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Programas de Apoio à Recuperação de Imóveis
RECRIA
(Regime Especial de Comparticipação na Recuperação de Imóveis Arrendados)Financia a execução de obras de conservação e beneficiação, que permitam a recuperação de fogos eimóveis em estado de degradação. Podem aceder ao RECRIA, senhorios e proprietários de fogos, assimcomo inquilinos e municípios, que se substituam aos senhorios, na realização das obras em fogos comrendas susceptíveis de correcção extraordinária.
REHABITA
(Regime de Apoio à Recuperação Habitacional em Áreas Urbanas Antigas)Visa apoiar a execução de obras de conservação, de beneficiação ou de reconstrução de edifícioshabitacionais e as acções de realojamento provisório ou definitivo daí decorrentes, no âmbito deoperações municipais de reabilitação urbana.
RECRIPH
(Regime Especial de Comparticipação e Financiamento na Recuperação em Regime dePropriedade Horizontal)Visa o acesso das administrações de condomínio de edifícios habitacionais construídos até à data daentrada em vigor do Regulamento Geral das Edificações Urbanas, aprovado pelo Dec. Lei n.º 38382, de7 de Agosto de 1951, ou após essa data, cuja licença de utilização tenha sido emitida até 1 de Janeirode 1970.
Contactos:Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana
Av. Columbano Bordalo Pinheiro, nº 51099-019 LisboaTelef. 21 723 15 00Fax: 21 726 07 29E-mail:ihru@ihru.pt
 
Recria
Objectivos
O Regime Especial de Comparticipação na Recuperação de Imóveis Arrendados (
RECRIA
)visa financiar a execução das obras de conservação e beneficiação que permitam arecuperação de fogos e imóveis em estado de degradação, mediante a concessão deincentivos pelo Estado e pelos municípios.Poderão beneficiar dos incentivos previstos neste regime as obras a realizar em edifícios quetenham pelo menos uma fracção habitacional cuja renda tenha sido objecto de correcçãoextraordinária nos termos da
.
 
Condições de acesso
Os senhorios e proprietários de fogos, cuja renda tenha sido objecto de correcçãoextraordinária, assim como os inquilinos e os municípios que se substituam aos senhorios narealização das obras em fogos com rendas susceptíveis daquela correcção.
Imóveis abrangidos
São comparticipáveis pelo
RECRIA
, fogos e partes comuns de prédios em que pelo menosum fogo tenha sido objecto de correcção extraordinária nos termos da Lei n.46/85, de 20 deSetembro, onde se procedam a:Obras de conservação ordinária;Obras de conservação extraordinária;• Obras de beneficiação, que se enquadrem na lei geral ou local e se tornem necessáriaspara a concessão de licença de utilização.Os incentivos não são cumuláveis com quaisquer outros subsídios, comparticipações oubonificações concedidos pela Administração, com excepção dos atribuídos no âmbito doPrograma SOLARH.
Condições de Financiamento
As obras a executar no âmbito do RECRIA beneficiam de comparticipação a fundo perdido,cujo valor é calculado nos termos do estabelecido no
.
 
O IHRU pode ainda conceder financiamentos, sob a forma de empréstimo, aos proprietáriosdos imóveis a recuperar até ao montante correspondente à parte do valor das obras nãocomparticipada.As verbas dos empréstimos são libertadas mediante avaliações da evolução das obras pelaCâmara Municipal, sem prejuízo de poderem ser concedidos adiantamentos até 20% do valordas obras, a amortizar durante a sua realização.O prazo máximo de reembolso dos empréstimos é de oito anos contados da data da últimautilização do capital mutuado.
Legislação
– Introduz alterações no Código do IVA eharmoniza-o coma Lei Geral Tributavél. As empreitadas realizadas no âmbito do RECRIApassam a ser tributadas à taxa reduzida.
– Altera o regime de renda condicionada.
– Altera o Regime Especialde Comparticipação na Recuperação de Imóveis Arrendados (RECRIA). Revoga o
e
.
valores por m2 para calculo da rendacondicionada. Portaria esta com aplicações para o ano de 2007.
 
Rehabita
Objectivos
O Regime de Apoio à Recuperação Habitacional em Áreas Urbanas Antigas (
REHABITA
),
 
consiste numa extensão do Programa RECRIA e visa apoiar financeiramente as CâmarasMunicipais na recuperação de zonas urbanas antigas.O acesso ao
REHABITA
pressupõe a celebração de acordos de colaboração entre o IHRU, asCâmaras Municipais e outras instituições de crédito autorizadas.
Condições de Acesso
O financiamento no âmbito do
REHABITA
destina-se a apoiar a execução de obras deconservação, de beneficiação ou de reconstrução de edifícios habitacionais e as acções derealojamento provisório ou definitivo daí recorrentes, no âmbito de operações municipais dereabilitação dos núcleos urbanos históricos que sejam declarados como áreas críticas derecuperação e reconversão urbanística, nos termos do art.º 41.º do
, e que possuam planos de pormenor ou regulamentos urbanísticosaprovados e aos centros urbanos reconhecidos nos termos dos n.º 2 e 3 do art. I do
,relativo às Medidas Cautelares contra o Riscode Incêndio.
Condições de Financiamento
Às obras integradas no REHABITA, comparticipadas pelo RECRIA, acresce umacomparticipação a fundo perdido de 10%, suportada pelo IHRU e pelos munipiosenvolvidos, nos mesmos moldes do RECRIA.Quando as obras visem a adequação ao disposto no regime sobre as medidas Cautelarescontra Riscos de Incêndio o limite previsto no n.º 4 do art.º 6 do RECRIA é aumentado de10%.
 
Tal como no RECRIA, quando a câmara municipal se substituir aos senhorios ou proprietáriosna realização das obras poderá recorrer a empréstimos bonificados ao abrigo do
 
, para financiar o valor das obras não comparticipadas.
Realojamento Provisório e Definitivo
As obras comparticipáveis pelo REHABITA ao abrigo do RECRIA, destinadas ao realojamentoprovisório ou à elaboração de projectos ou fiscalização, têm uma percentagem adicional, a
 
fundo perdido, de 10%, a suportar pelo IHRU e pelo município na proporção estabelecidapelo RECRIA, desde que conste da previsão da candidatura.Nas situações em que as operações de reabilitação e de renovação urbana impliquem aconstrução ou aquisição de fogos para realojamento provisório ou definitivo de agregadosfamiliares, o município terá que os atribuir em regime de renda apoiada e sujeitá-los aoregime de intransmissibilidade previsto no PER.Para a construção ou aquisição desses fogos, o município pode obter uma comparticipaçãoaté 40% a fundo perdido, concedida pelo IHRU e um financiamento bonificado até 40%,directamente do IRHU ou através de instituições de crédito.
Direito de Preferência dos Municípios
Nas áreas urbanas declaradas como áreas críticas de recuperação e de reconversão
 
urbanística, o município tem direito de preferência na alienação desses imóveis, nos termosdos artigos 27.º e 28.º do Decreto-Lei n.º 794/76, de 5 de Novembro.
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