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081013 - Teoria da Conspiração - Os Templários

081013 - Teoria da Conspiração - Os Templários

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Published by Marcelo Del Debbio
Textos completos do Blog “Teoria da Conspiração"
de Marcelo Del Debbio.
Templários.

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Teoria da Conspiração
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Os Templários
deldebbio
 
| 13 de outubro de 2008
 
“Não por nós, Senhor, não por nós,mas para que seu nome tenha a Glória.”
 A Ordem Templária foi fundada em Jerusalém em 1118, logo após a Primeira Cruzada, mesmohavendo alguns indícios de ter sido fundada quatro anos antes. Seu nome está relacionado ao local deseu primeiro quartel-general, no lugar do antigo Templo de Salomão.Nove monges veteranos dessa Primeira Cruzada, entre eles Hugues de Payens e Godofredo de SaintOmer, reuniram-se para fundar a Ordem em defesa da Terra Santa. Pronunciaram perante o patriarcade Jerusalém, Garimond, os votos de castidade, de pobreza e de obediência, comprometendo-se,solenemente, a fazer tudo aquilo que estivesse ao seu alcance para garantir as rotas e os caminhos e adefender os peregrinos contra os assaltos e os ataques dos infiéis. Foi dada a fundação da Ordre deSion (Ordem de Sião) a Godofredo de Bouillon, por volta de 1099. A original Ordem de Sião foiestabelecida para que muçulmanos, judeus e outros indivíduos elegíveis pudessem aliar-se à Ordemcristã e tornar-se Templários.Freqüentemente podemos encontrar os Templários sendo denominados Soldados de Cristo (ChristiMilites), Soldados de Cristo e do Templo de Salomão. A regra que lhes foi concedida por ocasião doConcílio de Troyes, em Champagne, é: Regula pauperum commilitonum Christi TempliqueSalomonici.Eles, no começo, viviam exclusivamente da caridade, e tamanha era sua pobreza que não podiam termais do que um só cavalo cada um. O antigo sinete da Ordem, no qual aparece a representação dedois cavaleiros em um só cavalo, comprova essa humildade primitiva.O bispo de Chartres escreveu a respeito dos Templários em 1114, chamando-os de Milice du Christi(Soldados de Cristo).O primeiro Grão-Mestre da Ordem foi Hugues de Payens, certamente um homem superior. Durantetoda a sua vida, testemunhou um pensamento seguro e uma indomável coragem. Inspirado peloespírito cavalheiresco de seu século, ele não podia ter se tornado apenas um cruzado cujo nome caiuno esquecimento, como o de tantos outros nobres e bravos senhores. Era grandioso armar-se comoito soldados contra legiões numerosas; oferecer-se, sob um céu implacável, aos golpes de uminimigo que observava atentamente sua empreitada e que podia afogá-lo definitivamente, já noprimeiro combate, no sangue de seu punhado de bravos.
 
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E foi assim que viveram durante dez anos. Sem pedir reforços nem subsídios, nenhuma recompensa,nenhuma prebenda esperava por eles. Viviam segundo suas próprias leis, vestidos e alimentados pelacaridade cristã.Martin Lunn, em seu livro Revelando o Código de Da Vinci (Madras Editora), fala-nos do Prioradode Sião, que compartilhava com a Ordem do Templo (Cavaleiros Templários) o mesmo Grão-Mestre; eram dois braços da mesma organização até algo conhecido como a “Corte do Olmo”, queaconteceu em Gisors, em 1118. Essa separação entre as duas Ordens foi supostamente causada pelachamada “traição” do Grão-Mestre Gerard de Ridefort que, de acordo com os Dossiês Secretos,resultou na perda de Jerusalém pela Europa para os sarracenos.Quando do Concílio de Troyes (1128), Hugues e outros seis Cavaleiros compareceram diante dosmais altos dignitários da Igreja. O papa e o patriarca Étienne lhes deram um hábito, e o célebre abadede Clarval, São Bernardo de Clairvaux, encarregou-se da composição de sua regra, modificandoparcialmente os estatutos primitivos da sociedade. Foi também São Bernardo quem revitalizou aIgreja Celta da Escócia e reconstruiu o mosteiro de Columba, em Iona (tal mosteiro havia sidodestruído em 807 por piratas nórdicos). O juramento dos Cavaleiros Templários a São Bernardoexigia a “Obediência de Betânia – o castelo de Maria e Marta”.Durante a era das cruzadas, que perfazem um total de oito e as quais continuaram até 1291 no Egito,na Síria e na Palestina, apenas a primeira, de Godofredo, foi de alguma utilidade, como afirmaLaurence Gardner, um magnífico autor de nossa editora: “(…) Mas mesmo essa foi desfiguradapelos excessos das tropas responsáveis que usaram sua vitória como desculpa para o massacre demuçulmanos nas ruas de Jerusalém. Não apenas Jerusalém era importante para os judeus e cristãos,porém se tornara a terceira Cidade Santa do Islã, após Meca e Medina. Como tal, a cidade até hojeestá no cerne de contínuas disputas. (Embora os muçulmanos sunitas considerem Jerusalém suaterceira cidade Sagrada, os muçulmanos xiitas colocam-na em quarto lugar após Carabala, no sul doIraque.)A segunda cruzada para Odessa, liderada por Luiz VII da França e pelo imperador alemão ConradoIII, fracassou miseravelmente. Então, cerca de cem anos após o sucesso inicial de Godofredo,Jerusalém caiu sob o poder de Saladino do Egito, em 1187. Foi quando engatilhou a terceira cruzadade Felipe Augusto, da França, e Ricardo Coração de Leão, da Inglaterra, que, entretanto, nãoconseguiram recuperar a Cidade Santa. A quarta e quinta cruzadas concentraram-se emConstantinopla e Damieta. Jerusalém foi retomada brevemente dos sarracenos após a sexta cruzada,mas ficou longe de reverter a situação. Por volta de 1291, a Palestina e a Síria estavam firmementesob o controle muçulmano e as cruzadas haviam terminado.Vejamos alguns preceitos da nova legislação, mas é importante lembrarmos que nessa época oscavaleiros não eram classificados em graus como os nobres. Todo homem que não fosse sacerdoteou servo podia aspirar à Cavalaria e à nobreza moderna tinha aí sua origem. A partícula de nãoindicava seus nomes, mas a cidade, a vila ou o lugarejo que habitavam. Mais tarde, o nome de suaresidência transformou-se em seu nome de família.Todos os cavaleiros que tenham professado vestem mantos brancos de comprimento médio. Osmantos usados são entregues aos Escudeiros e irmãos servos, ou aos pobres.Os mantos brancos que os escudeiros e servos vestiam originalmente foram substituídos por mantosnegros ou cinzas.Apenas os cavaleiros vestem mantos brancos.Cada cavaleiro possui três cavalos, pois a pobreza não permite que tenham mais que isso.Page 2 of 18Os Templários | Teoria da Conspiração29/09/2009http://www.deldebbio.com.br/index.php/2008/10/13/os-templarios/ 
 
