Welcome to Scribd, the world's digital library. Read, publish, and share books and documents. See more
Download
Standard view
Full view
of .
Look up keyword
Like this
7Activity
0 of .
Results for:
No results containing your search query
P. 1
081022 - Teoria da Conspiração - Os Pobres Cavaleiros de Cristo

081022 - Teoria da Conspiração - Os Pobres Cavaleiros de Cristo

Ratings: (0)|Views: 318|Likes:
Published by Marcelo Del Debbio
Textos completos do Blog “Teoria da Conspiração"
de Marcelo Del Debbio.
Os Pobres Cavaleiros de Cristo.

http://www.deldebbio.com.br
Textos completos do Blog “Teoria da Conspiração"
de Marcelo Del Debbio.
Os Pobres Cavaleiros de Cristo.

http://www.deldebbio.com.br

More info:

Published by: Marcelo Del Debbio on Sep 29, 2009
Copyright:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

10/15/2012

pdf

text

original

 
Teoria da Conspiração
O Que Eles não gostariam que você soubesse…
 
rss 
Início
Marcelo Del Debbio 
Enciclopédia de Mitologia 
Cursos 
Mapas Astrológicos e Sigilos Pessoais 
Bibliografia 
Os Pobres Cavaleiros de Cristo
deldebbio
 
| 22 de outubro de 2008
 No início de 1100, Hugo de Paynes e mais oito cavaleiros franceses, movidos pelo espírito deaventura tão comum aos nobres que buscavam nas Cruzadas, nos combates aos “infiéis”muçulmanos a glória dos atos de bravura e consagração, viajaram à Palestina. Eram os Soldados doCristianismo, disputando a golpes de espada as relíquias sagradas que os fanáticos retinham eprofanavam. Balduíno II reinava em Jerusalém, os acolheu, e lhes destinou um velho palácio juntoao planalto do Monte Moriah, onde as ruínas compostas de blocos de mármore e de granito,indicavam as ruínas de um Grande Templo.Seriam as ruínas do GRANDE TEMPLO DE SALOMÃO, o mais famoso santuário do XI séculoantes de Cristo em que o gênio artístico dos fenícios se revelava. Destruído pelos caldeus,reconstruído por Zorobabel e ampliado por Herodes em 18 antes de Cristo. Arrasado novamentepelas legiões romanas chefiadas por Tito, na tomada de Jerusalém. Foi neste Templo que se originoua tragédia de Hiran?, cuja lenda a Maçonaria incorporou. Exteriormente, antes da destruição pelosromanos no ano 70 de nossa era, o Templo era circundado por dois extensos corredores excêntricos,ocupando um gigantesco quadrilátero em direção ao Nascente, a esquerda ficava o átrio dos Gentiose à direita o dos Israelitas, além das estâncias reservadas às mulheres, e aos magos sacerdotes, a quese seguia o Santuário propriamente dito, tendo ao centro o Altar dos Holocaustos.Os “Pobres Cavaleiros de Cristo” atraídos pela inspiração divina e sensação do mistério que pairavasobre estas ruínas, passaram a explora-las, não tardou para que descobrissem a entrada secreta queconduzia ao labirinto subterrâneo só conhecido pelos iniciados nos mistérios da Cabala. Entraramnuma extensa galeria que os conduziu até junto de uma porta chapeada de ouro por detrás da qualpoderia estar o que durante dois milênios se constituíra no maior Segredo da Humanidade. Umainscrição em caracteres hebraicos prevenia os profanos contra os impulsos da ousadia: SE É AMERA CURIOSIDADE QUE AQUI TE CONDUZ, DESISTE E VOLTA; SE PERSISTIRES EMCONHECER O MISTÉRIO DA EXISTÊNCIA, FAZ O TEU TESTAMENTO E DESPEDE-TE DOMUNDO DOS VIVOS.Os “infiéis do Crescente” eram seres vivos e contra eles, Os Templários, com a cruz e a espadarealizavam prodígios de valentia. Ali dentro, porém, não era a vida que palpitava, e sim os aspectosda Morte, talvez deuses sanguinários ou potestades desconhecidos contra as quais a força humanaera impotente, isto os fez estremecer. Hugo de Paynes, afoito, bateu com o punho da espada na portae bradou em alta voz: - EM NOME DE CRISTO, ABRI!! E o eco das suas palavras se fez ouvir: EMNOME DE CRISTO…enquanto a enorme porta começou abrir, ninguém a estava abrindo, era comose um ser invisível a estivesse movendo e se escancarou aos olhos vidrados dos cavaleiros umgigantesco recinto ornado de estranhas figuras, umas delicadas e outras, aos seus olhos monstruosas,
 
