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ANO 2002
GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO
GERALDO ALCKIMIN
SECRETÁRIO DE ESTADO DA SAÚDE
JOSÉ DA SILVA GUEDES
COORDENADOR DOS INSTITUTOS DE PESQUISA - CIP
JOSÉ DA ROCHA CARVALHEIRO
DIRETOR TÉCNICO DO CENTRO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA “PROFESSOR ALEXANDRE VRANJAC” - CVE/SES-SP
JOSÉ CÁSSIO DE MORAES
Elaboração do Manual:DIVISÃO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DAS DOENÇAS DE TRANSMISSÃOHÍDRICA E ALIMENTAR - CVE/SES-SP
MARIA BERNADETE DE PAULA EDUARDO - Coordenação GeralMARIA LÚCIA ROCHA DE MELLO - Revisão FinalELIZABETH MARIE KATSUYA - RedaçãoJOCELEY CASEMIRO DE CAMPOS
Editoração:
GREICE MADELEINE I. CARMO - estagiáriaRAFAEL N. OLIVEIRA - estagiárioLIZETTE COSTA MARIA HELENA SOARES
Colaboradora:
CÉLIA ELISA GUARNIERI - INSTITUTO DE INFECTOLOGIA EMÍLIO RIBAS - SES/SP
 Agradecimentos:
Aos membros da
Comissão Estadual de Prevenção e Combate à Cólera e àsDoenças Transmitidas por Alimentos
- Secretaria de Estado da Saúde/SES-SP, queparticiparam na discussão da revisão de condutas.
Este Manual é uma revisão do Manual de Vigilância Epidemiológica - Cólera,Normas e Instruções, de 1992, editado por este CVE.
 
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SUMÁRIO
1. Definição052. Propósito053. Aspectos Epidemiológicos
063.1. Cadeia de Processo Infeccioso063.1.1. Agente Etiológico063.1.2. Modo de Transmissão073.1.2.1. Fonte de Infecção e Reservatório073.1.2.2. Modo de Transmissão083.1.2.3. Via de Eliminação e Duração083.1.2.4. Via de Penetração083.1.3. Novo Hospedeiro093.1.3.1. Suscetibilidade e Resistência083.1.3.2. Período de Incubação093.2. Características Epidemiológicas093.2.1. Distribuição em Relação ao Tempo e ao Espaço093.2.2. Distribuição em Relação aos Atributos de Pessoas10
4. Fisiopatogenia105. Aspectos Clínicos10
5.1. Quadro Clínico105.2. Complicações105.3. Prognóstico11
6. Diagnóstico Laboratorial11
6.1. Coleta das Amostras116.1.1. Coleta das Amostras com Zaragatoa (SWAB)116.1.2. Coleta das Amostras em Papel de Filtro126.1.3. Coleta das amostras In Natura136.2. Encaminhamento das Amostras136.3. Controle “in vitro” de resistência do
Vibrio cholerae 
aos antimicrobianos136.4. Organização dos Laboratórios136.4.1. Laboratórios que realizarão o Diagnóstico136.4.2. Instituto Adolfo Lutz Laboratório Central146.5. Processamento das Amostras14
7. Diagnóstico Diferencial168. Tratamento dos Casos Suspeitos20
8.1. Hidratação208.1.1. Abordagem do paciente de 5 anos ou mais, com suspeita de Cólera208.1.2. Abordagem do paciente menor de 5 anos, com suspeita de Cólera258.2. Antibioticoterapia338.2.1. Medicamentos Recomendados33
9. Vigilância Epidemiológica34
9.1. Definição do Caso349.1.1. Suspeito349.1.2. Classificação dos Casos359.2. Notificação369.3. Roteiro para Investigação de Caso Isolado369.4. Investigação da Suspeita de Surtos e Epidemias389.4.1. Investigação Laboratorial dos Casos389.4.2. Investigação Epidemiológica - descrição389.4.3. Investigação Epidemiológica Especial399.4.4. Divulgação de Informações399.4.5. Fluxo de Informação 39
10. Medidas de Controle40
10.1. Frente ao Caso4010.1.1. Isolamento4010.1.2. Desinfeção Concorrente4010.1.3. Quarentena41
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