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Decreto Lei 115./2013 Regime jurídico dos graus académicos

Decreto Lei 115./2013 Regime jurídico dos graus académicos

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 Diário da República, 1.ª série N.º 151 7 de agosto de 2013
4749
 b) O n.º 24, do quadro «despesas não elegíveis», do
anexo II do Regulamento de Aplicação da Ação n.º 1.1.3, «Instalação de Jovens Agricultores», aprovado pela Por-taria n.º 357-A/2008, de 9 de maio;c) O n.º 7 do ponto II - «despesas não elegíveis», do
anexo I do Regulamento de aplicação da ação n.º 1.3.2, «Ges-
tão multifuncional», aprovado pela Portaria n.º 821/2008, de 8 de agosto;
d) O n.º 2.5 do ponto «despesas não elegíveis», do
anexo II do Regulamento de Aplicação da Ação n.º 1.3.1,
«Melhoria produtiva dos povoamentos» aprovado pela
Portaria n.º 828/2008, de 8 de agosto;
e) O n.º 37 do ponto «componentes um, dois, três e
quatro - outros investimentos materiais e imateriais» do capítulo «despesas não elegíveis», do anexo II do Regu-lamento de Aplicação da Ação n.º 1.3.3 «Modernização
e Capacitação das Empresas Florestais», aprovado pela
Portaria n.º 846/2008, de 12 de agosto;
f) O n.º 2.4 do ponto «Despesas não elegíveis» do
anexo III do Regulamento de Aplicação da Ação n.º 2.3.2,
«Ordenamento e Recuperação de Povoamentos», aprovado
 pela Portaria n.º 1137-B/2008, de 9 de outubro;g) O n.º 2.4 da Subação n.º 2.3.1.2 do anexo I do Re-gulamento de Aplicação da Ação n.º 2.3.1, «Minimização de Riscos» aprovado pela Portaria n.º 1137-C/2008, de 9 de outubro;h) O n.º 2.6 da Subação n.º 2.3.3.3 do anexo I do Re-gulamento de Aplicação da Ação n.º 2.3.3, «Valorização
Ambiental dos Espaços Florestais» aprovado pela Portaria
n.º 1137-D/2008, de 9 de outubro;
i) A alínea c) de «Outros investimentos materiais e ima-
teriais», do ponto «Despesas não elegíveis» do anexo II do Regulamento de aplicação da medida n.º 1.2, «Cooperação
Empresarial para o Mercado e Internacionalização», apro-
vado pela Portaria n.º 1238/2008, de 30 de outubro.Artigo 20.º
Entrada em vigor e produção de efeitos
1- A presente portaria entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicação.
2- As disposições revogatórias constantes do artigo
anterior produzem efeitos à data de entrada em vigor da Portaria n.º 814/2010, de 27 de agosto.
O Secretário de Estado da Agricultura,
 José Diogo San-
tiago de Albuquerque,
em 23 de julho de 2013.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA
Decreto-Lei n.º 115/2013
de 7 de agosto
O Programa do XIX Governo Constitucional prevê a avaliação da aplicação dos diplomas estruturantes do en-sino superior e a sua revisão e melhoria nos aspetos que se revelem deficientes. Entre estes diplomas destaca-se o Decreto-Lei n.º 74/2006, de 24 de março, alterado pelos Decretos-Leis n.ºs 107/2008, de 25 de junho, e 230/2009,
de 14 de setembro, que aprova o regime jurídico dos graus
e diplomas do ensino superior.Um dos aspetos enfatizados no preâmbulo do referido
Decreto-Lei n.º 74/2006, de 24 de março, era a diferencia-
ção de objetivos e vocações entre os subsistemas politéc-nico e universitário. Tal diferenciação estava, no entanto, ausente na parte relativa aos requisitos de corpo docente a satisfazer pelas instituições de ensino superior para os
dois primeiros ciclos de estudos. Esses requisitos, por outro lado, eram fixados de forma muito aberta – nomeadamente
quando se referiam a «especialistas de reconhecida expe-riência e competência profissional» – remetendo-se a ve-
rificação da sua satisfação para o processo de acreditação,
na altura ainda inexistente.
Por isso, no presente diploma procede-se, tendo em
conta a referida diferenciação e as práticas e realidades
existentes, à clarificação dos requisitos relativos à compo-sição do corpo docente das instituições de ensino superior
universitárias e politécnicas para cada um dos ciclos de estudos conferentes de grau académico.
Precisa-se o que deve entender-se por corpo docente
 próprio, qualificado e especializado e como devem ser
compostos os júris de provas de mestrado e doutoramento.