Page 1 of 14Os Pobres Cavaleiros de Cristo | Teoria da Conspiração29/09/2009http://www.deldebbio.com.br/index.php/2008/10/22/os-pobres-cavaleiros-de-cristo/ 
 
tendo ao Nascente um grande trono recamado de sedas e por cima um triângulo equilátero em cujocentro em letras hebraicas marcadas a fogo se lia o TETRAGRAMA YOD.Junto aos degraus do trono e sobre um altar de alabastro, estava a “LEI” cuja cópia, séculos maistarde, um Cavaleiro Templário em Portugal, devia revelar à hora da morte, no momento preciso emque na Borgonha e na Toscana se descobriam os cofres contendo os documentos secretos que“comprovavam” a heresia dos Templários. A “Lei Sagrada” era a verdade de Jahveh transmitida aopatriarca Abraão. A par da Verdade divina vinha depois a revelação Teosófica e Teogâmica aKABBALAH.Extasiados diante da majestade severa dos símbolos, os nove cavaleiros, futuros Templários,ajoelharam e elevaram os olhos ao alto. Na sua frente, o grande Triângulo, tendo ao centro a inicialdo princípio gerador, espírito animador de todas as coisas e símbolo da regeneração humana, parececonvidá-los à reflexão sobre o significado profundo que irradia dos seus ângulos. Ele é o emblemada Força Criadora e da Matéria Cósmica. É a Tríade que representa a Alma Solar, a Alma do Mundoe a Vida. é a Unidade Perfeita. Um raio de Luz intensa ilumina então àqueles espíritos obscecadospela idéia da luta, devotados à supressão da vida de seres humanos que não comungassem com osmesmos princípios religiosos que os levou à Terra Santa. Ali estão representadas as Trinta e DuasVidas da Sabedoria que a Kabbalah exprime em fórmulas herméticas, e que a Sepher Jetzira propõeao entendimento humano. Simbolizando o Absoluto, o Triângulo representa o Infinito, Corpo, Alma,e Espírito. Fogo Luz e Vida. Uma nova concepção que pouco a pouco dilui e destrói a teoriaexclusivista da discriminação das divindades se apossa daqueles espíritos até então mergulhados emódios e rancores religiosos e os conclama à Tolerância, ao Amor e a Fratenidade entre todos os sereshumanos.A Teosofia da Kabbalah exposta sobre o Altar de alabastro onde os iniciados prestavam juramentodá aos Pobres Cavaleiros de Cristo a chave interpretativa das figuras que adornam as paredes doTemplo. Na mudez estática daqueles símbolos há uma alma que palpita e convida ao recolhimento.Abalados na sua crença de um Deus feroz e sanguinário, os futuros Templários entreolham-se eperguntam-se: SE TODOS OS SERES HUMANOS PROVÊM DE DEUS QUE OS FEZ À SUAIMAGEM E SEMELHANÇA, COMO COMPREENDER QUE OS HOMENS SE MATEMMUTUAMENTE EM NOME DE VÁRIOS DEUSES? COM QUEM ESTÁ A VERDADE? Entre asfiguras, uma em especial chamara a atenção de Hugo de Paynes e de seus oito companheiros. Natesta ampla, um facho luminoso parecia irradiar inteligência; e no peito uma cruz sangrandoacariciava no cruzamento dos braços uma Rosa. A cruz era o símbolo da imortalidade; a rosa osímbolo do princípio feminino. A reunião dos dois símbolos era a idéia da Criação. E foi essa figuramonstruosa, e atraente que os nove cavaleiros elegeram para emblema de suas futuras cruzadas.Quando em 1128 se apresentou ante o Concílio de Troyes, Hugo de Paynes, primeiro Grão-Mestreda Ordem dos Cavaleiros do Templo, já a concepção dos Templários acerca da idéia de Deus não eramuito católica.A divisa inscrita no estandarte negro da Ordem “Non nobis, Domine, sed nomini tuo ad Gloria” nãoera uma sujeição à Igreja mas uma referência a inicial que no centro do Triângulo simbolizava aunidade perfeita: YOD. Cavaleiros francos, normandos, germânicos, portugueses e italianosacudiram a engrossar as fileiras da Ordem que dentro em pouco se convertia na mais poderosaOrdem do século XII. Mas a Ordem tornara-se tão opulenta de riquezas, tão influente nos domíniosda cristandade que o Rei de França Felipe o Belo decretou ao Papa para expedir uma Bulaconfiscando todas suas riquezas e enviar seus Cavaleiros para as “Santas” fogueiras da Inquisição.Felipe estava atento. E não o preocupava as interpretações heréticas, o gnosticismo. Não foramportanto, a mistagogia que geraram a cólera do Rei de França e deram causa ao monstruoso processocontra os Templários.Foi a rapacidade de um monarca falido para quem a religião era um meio e a riqueza um fim.Malograda a posse da Palestina pelos Cruzados, pelo retraimento da Europa Cristã e pela supremaciados turcos muçulmanos, os Templários regressam ao Ocidente aureolados pela glória obtidas nasPage 2 of 14Os Pobres Cavaleiros de Cristo | Teoria da Conspiração29/09/2009http://www.deldebbio.com.br/index.php/2008/10/22/os-pobres-cavaleiros-de-cristo/ 
 
