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Módulo 4
 
impresso desde:
Sala de aula
nome da sala de aula:
Discussões Gerais - MES30EAD_T0008_0609
descrição da sala de aula:
Discussões Gerais da turma 8 de Metodologia do Ensino Superior -Turma 08 - Junho 2009
URL:
http://ead2.fgv.br/learningspace5/forum/forum_posts.asp?TID=216774
data da impressão:
18/agosto/2009 às 18:10
discussão:
Módulo 4
 
colocado por:
MichelShpielman
assunto:
Módulo 4
data:
04/agosto/2009 às 19:25
Módulo 4 – AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
Prezados,Prosseguindo em nosso estudo, veremos agora os conteúdos do
Módulo 4 – AVALIAÇÃO DAAPRENDIZAGEM.Resumo do Módulo:
 Neste módulo, definiremos o papel da avaliação, buscando rever, dessa forma, nossasconcepções sobre erro e castigo. Identificaremos ainda alternativas para conduzir o processo deavaliação, analisando diferentes instrumentos.Ou seja, neste módulo, focalizaremos o
calcanhar de Aquiles
de qualquer escola... de qualquer sala de aula... de qualquer professor – a avaliação.
UNIDADES:UNIDADE 1 – PAPEL DA AVALIAÇÃOUNIDADE 2 – INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO
Há ainda a
UNIDADE 3 – CENÁRIO CULTURAL
, com exemplos de obras que têm relaçãocom alguns dos temas abordados e as atividades de avaliação da
UNIDADE 4
. Podemos iniciar nossos debates sobre a
Unidade 1 – Papel da Avaliação
, com uma reflexãosobre o conceito de “erro”.A noção de “verdadeiro” se origina de uma ideologia monoteísta de que existe o fato real, tal
 
como o foi concebido e existe a interpretação errônea deste fato. Isto é, ao admitirmos o“verdadeiro” e o “falso”, estamos também admitindo que o erro seja um equívoco do ser queinterpreta o real não refletindo de fato como este o é.Podemos considerar o erro como um “engano” ou “desconhecimento” de algo ou como aconseqüência de variáveis que induziram ou conduziram àquele resultado. Uma “alteração do percurso” ou um “acidente” (não necessariamente nefasto) que promoveu uma resposta nãoesperada.Uma parada cardíaca é um erro do funcionamento do coração, isso significa que o coração“desconhece” sua programação biológica? A natureza erra? Nascem pessoas com defeitoscongênitos. O que isso significa? Erro? Sim, se considerarmos o erro como fruto dascomplexidades de um sistema, como conseqüência de variáveis que intervêm neste sistema egeram alterações. Não, se considerarmos o erro como a ignorância do sistema ou como algodecorrente de uma interpretação enganosa do padrão.Uma pessoa pode induzir outra ao erro através, por exemplo, da mentira, mas ainda assim, o queerrou não interpretou enganosamente a ação do primeiro, apenas não considerou outrosinteresses não manifestos que determinaram aquela ação.Se o erro não pode ser compreendido como a falha da verdade, pode, entretanto ser analisadosobre a ótica da evolução. Muito do que hoje sabemos e desfrutamos foi efeito de erros que setransformaram em benefícios. O acaso, o engano, é sabidamente responsável pelas maioresdescobertas do homem seja no campo da ciência, seja no campo histórico. Se navegadores nãotivessem errado suas rotas não descobririam novos continentes, se cientistas não tivessem erradofórmulas não descobririam novos medicamentos.O modelo atual de conhecimento considera o erro como uma análise específica e a questão principal hoje, não se reporta mais à evitação do erro, mas sim à análise das estruturas doraciocínio que produziram aquela interpretação.Vimos nesta unidade que nossa avaliação deve ser uma
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA
, e oque isso significa, é que a avaliação deve ser 
“um instrumento auxiliar do processoeducacional, e não um instrumento de aprovação ou reprovação de alunos”.
Sua função primordial é de “
verificar até que ponto o aluno se apropriou do trabalho que realizamos em sala de aula”
e não punir ou controlar condutas. Vamos discutir sobre o quanto este modelo democrático de avaliação está de fato consolidadonas práticas educacionais?Abraços!
 
respostas:
colocado por:
Luciane-rampelotiOliveira
data:
04/agosto/2009 às 21:55Boa noite a todos!Achei magnífica esta unidade ser baseada em alguns pontos na concepção de Paulo Freire, queeu particularmente adoro porque ninguém quis ou fez mais pela educação do que ele, e vejamque não restrinjo à educação nacional, porque a teoria freiriana é reconhecidainternacionalmente e ele era doutor "Honoris causa" por 27 universidades em vários países. Aosque não o conhecem, gostaria de sugerir que fizessem uma rápida pesquisa sobre sua biografia eacredito que ficarão tão encantados quanto eu fiquei a alguns anos atrás.Tudo que diz respeito a avaliação é de fato, delicado. Mas acredito que a avaliação é aconsequência de todo o processo por exemplo, por nós até aqui estudado. O papel da instituição,o posicionamento e a conduta docente, as ferramentas disponibilizadas ao aluno, a própriainstigação do mesmo como agente do processo educacional. Acredito que o próprio aluno,muitas vezes até goste do processo avaliativo.Afinal ele quer ser instigado e ter a chance de expor aquilo que desenvolveu, aquilo queconstruiu. Alguns se expressam melhor na escrita, outros na fala ou por meio de desenhos e deexpressões artísticas. Cabe ao professor o discernimento de proporcionar ao aluno que elecompreenda o porque e a necessidade de cada tipo de avaliação. Que isto não é tabu e não deveser tratado como bicho-de-sete-cabeças.Todo o resultado das avaliações, as não conformidades das respostas, as rupturas dos processos,são excelentes materiais de trabalho para que o professor, por meio do diagnóstico, possa usar isso a favor de suas aulas, atingindo em cheio as dúvidas e as dificuldades de seus alunos.Abraços,
 
colocado por:
DanielleFaria
data:
05/agosto/2009 às 00:47Vamos discutir sobre o quanto este modelo democrático de avaliação está de fato consolidadonas práticas educacionais?Bem , acredito que não. O que vemos hoje, na maioria das instituições de ensino - seja de ensinofundamental ou superior é uma avaliação
PUNITIVA
. Punitiva na medida em que vemembutida de inúmeros fatores que deveriam estar absolutamente FORA do processo de
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