 No preâmbulo do Decreto-Lei n.º 74/2006, de 24 de
março, era também mencionada por diversas vezes a ne-
cessidade de
“transição de um sistema de ensino baseado
na ideia da transmissão de conhecimentos para um sistema
baseado no desenvolvimento de competências”
.É, porém, errado desvalorizar o conhecimento, ou arti-
ficialmente opô-lo à noção de «competências», pelas quais ele supostamente deveria ser substituído ou nas quais deve-
ria ser sempre englobado. Todo o sistema de ensino visa a
aquisição de conhecimentos pelos estudantes, o que inclui,
de forma adequada conforme os níveis, a sua apropriação,
sistematização e exploração e a sua operacionalização em contextos diversos, assim como o desenvolvimento
correlativo de capacidades e atitudes. O conhecimento, no
entanto, é central e a Lei de Bases do Sistema Educativo é inequívoca a este respeito, sendo que nada no processo de Bolonha implica a conclusão contrária.
O quadro conceptual atrás descrito conduziu, no decreto agora em revisão, a normas excessivamente abertas no que
se refere à creditação de formações e experiências. Ora o estudo em ambiente de ensino superior e a experiência de vida são realidades diferentes, não sendo função da credi-
tação da segunda substituir-se ilimitadamente ao primeiro.
Procede-se assim a uma regulamentação mais precisa da-quelas normas, tanto no plano dos procedimentos como no plano dos limites quantitativos.Esclarece-se ainda que os ciclos de estudos só podem ser ministrados nos locais para onde foram acreditados e registados.Todas estas medidas pretendem contribuir para a qua-
lidade dos graus atribuídos pelas instituições de ensino superior em Portugal e para o seu crescente prestígio e
credibilidade.
Por último, importa ainda proceder a diversas atuali-zações face a desenvolvimentos legislativos posteriores
aos normativos originais e à conformação do Decreto-Lei
n.º 74/2006, de 24 de março, alterado pelos Decretos-Leis
n.ºs 107/2008, de 25 de junho, e 230/2009, de 14 de se-
tembro, que aprova o regime jurídico dos graus e diplomas
do ensino superior, com a Diretiva n.º 2006/123/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 12 de dezembro de 2006, relativa aos serviços no mercado interno, que foi transposta para a ordem jurídica interna pelo Decreto-Lei n.º 92/2010, de 26 de julho.
Foram ouvidos o Conselho de Reitores das Universida-
des Portuguesas, o Conselho Coordenador dos Institutos
Superiores Politécnicos e a Associação Portuguesa do
Ensino Superior Privado.
 
4750
 Diário da República, 1.ª série N.º 151 7 de agosto de 2013
Assim:
 No desenvolvimento do regime jurídico estabelecido
 pela alínea
 f 
) do n.º 1 do artigo 62.º da Lei n.º 46/86, de 14 de outubro, alterada pelas Leis n.ºs 115/97, de 19 de setembro, 49/2005, de 30 de agosto, e 85/2009, de 27 de agosto, e nos termos da alínea
c
) do n.º 1 do artigo 198.º da Constituição, o Governo decreta o seguinte:Artigo 1.º
Objeto
O presente diploma procede à terceira alteração ao
Decreto-Lei n.º 74/2006, de 24 de março, alterado pelos Decretos-Leis n.ºs 107/2008, de 25 de junho, e 230/2009,
de 14 de setembro, que aprova o regime jurídico dos graus
académicos e diplomas do ensino superior, em desenvolvi-
mento do disposto nos artigos 11.º a 17.º da Lei n.º 46/86, de 14 de outubro, alterada pelas Leis n.ºs 115/97, de 19 de setembro, 49/2005, de 30 de agosto, e 85/2009, de 27 de agosto.Artigo 2.º
Alteração ao Decreto-Lei n.º 74/2006, de 24 de março
Os artigos 3.º, 6.º, 14.º, 16.º, 20.º, 22.º, 26.º, 29.º, 33.º,
34.º, 39.º, 41.º, 42.º, 43.º, 45.º, 46.º-A, 49.º, 50.º, 52.º, 53.º,
54.º, 55.º, 57.º, 59.º, 60.º, 75.º, 76.º, e 80.º do Decreto-Lei
n.º 74/2006, de 24 de março, alterado pelos Decretos-Leis
n.ºs 107/2008, de 25 de junho, e 230/2009, de 14 de se-tembro, passam a ter a seguinte redação:«Artigo 3.º
[…]
[…]:
a)
 […];
b)
 […];
c)
 […];
d)
 […];
e)
 […];
 f)
 […];
 g)
 «Especialista de reconhecida experiência e compe-tência profissional», aquele que exerce ou tenha exercido
 profissão na área em que leciona ou se propõe lecionar e que satisfaça uma das seguintes condições:
i)
 Ser detentor do título de especialista conferido
nos termos do disposto no Decreto-Lei n.º 206/2009, de 31 de agosto;
ii)
 Ser detentor de um grau académico e possuir,
no mínimo, 10 anos de experiência profissional, com exercício efetivo durante, pelo menos, cinco anos nos
últimos 10, e um currículo profissional de qualidade
