo Guardião, cultura grega, cultura egípcia, membros, como se tornar membro, messias, magia ocidental, magia ritual, Ritual, Pentagrama, Ritual do Pentagrama, Símbolo, Simbolismo, Hexagrama, Ritual do Hexagrama, John Dee, Enochiano, Magia Enochiana, Enoque, Enoch, Elias, Profetas, Sofia, Eduard Kelly, manuscritos cifrados, magia elementar, círculo mágico, inquisição, triângulo, Geometria Sagrada, Grande Arquiteto do Universo, GADU, Evangélico, Sião, Protocolos dos Sábios do Sião, Judeus, Moisés, Dez Mandamentos, IURD, Igreja Universal, Catecismo, Evolução, Alma, Perispírito, Transmigração, reencarnação, ascenção, Mãe do Mundo, Zodíaco, Signos Astrológicos, Áries, Touro, Gêmeos, Câncer, Leão, Virgem, Libra, Escorpião, Sagitário, Capricórnio, Aquário, Peixes, Doze Casas, 12 Casas, Cursos, Curso, Tao te King, Tao Te Ching, Lao Tse, Lao Tsé, Celtas, Cultura Celta, Liber 777, Banimento, Exorcismo, Ritual Menor do Pentagrama, Kung Fu
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Elementais, os Espíritos da Natureza
deldebbio
 
| 10 de agosto de 2008
 Na literatura ocultista, a mais compreensível e lúcida exposição sobre a pneumatologia oculta - ramodedicado as substâncias espirituais — encontra-se no trabalho de Philippus Aureolus Paracelsus deParacelso, príncipe do alquimistas e dos filósofos Herméticos, verdadeiro mestre do Segredo Real -A Pedra Filosofal e o Elixir da Vida. Paracelso acreditava que cada um dos quatro elementosprimários conhecidos dos antigos — terra, fogo, ar e água, era constituído de um dois princípios: umsutil, vaporoso e metafísico; outro, de substância corporal grosseira e material.O Ar possui dois aspectos: sua natureza tangível, atmosférica, e sua natureza intangível, osubstratum, a essência viva volátil que pode ser denominado Ar Espiritual ou, ainda, Espírito do Ar.O Fogo é visível e invisível, discernível e indiscernível: espiritual, flama etérea manifestando-seatravés da chama material, substancial. Seguindo a mesma analogia, a água é, ao mesmo tempo, umfluido denso e uma potência essencial de natureza fluídica. Também a terra é um Ser fixo, terreno,imóvel, em um plano inferior da realidade; em plano superior, a terra possui um Espírito rarefeito,móvel, virtual.O termo elemento tem sido, então, aplicado aos aspectos inferiores, físicos dos quatro princípiosprimários. O termo elemental, é aplicado às essências invisíveis, à constituição espiritual que, defato, anima os quatro elementos. Minerais, plantas, animais e homens vivem e experimentam,normalmente, a realidade mais grosseira, meramente física, tangível dos quatro elementos… e dasvárias combinações destes elementos constroem seus organismos físicos.Henry Drummond, em Natural Law in the Spiritual World, descreve o seguinte processo: “Seanalisarmos o ponto material no qual começa a Vida, encontraremos uma estrutura clara, umasubstância gelatinosa, albuminosa de albumina:proteína de alto valor biológico presente na clara doovo, no leite e no sangue, como clara de ovo. Esta substância elementar na formação da vida é feitade carbono, hidrogênio, oxigênio e nitrogênio.É o protoplasma; não apenas a unidade estrutural fundamental para o surgimento da vida em todos oscorpos de todos os viventes, mas também, a substância que os constitui em si mesmo. SegundoHuxley, ‘Protoplasma, simples ou nucleado, é a forma básica de toda a vida. É a argila do vaso’”. Oelemento ao qual os antigos denominavam, genericamente, ÁGUA, a moderna ciência chama deHidrogênio; o AR, tornou-se Oxigênio; o FOGO, Nitrogênio e a TERRA, Carbono.Assim como a Natureza visível é habitada por um infinito número de criaturas vivas, de acordo comParacelso, também o Invisível, contraparte espiritual da Natureza Visível composto de tênues
 
