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normas corregedoria

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Published by ademir araujo
oficial de justiça tomo I Capitulo II
seção I capitulo VI e XII
oficial de justiça tomo I Capitulo II
seção I capitulo VI e XII

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PROVIMENTO Nº 50/89
CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA
- SÃO PAULO -
NORMAS DE SERVIÇO
OFÍCIOS DE JUSTIÇA TOMO I
Desembargador
MILTON EVARISTO DOS SANTOS
 
Corregedor Geral da Justiça
1989
 
 
PROVIMENTO Nº 50/89
 
O DESEMBARGADOR MILTON EVARISTO DOS SANTOS, CORREGEDORGERAL DA JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO, no uso de suas atribuições legais e,CONSIDERANDO imprescindível a atualização das Normas de Serviço daCorregedoria Geral (NSCGJ), dada a multiplicidade de provimentos e outros atos normativossupervenientes a esse diploma, em sua primeira edição;CONSIDERANDO, ainda, a necessidade de revisão da matéria, decorrente daoficialização de todos os Ofícios de Justiça do Estado de São Paulo;CONSIDERANDO, finalmente, propícia a oportunidade para não facilitar aconsulta, mas também para melhor compreensão do alcance da sistemática adotada,
R E S O L V E :
 Artigo 1º - Ficam as NORMAS DE SERVIÇO DA CORREGEDORIA GERAL DAJUSTIÇA, que regulam o exercício da função correcional e a execução dos serviços auxiliares da justiça, dispostas em 20 (vinte) Capítulos, numerados do I ao XX, destinando-se os 12 (doze)primeiros aos serviços judiciais e os subseqüentes aos extrajudiciais.Artigo 2º - Entram em vigor, tanto que publicadas na Imprensa Oficial doEstado, as normas relativas aos serviços judiciais (Capítulos I ao XII).Artigo 3º - Enquanto não ultimada a atualização dos demais capítulos que tratamdos serviços extrajudiciais, permanecem em vigor os dispositivos das "NORMAS DE SERVIÇO"de que cuida o Provimento CG 5/81.São Paulo, 4 de setembro de 1989.
MILTON EVARISTO DOS SANTOSCORREGEDOR GERAL DA JUSTIÇA
 
 
APRESENTAÇÃO
Por ser penosa e difícil a consulta de textos esparsos em numerosos provimentos,reuniam-se, pela primeira vez e num só volume, as normas correcionais emanadasda Presidência do Tribunal de Justiça, do Conselho Superior da Magistratura e daCorregedoria Geral, relativas à disciplina da função correcional e dos serviçosauxiliares.
Nascia, então, no ano de 1973, com o aplauso do eminente Desembargador JOSÉCARLOS FERREIRA DE OLIVEIRA, Corregedor Geral, a "CONSOLIDAÇÃO DAS NORMAS DACORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA".Obra encadernada logo se desatualizou.Crescia o serviço judiciário e com ele a necessidade de novos provimentos e novasregras.Coube ao eminente Desembargador ADRIANO MARREY, Corregedor Geral, em1981, a iniciativa de um novo e alentado trabalho, que culminou com a edição das "NORMAS DESERVIÇO DA CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA".Na administração do eminente Corregedor Geral, Desembargador BRUNOAFFONSO DE ANDRÉ, as "NORMAS DE SERVIÇO" foram publicadas em folhas soltas,inaugurando aprimorado e prático instrumento das atividades cartorárias.Colaboraram, nessas realizações, os Magistrados HÉLIO QUAGLIA BARBOSA,JOSÉ DE MELLO JUNQUEIRA, JOSÉ WALDECY LUCENA, GILBERTO VALENTE DA SILVA,EGAS DIRSON GALBIATTI, NARCISO ORLANDI NETO, LAERTE NORDI, RENATO CARLOSMASCARENHAS e RUI STOCO, com o prestígio de acatadas entidades de classe.Apesar do reconhecido propósito de mantê-las sempre em dia, com uma equipepermanente de trabalho, isso efetivamente não ocorreu.As conseqüências não tardaram.Aquele instrumento, simples e seguro, ao longo do tempo, sofreu um sem númerode enxertos e mutilações.Não se podia perder, porém, uma obra já consagrada pelo público usuário e quetanto enriqueceu os anais forenses.Ao assumir, em janeiro de 1988, o cargo de Corregedor Geral, minhaspreocupações se voltaram para a continuidade desse trabalho.Designei, para a árdua tarefa, o experiente e dedicado Magistrado SEBASTIÃOOSCAR FELTRIN, que centralizou os estudos.Elaborou-se relatório circunstanciado, que apontou a necessidade de completarevisão dos capítulos em vigor e introdução de outras matérias.Participaram, nessa fase, os Diretores de Divisão LAÉRCIO LACERDA, AKEOANTONIO TSUTSUI, JOSÉ ROBERTO CANALE GREGÓRIO e ADAIR BORGES DECARVALHO, todos com larga experiência cartorária.Os trabalhos se desenvolveram, por dez meses ininterruptos, resultando, a final, naedição de inúmeros provimentos, adaptados à realidade atual e à dinâmica judiciária.A oficialização dos cartórios judiciais e a privatização dos serviços notariais eregistrários não mais recomendavam a permanência, em um só volume, de normas destinadas auns e outros, sem qualquer especificação.Foram as "NORMAS DE SERVIÇO" divididas em dois volumes: o primeiro relativoaos serviços judiciais e o segundo aos extrajudiciais, conservando-se, quanto possível, a ordemdos capítulos.

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