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Curriculum Lattes

Curriculum Lattes

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A PLATAFORMA LATTES
A Plataforma Lattes representa a experiência do CNPq na integração de bases de dados de currículose de instituições da área de ciência e tecnologia em um único Sistema de Informações, cujaimportância atual se estende, não só às atividades operacionais de fomento do CNPq, como tambémàs ações de fomento de outras agências federais e estaduais.Dado seu grau de abrangência, as informações constantes da Plataforma Lattes podem ser utilizadastanto no apoio a atividades de gestão, como no apoio à formulação de políticas para a área de ciênciae tecnologia.O Currículo Lattes registra a vida pregressa e atual dos pesquisadores sendo elemento indispensávelà análise de mérito e competência dos pleitos apresentados à Agência.A partir do Currículo Lattes, o CNPq desenvolveu um formato-padrão para coleta de informaçõescurriculares hoje adotado não só pela Agência, mas também pela maioria das instituições de fomento,universidades e institutos de pesquisa do País.A adoção de um padrão nacional de currículos, com a riqueza de informações que esse sistemapossui, a sua utilização compulsória a cada solicitação de financiamento e a disponibilização públicadestes dados na internet, deram maior transparência e confiabilidade às atividades de fomento daAgência.
QUEM É CÉSAR LATTES?
Um dos maiores cientistas brasileiros, o físico Césare Mansueto Giulio Lattes, mais conhecido comoCésar Lattes, tornou-se um ícone na produção científica mundial e um símbolo, para o Brasil, queserviu de inspiração e estímulo para as gerações seguintes.Lattes, no período da Segunda guerra mundial, iniciou pesquisas que contribuiriam para o avanço daciência em relação à estrutura atômica. A descoberta do ‘méson pi’ (partícula efêmera, com massaentre a do elétron e a do próton) foi essencial para os estudos sobre radiação. Para efetuar suas
 
pesquisas Lattes, com notável espírito empreendedor, montou o laboratório de Chaclataya, na Bolívia.Em parceria com outros pesquisadores, obteve importantes avanços como a reprodução artificial dospíons. Em trabalho conjunto com japoneses, fez descobertas como o fenômeno das 'Bolas de Fogo',nome dado às nuvens de mésons no interior dos átomos. Apesar de ser crítico de Einstein, suaspesquisas foram fundamentais para o desenvolvimento da 'Teoria da Relatividade', pois foramprecursoras para a concepção dos 'quarks'. Dessa forma, apresentam fundamentos das teorias sobrea criação e a expansão do universo.As contribuições de Lattes não se restringem ao meio acadêmico, no período de 1945 e 1956, houveuma forte intercecção entre ciência e política. Os pesquisadores tinham a noção de que a ciência, paraprogredir, tem que partir de preceitos políticos capazes de arregimentar apoio logístico e financeiro emquestões estratégicas para o desenvolvimento nacional. Em 1946, criou o CBPF (Centro Brasileiro dePesquisas Físicas) como o primeiro centro independente para pesquisa em física, agora ligado aoMinistério de Ciência e Tecnologia. As suas participações perante organizações de fomento a pesquisatambém foram decisivas como integrante da comissão responsável pela instituição do CNPq.Participou no período de fundação, nas primeiras reuniões e, posteriormente, como membro doConselho Deliberativo de 1953 a 1955. Teve grande atuação em universidades como USP, na cátedrado Departamento de Física da Faculdade de Filosofia, em que implantou o laboratório de emulsõesnucleares, e UNICAMP, na direção do Departamento de Cronologia, Raios Cósmicos e Altas Energiasdo Instituto de Física, onde montou o laboratório de Síncroton. De 1950 a 1959, esteve presente naComissão de Raios Cósmicos da União Internacional de Física Pura e Aplicada, em que demonstrou anecessidade de integração em parcerias e cooperação entre nações em prol do desenvolvimentocientífico. Recebeu várias homenagens nacionais e internacionais em reconhecimento ao legado desuas contribuições.A história do cientista confunde-se com a história da ciência no Brasil e no mundo.(Centro de Memória do CNPq)
HISTÓRICO
Desde meados dos anos 80, já havia entre os dirigentes do CNPq a preocupação pela utilização de umformulário padrão para registro dos currículos dos pesquisadores brasileiros. Os objetivos desteformulário seriam, além de permitir a avaliação curricular do pesquisador, a criação de uma base dedados que possibilitasse a seleção de consultores e especialistas, e a geração de estatísticas sobre adistribuição da pesquisa científica no Brasil. Foi, então criado, um sistema denominado Banco deCurrículos que à época, contava com formulário de captação de dados em papel e etapas deenquadramento e digitação de dados em um sistema informatizado.No final dos anos 80, o CNPq já disponibilizava às universidades e instituições de pesquisa do país,através da rede BITNET, precursora da Internet no Brasil, buscas sobre a base de currículos depesquisadores brasileiros. À época, a base de dados contava com cerca de 30.000 currículos.No início dos anos 90, o CNPq desenvolveu formulário eletnico para a captão de dadoscurriculares para o Sistema Operacional DOS, denominado BCUR. Os pesquisadores preenchiam oformulário e o enviavam em disquete ao CNPq, que os carregava na base de dados.Com a disseminação do Sistema Operacional Windows no meio acadêmico, O CNPq disponibilizou, juntamente com os formulários eletrônicos para automatização dos programas de bolsas à pós-graduação e habilitação de orientadores, o Currículo Vitae do Orientador para o ambiente Windows.
 