e relevância comprovadas, devidamente confirmado
e aceite pelo órgão científico ou técnico-científico do estabelecimento de ensino superior;
iii)
 Ser considerado como tal pela Agência de Ava-liação e Acreditação do Ensino Superior no âmbito do  processo de acreditação de ciclos de estudos, mesmo não cumprindo todos os requisitos definidos na suba-línea anterior;
h)
 «Áreas de formação fundamentais do ciclo», aquelas que, de harmonia com a classificação das
áreas de educação e formação aprovada pela Portaria
n.º 256/2005, de 16 de março, representem, pelo menos,
25% do total dos créditos;
i)
 «Número de docentes equivalentes em tempo in-teiro», o número de docentes calculado atribuindo aos docentes contratados em tempo parcial o peso corres- pondente à percentagem dos respetivos contratos;
 j)
 «Corpo docente total», o conjunto dos docentes
que desenvolva a atividade docente, a qualquer título, no ciclo de estudos, em equivalente em tempo inteiro;
k)
 «Corpo docente próprio», o conjunto dos docentes
que, independentemente do seu regime contratual, se
encontra a lecionar em regime de tempo integral no
ciclo de estudos;
l)
 «Regime de tempo integral», o regime de exer-
cício da docência em que se encontram os que fazem
do ensino e investigação a sua atividade profissional
exclusiva ou predominante, não podendo ser consi-
derados como tal em mais de um estabelecimento de ensino superior.Artigo 6.º
[…]
1 - […].2 - O grau de licenciado numa determinada área de
formação só pode ser conferido pelos estabelecimentos
de ensino superior universitários que, cumulativamente,
disponham de:
a)
 Um corpo docente total que assegure a lecionação
do ciclo de estudos que seja próprio, academicamente
qualificado e especializado na área ou áreas de formação
fundamentais do ciclo;
b)
 Recursos humanos e materiais indispensáveis à
garantia do nível e da qualidade da formação ministrada;
c)
 Um coordenador do ciclo de estudos titular do grau
de doutor na área de formação fundamental do ciclo, que se encontre em regime de tempo integral.
3 - Para os efeitos do disposto na alínea
a
) do número
anterior, considera-se que o corpo docente é:
a)
 Próprio quando o corpo docente total é constituído  por um mínimo de 60% de docentes em regime de tempo
integral;
b)
 Academicamente qualificado quando o corpo do-
cente total é constituído por um mínimo de 50% de
docentes com o grau de doutor;
c)
 Especializado quando:
i)
 Um mínimo de 50% do corpo docente total é cons-
tituído por especialistas de reconhecida experiência e competência profissional na área ou áreas de formação fundamentais do ciclo de estudos ou por doutores es- pecializados nessa área ou áreas;
ii)
 Um mínimo de 30% do corpo docente total é cons-
tituído por doutores especializados na área ou áreas de formação fundamentais do ciclo de estudos.4 - Os docentes com o grau de doutor especializados na área ou áreas de formação fundamentais do ciclo de estudos podem, igualmente, ser contabilizados para os efeitos da alínea
b)
 do número anterior.5 - O grau de licenciado numa determinada área de
formação só pode ser conferido pelos estabelecimentos
de ensino superior politécnicos que, cumulativamente, disponham de:
a)
 Um corpo docente total que assegure a lecionação
no ciclo de estudos que seja próprio, academicamente
 
 Diário da República, 1.ª série N.º 151 7 de agosto de 2013
4751
qualificado e especializado na área ou áreas de formação
fundamentais do ciclo;
b)
 Recursos humanos e materiais indispensáveis à garantia do nível e da qualidade da formação minis-
trada;
c)
 Um coordenador do ciclo de estudos titular do
grau de doutor ou especialista de reconhecida experi-ência e competência profissional na área de formação
fundamental do ciclo, que se encontre em regime de
tempo integral.6 - Para os efeitos da alínea
a
) do número anterior, considera-se que o corpo docente é:
a)
 Próprio quando o corpo docente total é constitu-ído por um mínimo de 60% de docentes em regime de tempo integral;
b)
 Academicamente qualificado quando o corpo do-
cente total é constituído por um mínimo de 15% de
docentes com o grau de doutor;
c)
 Especializado quando um mínimo de 50% do corpo docente total é constituído por especialistas de reconhe-
cida experiência e competência profissional na área ou áreas de formação fundamentais do ciclo de estudos ou  por doutores especializados nessa área ou áreas.
