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O Projeto Diretrizes, iniciativa conjunta da Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina, tem por objetivo conciliar informações da área médica a fim de padronizar condutas que auxiliem o raciocínio e a tomada de decisão do médico. As informações contidasneste projeto devem ser submetidas à avaliação e à crítica do médico, responsável pela condutaa ser seguida, frente à realidade e ao estado clínico de cada paciente
Tratamento da Fase Agudado Acidente Vascular Cerebral
 Academia Brasileira de Neurologia
Elaboração Final:
24 de Julho de 2001
Autoria:
Gagliardi RJ, Raffin CN, Fábio SRC
Colaboradores:
Bacellar A, Longo AL, Massaro AR, Moro CHC,André C, Nóvak EM, Dias-Tosta E, Yamamoto FI,Damiani IT, Maciel Jr JA, Fernandes JG, Vega MG,Fukujima MM, Lanna MA, Oliveira RMC, Melo-Souza SE, Novis SAP, Tognola WA
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Projeto Diretrizes
Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina
 
O Projeto Diretrizes, iniciativa conjunta da Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina, tem por objetivo conciliar informações da área médica a fim de padronizar condutas que auxiliem o raciocínio e a tomada de decisão do médico. As informações contidasneste projeto devem ser submetidas à avaliação e à crítica do médico, responsável pela condutaa ser seguida, frente à realidade e ao estado clínico de cada paciente.
Hipertensão Arterial – Abordagem Geral
Sociedade Brasileira de Cardiologia eSociedade Brasileira de Nefrologia
Elaboração Final:
03 de Fevereiro de 2002
Autoria:
Mion Jr D, Machado CA, Gomes MAM, Nobre F,Kohlmann Jr O, Amodeo C, Praxedes JN, Pascoal I,Magalhães LC.
 
Projeto Diretrizes
Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina
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 Hipertensão Arterial - Abordagem Geral 
DESCRIÇÃO DO MÉTODO DE COLETA DE EVIDÊNCIAS:
 
Reunião consensual e multidisciplinar para elaboração do texto cominclusão das citações bibliográficas, a partir da colaboração demédicos filiados às sociedades de cardiologia, hipertensão e nefrologia.A partir de um texto básico referencial, os participantes, divididos emgrupos de trabalho, geraram, por acréscimos e subtrações ao textobásico, recomendações aprovadas, posteriormente em plenária, quepermitiram a edição do texto preliminar. Em diferentes momentosforam realizadas as buscas de referências cruzadas e artigosrelacionados mais relevantes, como estudos epidemiológicos e multicêntricosclássicos. Procurou-se indicar trabalhos relevantes de autoresbrasileiros. Esta diretriz é uma versão resumida do referido consenso,adaptado em trabalho colaborativo com a Comissão Técnica do ProjetoDiretrizes da Associação Médica Brasileira.
GRAU DE RECOMENDAÇÃO E FORÇA DE EVIDÊNCIA:A:
Estudos experimentais e observacionais de melhor consistência.
B:
Estudos experimentais e observacionais de menor consistência.
C:
Relatos ou séries de casos.
D:
Publicações baseadas em consensos ou opiniões de especialistas.
OBJETIVOS:
Oferecer um guia prático, adequado à realidade brasileira, para preven-ção, diagnóstico e tratamento da hipertensão arterial não complicada.Informações sobre complicações da hipertensão arterial primária e so-bre condutas clínicas na hipertensão arterial secundária ao diabetes, gravidez,doença renovascular, ou associada a outras condições encontram-se nadiretriz denominada “hipertensão arterial – situações especiais”.
 
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 Hipertensão Arterial - Abordagem Geral 
Projeto Diretrizes
Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina
I
 
NTRODUÇÃO
A hipertensão é um dos principais agravos à saúde no Brasil.Eleva o custo médico-social, principalmente pelas suas complica-ções, como as doenças cérebro-vascular, arterial coronariana evascular de extremidades, além da insuficiência cardíaca e dainsuficiência renal crônica.Desde 1963, as doenças cardiovasculares superaram as outrascausas de morte, sendo responsáveis atualmente por 27% dosóbitos. Houve aumento do risco de morte por estas doenças de1980 a 1984, seguido de queda até 1996.Diferentemente do quadro norte-americano, que mostrou re-dução de 60% na mortalidade por doença cérebro-vascular e 53%por doença arterial coronariana, no Brasil (Figura 1) a reduçãoverificada foi de 20% e 13%, respectivamente. As tendências derisco de morte por doenças cardiovasculares são diferentes nasdiversas regiões com queda no Sudeste e Sul, aumento no Cen-tro-Oeste e Nordeste e estabilidade no Norte
1
(
B
).Os estudos de prevalência são poucos e não representativos dopaís. Os inquéritos mostrados na Figura 2 apontam alta prevalência,da ordem de 22% a 44%
2
(
B
)
3-6
(
A
)
 
7
(
C
). Em função desta realida-de, deve-se estabelecer programas de controle em todo o país.
Mortalidade no Brasil, de 1980 a 1996.Porcentagem de decnio ajustada por idadeFigura 1
Doea cerebrovascularDoea arterial cororia
of 00

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