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princípios dos elementos visíveis é habitado por seres peculiares chamados Elementais ou Espíritosda Natureza. Paracelso divide estes seres em quatro grupos: gnomos — ondinas — silfos esalamandras. Paracelso assegura que são entidades viventes.Em suas formas, muitas lembram seres humanos. Seus mundos são distintos do mundo humano,ainda que coexistentes. O homem não percebe a dimensão existencial destes seres porque seussentidos, sua percepção física é insuficiente ou não adequada à percepção da realidade metafísica —além ou, ainda, outra, que não é a realidade física.Povos antigos, como os Gregos, Egípcios, Chineses, Indianos, acreditaram na existência de sátiros,duendes, fadas, demônios. Seus mares eram povoados de sereias; os rios e fontes abrigavam ninfas;fadas no ar; Lares e Penates no fogo, faunos, dríades e hamadríades* na terra. Espíritos da Naturezaeram tidos em alta conta e rituais propiciatórios eram oferecidos a eles. Ocasionalmente, comoresultado de condições atmosféricas ou pela sensibilidade especial de um devoto, podiam tornar-sevisíveis. Vários estudiosos acham que muitos dos deuses pagãos foram/eram Elementais.Os gregos davam o nome de dæmon a alguns desses elementais, especialmente de ordens superiores;estes, eram venerados. Provavelmente, o mais famoso desses dæmons é o misterioso espíritoinstrutor de Sócrates, ao qual o grande filósofo se referiu com freqüência. Aqueles que estudam aconstituição invisível do homem acreditam que o dæmon de Sócrates e/ou o anjo de Jacob Böhemeforam, não eram elementais; antes, foram reflexos da natureza divina ou Eu Superior dos própriosfilósofos. …A idéia de que entidades, seres invisíveis envolvam e interpenetrem o mundo coexistindo com osseres vivos e inteligentes, pode parecer ridícula para a mente prosaica da contemporaneidade. Aindaassim, essa doutrina,da existência dos Elementais, é aceita por alguns notáveis intelectos do mundo.Os silfos de Facius Cardin, o filósofo de Milão; a salamandra observada por Benvenuto Cellini; oPan de Santo Antônio; e o Pequeno Homem Vermelho, possivelmente um gnomo, de NapoleãoBonaparte; são figuras que têm seu lugar nas páginas da História.A Literatura também tem perpetuado a idéia e a crença nos Espíritos da Natureza. EmSheakesppeare, o malígno Puck, personagem de Sonho de uma noite de verão; os Elementais dopoema rosacruciano de Pope, The rape of the lock; as misteriosas criaturas do Zanoni de LordLytton. O folclore e a mitologia de todos os povos possuem suas lendas sobre estas “figurinhas” queassombram velhos castelos, guardam tesouros nas profundezas da terra e constroem suas casasembaixo das grandes raízes das árvores e das orelhas de sapo* que brotam largas às margens doslagos. As fadas, que encantam as crianças, já seduziram mentes notáveis que acreditaram em suaexistência e ainda está aberta a questão sobre a crenças de Platão, Sócrates e Jâmblico nestascriaturas mágicas.Paracelso, descrevendo as substâncias constituintes dos corpos dos elementais, distinguiu duasqualidades de matéria carnal: a primeira é aquela que todos os seres humanos herdaram de Adão.Essa é visível, a carne corpórea humana. A segunda qualidade de matéria carnal não procede deAdão; é mais tênue e não está sujeita às limitações da forma. O corpos dos elementais são feitos deuma carne trans-substancial. Paracelso diz que existe enorme diferença entre os corpos humanos e oscorpos dos Espíritos da Natureza; tanto quanto diferem a matéria e o espírito.Ainda, segundo Paracelso, “os Elementais não são espíritos porque eles têm carne, sangue e ossos;vivem e se reproduzem; eles falam, agem, dormem, acordam e, conseqüentemente não podem serchamados, propriamente, espíritos. Estes seres ocupam um lugar entre Homens e Espíritos, sãosemelhantes a ambos; lembram homens e mulheres em sua organização e forma e lembram espíritosna rapidez de sua locomoção” - Philosophia Occulta, traduzido por Franz Hartman.O ocultista chama essas criaturas de composita, referindo-se à composição, mistura de espírito ePage 2 of 13Elementais, os Espíritos da Natureza | Teoria da Conspiração28/09/2009http://www.deldebbio.com.br/index.php/2008/08/10/elementais-os-espiritos-da-nature...