7 - Quando exista mais de uma área de formação
fundamental num ciclo de estudos, os docentes especia-
lizados a que se referem a alínea
c
) do n.º 3 e a alínea
c
) do n.º 6 devem ter uma distribuição por áreas adequada
ao peso de cada uma.
8 - A verificação da satisfação dos requisitos referidos
nos números anteriores é feita no âmbito do processo de acreditação.Artigo 14.º
[…]
[…]:
a)
 […];
b)
 […];
c)
 […];
d)
 Processo de creditação;
e)
 [
 Anterior alínea d)
];
 f)
 [
 Anterior alínea e)
];
 g)
 [
 Anterior alínea f)
];
h)
 [
 Anterior alínea g)
];
i)
 [
 Anterior alínea h)
];
 j)
 [
 Anterior alínea i)
];
k)
 [
 Anterior alínea j)
].Artigo 16.º
[…]
1 - […].
2 - O grau de mestre numa determinada especialidade
só pode ser conferido pelos estabelecimentos de ensino
superior universitários que, na área ou áreas de formação
fundamentais do ciclo de estudos, cumulativamente:
a)
 Disponham de um corpo docente total que asse-gure a lecionação do ciclo de estudos que seja próprio,
academicamente qualificado e especializado nessa área
ou áreas;
b)
 Disponham dos recursos humanos e materiais indispensáveis à garantia do nível e da qualidade da
formação ministrada;
c)
 Desenvolvam atividade reconhecida de formação e de investigação ou de desenvolvimento de natureza  profissional de alto nível, por si ou através da sua par-
ticipação ou colaboração, ou dos seus docentes e in-
vestigadores, em instituições científicas externas, com  publicações ou produção científica relevantes;
d)
 Disponham de um coordenador do ciclo de es-
tudos titular do grau de doutor na área de formação
fundamental do ciclo, que se encontre em regime de
tempo integral.3 - Para os efeitos da alínea
a
) do número anterior, considera-se que o corpo docente é:
a)
 Próprio quando o corpo docente total é constituído  por um mínimo de 75% de docentes em regime de tempo
integral;
b)
 Academicamente qualificado quando o corpo do-
cente total é constituído por um mínimo de 60% de
docentes com o grau de doutor;
c)
 Especializado quando:
i)
 Um mínimo de 50% do corpo docente total é cons-
tituído por especialistas de reconhecida experiência e competência profissional na área ou áreas de formação fundamentais do ciclo de estudos ou por doutores es- pecializados nessa área ou áreas;
ii)
 Um mínimo de 40% do corpo docente total é cons-
tituído por doutores especializados na área ou áreas de formação fundamentais do ciclo de estudos.4 - Os docentes com o grau de doutor especializados na área ou áreas de formação fundamentais do ciclo de estudos podem, igualmente, ser contabilizados para os efeitos da alínea
b
) do número anterior.
5 - O grau de mestre numa determinada especialidade
só pode ser conferido pelos estabelecimentos de ensino superior politécnicos que, na área ou áreas de formação
fundamentais do ciclo de estudos, cumulativamente:
a)
 Disponham de um corpo docente total que asse-gure a lecionação no ciclo de estudos que seja próprio,
academicamente qualificado e especializado na área ou
áreas de formação fundamentais do ciclo;
b)
 Disponham dos recursos humanos e materiais indispensáveis à garantia do nível e da qualidade da
formação ministrada;
c)
 Desenvolvam atividade reconhecida de formação e de investigação ou de desenvolvimento de natureza  profissional de alto nível, por si ou através da sua par-
ticipação ou colaboração, ou dos seus docentes e in-
vestigadores, em instituições científicas externas, com  publicações ou produção científica relevantes;
d)
 Disponham de um coordenador do ciclo de estudos
titular do grau de doutor ou especialista de reconhecida
experiência e competência profissional na área de for-
mação fundamental do ciclo, que se encontre em regime
de tempo integral.6 - Para os efeitos da alínea
a
) do número anterior, considera-se que o corpo docente é:
a)
 Próprio quando o corpo docente total é constituído  por um mínimo de 75% de docentes em regime de tempo
integral;

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