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SUMÁRIO
1. Definição052. Propósito053. Aspectos Epidemiológicos
063.1. Cadeia de Processo Infeccioso063.1.1. Agente Etiológico063.1.2. Modo de Transmissão073.1.2.1. Fonte de Infecção e Reservatório073.1.2.2. Modo de Transmissão083.1.2.3. Via de Eliminação e Duração083.1.2.4. Via de Penetração083.1.3. Novo Hospedeiro093.1.3.1. Suscetibilidade e Resistência083.1.3.2. Período de Incubação093.2. Características Epidemiológicas093.2.1. Distribuição em Relação ao Tempo e ao Espaço093.2.2. Distribuição em Relação aos Atributos de Pessoas10
4. Fisiopatogenia105. Aspectos Clínicos10
5.1. Quadro Clínico105.2. Complicações105.3. Prognóstico11
6. Diagnóstico Laboratorial11
6.1. Coleta das Amostras116.1.1. Coleta das Amostras com Zaragatoa (SWAB)116.1.2. Coleta das Amostras em Papel de Filtro126.1.3. Coleta das amostras “In Natura”136.2. Encaminhamento das Amostras136.3. Controle “in vitro” de resistência do
Vibrio cholerae
aos antimicrobianos136.4. Organização dos Laboratórios136.4.1. Laboratórios que realizarão o Diagnóstico136.4.2. Instituto Adolfo Lutz – Laboratório Central146.5. Processamento das Amostras14
7. Diagnóstico Diferencial168. Tratamento dos Casos Suspeitos20
8.1. Hidratação208.1.1. Abordagem do paciente de 5 anos ou mais, com suspeita de Cólera208.1.2. Abordagem do paciente menor de 5 anos, com suspeita de Cólera258.2. Antibioticoterapia338.2.1. Medicamentos Recomendados33
9. Vigilância Epidemiológica34
9.1. Definição do Caso349.1.1. Suspeito349.1.2. Classificação dos Casos359.2. Notificação369.3. Roteiro para Investigação de Caso Isolado369.4. Investigação da Suspeita de Surtos e Epidemias389.4.1. Investigação Laboratorial dos Casos389.4.2. Investigação Epidemiológica - descrição389.4.3. Investigação Epidemiológica Especial399.4.4. Divulgação de Informações399.4.5. Fluxo de Informação 39
10. Medidas de Controle40
10.1. Frente ao Caso4010.1.1. Isolamento4010.1.2. Desinfeção Concorrente4010.1.3. Quarentena41