 
matéria. Paracelso faz analogia com a mistura de cores para explicar sua idéia. A mistura de azul evermelho resulta em violeta ou roxo; o violeta não nem azul nem vermelho. É uma outra cor. Nocaso dos Espíritos da Natureza, eles combinam espírito e matéria resultando em um Ser que não énem espírito nem matéria. São compostos de uma substância que pode ser chamada matériaespiritual ou o ether dos ocultistas e dos filósofos.Paracelso explica, ainda, que enquanto o homem é constituído de diferentes corpos inter-agentes,cada um pertencente a um plano da Natureza, espírito, alma, mente, corpo — o Elemental possuiapenas um princípio ou corpo, o corpo etérico, feito de éter, no qual ele vive. O éter ou ether, emocultismo, é uma essência espiritual; nos quatro Elementos, o ether é a essência. Existem muitosethers assim como há distintas famílias de Espíritos da Natureza dos Elementos.As famílias existem em completo isolamento em seu próprio elemento sem intercurso com oshabitantes de outros ethers; mas, tal como o Homem possui, dentro de seus próprios centros deconsciência, sensibilidade para perceber manifestações e impulsos de todos os outros quatro ethers, épossível, para qualquer Reino Elemental comunicar-se com o Homem em condições apropriadas.Os Espíritos da Natureza não podem ser destruídos por elementos físicos, como o fogo material, aterra, o ar, a água, isto porque sua existência se mantém e se caracteriza por um nível de vibraçãosuperior àquela vibração própria das substância terrenas. Sendo compostos por somente umelemento, o ether no qual funcionam, eles não têm ou não são espíritos imortais. Ao morrer, seu Sersimplesmente desintegra-se e retorna ou é reabsorvido no todo do Elemento no qual o Ser havia,originariamente, tomado uma forma individualizada. Nenhuma consciência individual sobreviveporque não havia ali consciência nem veículo para abrigar uma.Sendo feito de uma só substância, o ether, os Elementais não sofrem a fricção e não sofrem deconflito, atrito, dialética… entre veículos; por isso, em termos práticos, os Elementais sofrem poucodesgaste do corpo ao longo do tempo; suas funções biológicas têm poucas possibilidades de danos asofrer; por isso, vivem muito, alcançam idades avançadas. Os que vivem menos são aquelescompostos de ether da terra; os mais longevos são os Elementais do Ar.A média de vida destes Seres está situada entre 300 e 1000 anos. Apesar destas diferenças, Paracelsoafirma que os Elementais vivem em condições ambientais semelhantes àquelas experimentadas nomundo físico e estão sujeitos a adoecer. Em geral, são considerados incapazes de desenvolvimentoespiritual mas, muitos deles, parecem ter demonstrado um elevado caráter moral.Observações GeraisMuitos antigos, diferentes de Paracelso, partilharam a opinião de que havia querelas, batalhas entreos Reinos Elementais e reconheciam essas batalhas nos fenômenos mais violentos da Natureza, queseriam o resultado dos conflitos entre os Elementais. Quando um relâmpago incidia em uma rocha,partindo-a, acreditavam que Salamandras estavam atacando Gnomos. Como os elementais nãopodem atacar um ao outro no plano de sua essência etérica peculiar [em seus ambientes], isso,devido ao fato de que não existe correspondência vibratória entre os quatro ethers dos quais cada umdos Reinos é composto, eles têm de atacar indiretamente a um denominador comum: a substânciamaterial do universo físico, [essa substância, fundamento atômico-molecular do ar bem como dapedra/terra, água, fogo/luz/calor], sobre a qual eles [os elementais] podem exercer certo poder.As guerras também acontecem entre elementais do mesmo elemento, como Gnomos contra Gnomos.Os pensadores antigos, poder-se-ia dizer, até primitivos, explicaram fenômenos da Naturezaaparentemente inexplicáveis e/ou incontroláveis, individualizando e personalizando as forçasnaturais, atribuindo a estas forças humores, temperamento, emoções semelhantes àquelas queassolam a alma humana.O quatro signos fixos do Zodíaco eram assinalados pelos quatro Reinos Elementais [tal como osPage 3 of 13Elementais, os Espíritos da Natureza | Teoria da Conspiração28/09/2009http://www.deldebbio.com.br/index.php/2008/08/10/elementais-os-espiritos-da-nature...

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