Cada cavaleiro tem somente um escudeiro ao qual não poderá castigar, já que ele o servegratuitamente.Ninguém pode sair, escrever ou ler cartas sem autorização do Grão-Mestre.Os cavaleiros casados habitam à parte e não vestem clâmides ou mantos brancos.Os cavaleiros seculares que desejam ser admitidos no Templo serão examinados e ouvirão a leiturada regra antes de seu noviciado.O Grão-Mestre escolhe seu capítulo dentre seus Irmãos. Nos casos importantes que dizem respeito àOrdem ou na admissão de um Irmão, todos podem ser chamados para o capítulo, se essa for avontade do chefe.Na obra A História dos Cavaleiros Templários, de Élize de Montagnac, da Madras Editora,encontramos um texto muito oportuno a respeito da iniciação, que passamos a transcrever: “(…) Osestatutos e regulamentos recomendavam, acima de tudo, a prece, a caridade, a esmola, a modéstia, osilêncio, a simplicidade, o desdém à riqueza e à opulência, a abnegação, a obediência, a proteção aospobres e oprimidos; cuidar dos enfermos; o respeito aos mortos entre outros”. Tal Código de regras écomposto de 72 artigos e foi descoberto em 1610, em Paris, por Aubert-le-Mire, cientista ehistoriador, decano de Anvers.Mas a cada dia os regulamentos concernentes à hierarquia, à disciplina e ao cerimonial eramajustados e adaptados ao Código Latino, assim declarado perfectível.“Portanto não é de se surpreender que, além desse, hoje são conhecidos outros três códigosmanuscritos, os quais não são nada mais do que sua continuação. Um foi descoberto em 1794, nabiblioteca do príncipe Corsini, pelo cientista dinamarquês Münster; o outro foi encontrado nabiblioteca Real por M. Guérard, conservador e restaurador; o terceiro foi encontrado nos arquivosgerais de Dijon por M. Millard de Cambure, mantenedor dos arquivos de Borgúndia.”E desse último, datado de 1840, é que extraímos a descrição do modo de iniciação dos irmãoscavaleiros; a verdade sobre essas recepções nos sugere serem elas revestidas de um grande interesse,após as absurdas e terríveis lendas que as cercam. Por favor, observem a quantidade de coincidênciascom nossos rituais (maçônicos).“Antes que um novo Irmão fosse recebido, era necessário sondar os espíritos para saber se ele vinhade Deus: Probate Spititus, si ex Deo Sunt. Em razão disso, ao longo de certo período, impunham-seao candidato diversas privações de todas as naturezas; incumbiam-lhe os trabalhos mais pesados ebaixos da casa, tais como: cuidar do fogão e da cozinha, girar o moinho, cuidar das montarias, tratardos porcos, etc. Após isso, procedia-se à admissão, a qual era feita da seguinte forma:A Assembléia reunia-se, ordinariamente, à noite. O candidato esperava do lado de fora; por trêsvezes, dois cavaleiros se dirigiam a ele para perguntar-lhe o que ele desejava; e por três vezes ocandidato respondia que era sua vontade adentrar a Casa. A seguir, então, o candidato era conduzidoà Assembléia, e o Grão-Mestre, ou aquele que presidia a sessão em seu lugar, apresentava-lhe tudode rude e penoso que o aguardava naquela vida em que estava prestes a entrar. Dizia-lhe: ‘Devereisficar desperto e alerta quando mais quiserdes dormir, suportar o cansaço quando mais quiserdesrepousar. Quando sentirdes fome e quiserdes comer, ser-vos-á ordenado que vades aqui ou acolá,sem vos ser dada nenhuma explicação ou motivo. Pensai bem, meu querido Irmão, se sereis capaz desofrer todas as asperezas.’ Se o candidato respondesse ‘Sim, eu me submeterei a todas, se assimagradar a Deus!’, o Mestre complementava: ‘Estai ciente, querido Irmão, de que não deveis pedir acompanhia da Casa para obter benesses, honrarias e riquezas, nem satisfazer o vosso corpo,principalmente em relação a três aspectos:Page 3 of 18Os Templários | Teoria da Conspiração29/09/2009http://www.deldebbio.com.br/index.php/2008/10/13/os-templarios/ 

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