• Embed Doc
  • Readcast
  • Collections
  • CommentGo Back
Download
 
O “LOBÃO DA BEIRA WEB”, CUMPRE OS PRECEITOS LEGAIS
OS CONTEÚDOS DA CAMPANHA ÁS AUTÁRQUICAS 2009 (VÍDEOS E FOTOS),ESTARÃO NOVAMENTE DISPONÍVEIS, A PARTIR DE DOMINGO ÁS 20:00 H(HORA DO CONTINENTE)A propaganda eleitoral consiste nas acções de natureza política e publicitáriadesenvolvidas pelos candidatos, seus apoiantes e mandatários ou representantesdestinadas a influir sobre os eleitores, de modo a obter a sua adesão àscandidaturas ou, no caso do referendo, a dada opção política e, em consequência,a conquistar o seu voto.Não há norma legal que impeça a propaganda eleitoral fora dos períodos eleitoraisou de referendo, mas esta assume particular relevo e só é especialmente protegidadurante a campanha.
De todo o modo, a propaganda eleitoral éexpressamente proibida no dia da votação e no dia imediatamenteanterior
, assim como não é permitido qualquer meio de propaganda dentro dosedifícios onde funcionem as assembleias ou secções de voto e, fora deles, até auma distância que varia entre os 500 e os 50 metros, consoante a lei eleitoral deque se trate. Para lá desse perímetro é, em princípio, ilegítima a remoção dematerial de teor propagandístico.Sendo certo que a campanha é precisamente o período destinado à realização dapropaganda eleitoral, esta tem como finalidade persuadir o eleitorado emdeterminado sentido com vista à obtenção de votos. A propaganda política é umaactividade típica da campanha, mas aquela é mais vasta do que esta e abrange,em geral, toda a actividade, desenvolvida ou não no decurso da campanha eleitoralpropriamente dita, de difusão de mensagens político-eleitorais.A propaganda eleitoral traduz-se, assim, no esforço deliberado por parte dosaparelhos que suportam as candidaturas no sentido de influenciar ou manipular aconsciência do eleitor, captando a sua adesão e conseguindo o seu voto. Por seuturno, a propaganda dirigida ao referendo pode consistir tanto na demonstração dabondade de certa opção, como no esclarecimento objectivo e não indutivo daquestão colocada aos eleitores, seus contornos e consequências.Os aparelhos partidários têm vindo progressivamente a recorrer a técnicas cadavez mais sofisticadas de sedução e persuasão, estando hoje difundida a expressão
 
"
marketing
eleitoral" para designar o conjunto de meios técnico-publicitáriosutilizados na divulgação das mensagens de cariz eleitoral.A actividade de propaganda eleitoral, como desdobramento ou modalidade dapropaganda política em geral, manifesta-se por diversas formas, tanto maisapelativas e eficazes consoante os avanços cnicos o o permitindo. Talactividade deve desde logo ser pautada pelo prinpio, constitucionalmenteconsagrado, da liberdade de propaganda, ela própria decorrência das liberdades(mais vastas) de expressão, reunião e manifestação.Da definição legal, idêntica, com pequenas variações de redacção, em todas as leiseleitorais, parece resultar a destria entre a actividade de propagandapropriamente dita, centrada na acção directa do candidato ou apoiante, e apublicação de textos ou imagens, como formas de expressão ou reprodução doconteúdo dessa actividade.Numa distinção clássica, os meios de propaganda dividem-seem
 gráficos
,
 sonoros
e
audiovisuais
.Contam-se nos primeiros, a título de exemplo, os cartazes, os panfletos, as cartas,os autocolantes, os emblemas e certos objectos de uso corrente, como porta-chaves e esferográficas, com a inscrição, nomeadamente, dos símbolos das forçasconcorrentes, das fotografias dos candidatos ou dos
slogans
mais utilizados.A respeito do segundo tipo de meios mencionado, destacam-se, pela suageneralização, os comícios, as sessões de esclarecimento, os contactos de rua comos eleitores e as caravanas de automóveis organizadas, embora nalguns destescasos se possam facilmente detectar também componentes gráficas.Por sua vez, os meios audiovisuais consistem fundamentalmente nos tempos deantena na rádio e na televisão, que devem ser atribuídos equitativamente e emcondições de igualdade por todos os candidatos.Ainda no que concerne aos meios audiovisuais, devemos destacar a crescenteutilização, por parte das organizações político-partidárias, das novas tecnologias deinformação, em particular, da Internet.Para evitar a violação dos princípios básicos que devem nortear a campanha eassegurar o respeito dos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos susceptíveisde colidir com o desenrolar da campanha, as diversas leis eleitorais e dos
 
referendos consagraram expressamente um conjunto de regras específicas edeterminadas sobre a distribuição de meios públicos e a forma e os limites dapropaganda a desenvolver naquele período.A esse propósito podemos chamar à colação o seguinte elenco de regras, que porse tratarem de normas de procedimento pacificamente aceites e compreendidassão comuns às diversas leis eleitorais e referendárias:a) As entidades públicas e privadas devem respeitar, entre outros, os princípios daigualdade de oportunidades e de tratamento das candidaturas, partidos políticos egrupos de cidadãos eleitores, a fim de estas poderem levar a cabo, livremente enas melhores condições, as suas acções de propaganda;b) Os organismos públicos devem manter rigorosa neutralidade e imparcialidadeperante os candidatos, partidos e grupos de cidadãos eleitores, nomeadamente nodecurso da campanha;c) Durante o período de campanha eleitoral, não pode ser imposta qualquerlimitação à livre expressão das opiniões e doutrinas políticas, económicas e sociais,sem prejuízo da eventual responsabilidade civil e criminal;d) A reunião e a manifestação são livres, sob os condicionalismos e limites da lei;e) Em obediência ao princípio da igualdade de tratamento e de oportunidades, aspublicões de cacter jornalístico devem assegurar um tratamento odiscriminatório das várias candidaturas;f) Os comícios e sessões de esclarecimento terão lugar, desde que devidamentecomunicados, em salas de espectáculos e outros recintos de normal utilizaçãopública que reúnam condições, designadamente de segurança, para o efeito,podendo o presidente da câmara municipal competente requisitar, em caso decomprovada carência, as salas e recintos que considere necessários à campanha,sem prejuízo da actividade normal e programada para os mesmos;g) A afixão de cartazes, fotografias, jornais murais, manifestos e avisos(propaganda gráfica) pode também ser feita em espaços próprios situados emlocais certos previamente disponibilizados pelas câmaras municipais e juntas defreguesia;
of 00

Leave a Comment

You must be to leave a comment.
Submit
Characters: ...
You must be to leave a comment.
Submit
Characters: ...