Devido ao estágio ainda inicial do uso da Internet no Brasil, a rede foi utilizada apenas como meio parao envio de dados gerados de forma off line pelos respectivos formulários eletrônicos. Pouco tempodepois, uma outra versão de formulário eletrônico para cadastramento de dados curriculares foidesenvolvida pelo MCT e denominado Cadastro Nacional de Competência em Ciência e Tecnologia -CNCT.Ao final dos anos 90, o CNPq contratou os grupos universitários Stela, vinculado à UniversidadeFederal de Santa Catarina, e C.E.S.A.R, da Universidade Federal de Pernambuco, para que, juntamente com profissionais da empresa Multisoft, e técnicos das Superintendências de Informática ePlanejamento, desenvolvessem uma única versão de currículo capaz de integrar as já existentes.Assim, em agosto de 1999, o CNPq lançou e padronizou o Currículo Lattes como sendo o formuláriode currículo a ser utilizados no âmbito do Ministério da Ciência e Tecnologia e CNPq.Desde então, o Currículo Lattes vem aumentando sua abrangência, sendo utilizado pelas principaisuniversidades, institutos, centros de pesquisa e fundações de amparo à pesquisa dos estados comoinstrumento para a avaliação de pesquisadores, professores e alunos.No final do ano de 2002, e após o desenvolvimento de uma versão em língua espanhola do CurrículoLattes, o CNPq, juntamente com a Bireme/OPAS ,cria a rede ScienTI. Essa rede, formada por Organizações Nacionais de Ciência e Tecnologia e outros Organismos Internacionais, teria o objetivode promover a padronização e a troca de informão, conhecimento e experncias entre osparticipantes na atividade de apoio a gestão da área científica e tecnológica em seus respectivospaíses. Como forma de incentivar a criação das bases nacionais de currículos, o CNPq passou alicenciar gratuitamente o software e fornecer consultoria técnica para a implantação do Currículo Lattesnos países da América Latina. Assim, o Currículo Lattes foi implantado em países como Colômbia,Equador, Chile, Perú, Argentina, além de Portugal, Moçambique e outros que se encontram emprocesso de implantação.Em julho de 2005, a Presidência do CNPq cria a Comissão para Avaliação do Lattes, composta por pesquisadores de diversas áreas do conhecimento, com o objetivo de avaliar, reformular e aprimorar aPlataforma Lattes, corrigindo possíveis desvios e promovendo o aperfeiçoamento da ferramenta.
COMISSÃO PARA AVALIAÇÃO DA PLATAFORMA LATTES
A Presidência do CNPq criou comissão, através da portaria n° 117 de 27 de julho de 2005, com oobjetivo de promover a reavaliação na Plataforma Lattes.A Comissão Lattes, constituída pelos professores Emílio José de Castro e Silva (UFBA), MárciaCristina Bernardes Barbosa (UFRGS), Henrique Rozenfeld (USP), Vera Sílvia Marao Beraquet(PUC/Campinas) e por representantes da Coordenação Geral de Informática do CNPq, trabalhoudesde a data da sua constituição até o presente momento, tanto através de reuniões presenciais,quanto por meio de conferências eletrônicas. As inovações e modificações sugeridas pela comissão eadotadas pelo CNPq basearam-se em idéias dos membros da comissão e de consulta ao banco desugestões da comunidade científica usuária da Plataforma Lattes, coletadas ao longo dos últimos anospelo CNPq.Modificões significativas foram também sugeridas e introduzidas pela Diretoria do CNPq,representada pelos professores Manoel Barral Netto e José Roberto Drugowich de Felício, e pelopróprio presidente da instituição, professor Erney Felício Plessmann de Camargo.

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