batalhas de Ascalão, Tiberíade e Mansorah. Essas batalhas, se não consolidaram o domínio dosCristãos na Terra Santa, provocaram, contudo, a admiração das aguerridas hostes do Islam(muçulmanos), influindo sobre a moral dos Mouros que ocupavam parte da Espanha. Iniciam entreos Templários o culto de um gnosticismo eclético que admite e harmoniza os princípios de váriasreligiões, conciliando o politeísmo em sua essência com os mistérios mais profundos docristianismo. São instituídas regras iniciáticas que se estendem por sete graus, que vieram a seradotados pela Franco Maçonaria Universal (três elementares, três filosóficos e um cabalístico),denominados “Adepto”, “Companheiro”, “Mestre Perfeito”, “Cavaleiro da Cruz”, “Intendente daCaverna Sagrada”, “Cavaleiro do Oriente”e “Grande Pontífice da Montanha Sagrada”.A Caverna Sagrada era o lugar Santo onde se reuniam os cavaleiros iniciados. Tinha a forma de umquadrilátero (quadrado) perfeito. O ORIENTE representava a Primavera, o Ar, Infância e aMadrugada.O MEIO DIA (Sul), o Estio, o Fogo e a Idade adulta. O OCIDENTE, o Outono, a Água,o Anoitecer. O NORTE, a Terra, o Inverno, a Noite. Eram as quatro fases da existência. O Fogo noMEIO DIA simbolizava a verdadeira iniciação, a regeneração, a renovação, a chama que consumiatodas as misérias humanas e das cinzas, purificadas, retirava uma nova matéria isenta de impurezas eimperfeições. No ORIENTE, o Ar da Madrugada vivificando a nova matéria, dava-lhe o clima daPrimavera em que a Natureza desabrochava em florações luxuriantes, magníficas acariciando aInfância. Vinha depois o OUTONO, o Anoitecer, o amortecer da vida, a que a Água no OCIDENTEalimentava os últimos vestígios desta existência. O NORTE, marca o ocaso da Vida. A Terra varridapelas tempestades e cobertas pela neve que desolam e que matam, é o Inverno que imobiliza, queentorpece e que conduz à Noite caliginosa e fria a que não resiste a debilidade física, a que sucumbea fragilidade humana.E é no contraste entre o Norte e o Meio Dia que os Templários baseiam o seu esoterismo, alertandoos iniciados da existência de uma segunda vida. Nada se perde: Tudo se Transforma. …Vai seriniciado um “Cavaleiro da Cruz”. O Grande Pontífice da Montanha Sagrada empunha a Espada daSabedoria, e toma lugar no Oriente. Ao centro do Templo, um pedestal que se eleva por três degraus,está a grande estátua de Baphomet, símbolo da reunião de todas as forças e de todos os princípios(Masculino e Feminino, A