igreja cometeria a loucura de chamar alguém assim para servir-lhe? Ainda bem que a igreja não se preocupa com o que fomos antes da conversão!
2.
Houve da parte de Isaías coragem em dizer das suas origens; houve da partede Deus o interesse de qualificá-lo mesmo sabendo das suas origens (v.6,7).A qualificação foi sem anestesia mesmo:
“E tocou-me a boca com abrasa”(v.7).
Algumas vezes o chamado é feito de forma dolorosa, e em nadadiferente é o cumprimento da missão (profeta Jonas).
3.
Aqui repito o que já disse em março de 2009:
“
Alguém devia ser enviado acumprir uma tarefa. A questão era: A quem enviarei? Tudo era uma questãode disponibilidade, talvez não fosse tanto de capacidade. Podemos ver emIsaías a disponibilidade e a qualificação. Não quero confundir qualificaçãocom experiência e maturidade no exercício da função. A qualificação deIsaías, para mim, está no versículo sete:
“A tua culpa foi tirada, e o teu pecado, perdoado” (v.7)”
.III – PAULO, CREDENCIADO PELO SENHOR
1.
O chamamento de Paulo é emblemático, é exemplar, é
sui generis.
Paulo,quando Saulo, era o tipo de gente que todo crente quer distância e muitadistância.
2.
Quando ainda era Saulo, ele esteve presente no apedrejamento de Estevão
“E as testemunhas puseram as suas roupas aos pés de um jovem chamadoSaulo” (At 7.58); “E Saulo aprovou a sua morte” (8.1).
3.
Saulo era um jovem impetuoso no cumprimento das coisas em queacreditava:
“Saulo, porém, assolava a igreja; entrando pelas casas,arrastava homens e mulheres e os colocava na prisão” (8.3).
4.
Saulo parecia estar enlouquecido contra os crentes; ele estava decidido a dar um basta, um ponto final ao crescimento da igreja:
“Saulo, porém, aindarespirando ameaças de morte contra os discípulos do Senhor, dirigiu-se ao sumo sacerdote (9.1) e pediu-lhe cartas para as sinagogas de Damasco, a fim de que, caso encontrasse alguns do Caminho, tanto homens comomulheres, os conduzisse presos a Jerusalém (v.2)”.
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