Luz e as Trevas, etc…) como no Livro da Criação, a Sepher-Jetzira Livromor da Cabala. No peito amplo da estranha e colossal figura, a Cruz, sangrando,imprime à RosaBranca um róseo alaranjado que pouco a poco toma a cor de sangue. É a vida que brota da união dosprincípios opostos.Por cima da Cruz, a letra “G”. O iniciado, Mestre Perfeito, já conhece muito bem o significado dessaletra que na mudez relativa desafia a que a interpretação na sua nova posição, junto ao TrípliceFalus, na sua junção com a Rosa-Cruz mística. “A Catequese Cristã é apenas, como o leite materno,uma primeira alimentação da Alma; o sólido banquete é a Contemplação dos Iniciados, carne esangue do Verbo, a compreensão do Poder e da Quintessência divina.” “O Gnóstico é a VerdadeiraIniciação; e a Gnose é a firme compreensão da Verdade Universal que, por meio de razõesinvariáveis nos leva ao conecimento da Causa…” “Não é a Fé, mas sim a Fé unida as Ciências, a quesabe discernir a verdadeira da falsa doutrina. Fiéis são os que apenas literalmente crêem nasescrituras. Gnósticos, são os que, profundando-les o sentido interior, conhecem a verdade inteira.”“Só o Gnóstico é por essência, piedoso.” “O homem não adquire a verdadeira sabedoria senãoquando escuta os conselhos duma voz profética que lhe revela a maneira porqur foi, é, e será tudoquanto existe.” O Gnosticismo dos Templários é uma nova mística que ilumina os Evangelhos e osinterpreta à Luz da Razão Humana.* * * …O Mestre Perfeito entra de olhos vendados, até chegar ao pedestal de Baphomet. Ajoelha efaz sua prece: “Grande Arquiteto do Universo Infinito, que lês em nossos corações, que conheces osnossos pensamentos mais íntimos, que nos dá o livre arbítrio para que escolhamos entre a estrada daLuz e das Trevas.” “Recebe a minha prece e ilumina a minha alma para que não caia no erro, paraque não desagrade à vossa soberana vontade” “Guiai-me pelo caminho da Virtude e fazei de mim umser útil à Humanidade”. Acabada a prece, o candidato levanta-se e aguarda as provas rituais que hãoPage 3 of 14Os Pobres Cavaleiros de Cristo | Teoria da Conspiração29/09/2009http://www.deldebbio.com.br/index.php/2008/10/22/os-pobres-cavaleiros-de-cristo/ 

Activity (7)

You've already reviewed this. Edit your review.
1 thousand reads
1 hundred reads
crisdesigner liked this
ramon liked this
Bruna Martins liked this
legarr liked this

You're Reading a Free Preview

Download
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->