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Resumo DC

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PESSOAS NATURAISCONCEITOS:
 Pessoa é o nome do conjunto de direitos subjetivos que formam a personalidade. É um conceito jurídico, diferente do de ser humano, que é apenas o suporte fático da pessoa.(1) A pessoa física é o ponto de partida e o alvo, direto ou indireto, de todas as construções jurídicas. Antes de buscarem as fórmulas legislativas, para a regência dos fatos em geral, énecessário que se investigue o ser dotado de razão, a fim de se revelar a sua natureza, índole,anseios, valores.(2) Pessoa Física ou natural é o ser dotado de razão e portador de sociabilidade, condição que o levaa convivência. Por sua constituição corpórea, integra o reino da natureza e se sujeita às leis fiscaisem geral.(3) Pessoa Natural corresponde ao ser humano dotado de razão, de inteligência, com capacidade deentender, de portar-se segundo uma lógica e de submeter a si os demais seres do universo.EmDireito, pessoa natural (usado emdireito civil), ou pessoa física (usado emdireito tributário), é o ser humano, tal como percebido por meio dos sentidos e sujeito às leis físicas. Distingue-se da pessoa jurídica, que é um ente que a lei trata, para alguns propósitos, como sujeito de direitodistinto das pessoas naturais que o componham.O início da personalidade da pessoa natural fundamenta-se em duas teorias, a saber: a
teorianatalista
, que diz que o indivíduo só possui personalidade a partir do momento em que nasce comvida (separação do feto do corpo da mãe); e a
teoria concepcionista
, segundo a qual o indivíduo possui personalidade a partir do momento da concepção, da união do espermatozóide com o óvulo.Diversos direitos, nomeadamente os chamados
direitos de personalidade
, são garantidos apenas às pessoas naturais — assim o direito à liberdade, à integridade física, à saúde e outros.A
capacidade de exercício
de uma pessoa natural é a possibilidade de exercer pessoalmente os atosda vida civil — isto é, adquirir direitos e contrair deveres emnomepróprio. A legislação brasileira prevê três estados de capacidade de exercício: a capacidade plena, a incapacidade relativa e aincapacidade absoluta.Como consta no art. 6° doCódigo Civilbrasileiro, o marco da extinção da personalidade é a morte,sob uma das seguintes formas:
Morte real, quando há cessação da atividade cerebral, atestada por profissional médico,como consta no art. 3° da Lei 9.434, de 1997.
Morte presumida, sem declaração de ausência, nos termos do art. 7º do Código Civil brasileiro, nas seguintes hipóteses:- se for extremamente provável a morte de quem estava com a vida em perigo; - se alguém,desaparecido em campanha ou feito prisioneiro, não for encontrado até dois anos após o termino daguerra; - quando ocorre um fato que torne impossível saber ao certo quem faleceu primeiro, casoem que, nos termos do art. 8º do Código Civil brasileiro, presumir-se-ão todos simultaneamentemortos.
Das Pessoas
.
Da personalidade e da Capacidade.
 I - Toda pessoa é capaz de direitos e deveres (obrigações) na ordemcivil(art.1º, CC, 2002). Ser capaz de direitos e deveres na ordem civil quer dizer que toda pessoanaturalou pessoa jurídica, possui direitos e obrigações perante a lei brasileira. Pessoa natural = ser humano.Pessoa Jurídica,adotando um connceito bem amplo e resumido, é àquela criada pela lei e pelo direito. Para existir no plano jurídico/civil, deve ser criada/instituída através de lei ou de documento públicodevidamente registrado no órgão competente, no caso, cartório ou junta comercial. II – Início da
 
 personalidade civil: a)Inicia-se a personalidade civil da pessoa, do nascimento comvida(art. 2º, primeira parte,CC); b) O nascituro já possui direitos na ordem civil, antes de nascer. A lei põe à salvo, desde aconcepção, o direito do nascituro. (art. 2º, segunda parte, CC) c) Nascituro – Feto com vida, aindanão nasceu, está no ventre da mãe. De observar, que a lei está resguardando os direitos desse ser que há de nascer, como por exemplo, os direitos de sucessão, caso o pai venha a falecer antes quenasça com vida.III - Capacidade civil. a) Incapacidade absoluta (art. 3º, CC): Menores de 16 anos(art. 3º, I, CC); os que não tiverem o necessário discernimento para a prática desses atos, por enfermidade ou deficiênciamental( art. 3º, II, CC); os que não puderem exprimir a sua vontade,mesmo que por causas transitórias (art. 3º, III, CC). O legislador entende que estes menores não podem praticar estes atos por não terem condições de avaliar as suas conseqüências e o que estesatos acarretam no mundo civil. Não quer dizer que seja absolutamente impossível a prática dessesatos por menores de 16 anos. No caso, deverão ser assistidos por seus representantes legais: os paisou pelos tutores, se órfãos, ou se os pais forem destituídos do poder familiar. O ato praticado pelosabsolutamente incapazes, sem a assistência dos pais ou tutores e curadores, gera nulidade absoluta.Enquanto perdurar a incapacidade de exprimir a vontade, durará a incapacidade civil e os atos praticados nesse período serão nulos,se praticados sem a devida assistência. b) Incapacidaderelativa (art. 4º, CC): É a incapacidade de praticar determinados atos na ordem civil São eles:maiores de 16 anos e menores de 18 anos (art. 4º, I), e deverão ser assistidos pelos pais ou tutores;ébrios habituais, viciados em tóxicos, discernimento reduzido por deficiência mental (art. 4º, II); osexcepcionais sem desenvolvimento mental completo (art. 4º, III); os índios serão regulados por legislação própriaOs relativamente incapazes contidos no art. 4º, II e III, CC, deverão ser representados por seuscuradores ao praticarem estes atos, e esta incapacidade relativa deverá ser declarada pelo juiz,através de sentença. c) Capacidade civil (art. 5º, CC). A menoridade cessa aos 18 anos completos: a pessoa fica habilitada a praticar todos os atos da vida civil. Ex:compra e venda, assinar procurações,casamento, empréstimos, etc. A menoridade também cessa pela emancipação, pelo casamento, peloexercio de emprego blico efetivo, pela colação de grau em ensino superior, peloestabelecimento civil ou comercial, ou relação de emprego, onde o menor de 16 anos completostenha economia própria em função dos mesmos. - Emancipação: quando se concede ao menor de 18anos e maior de 16 anos, o direito de praticar atos da vida civil. Essa emancipação é concedida pelos pais do menor, ou somente por um, na falta do outro, e pelotutor,quando o menor é órfão.Esta se dá, através de instrumento público ou por autorizaçãolegal(requerimento ao juiz, que adeclara através de sentença). A emancipação deve ser averbada no Registro Civil de Nascimento.III – Fim da Personalidade civil da pessoa natural (art. 6º, CC) a) a personalidade civil da pessoa natural termina com a morte, e no caso do ausente, quando a lei autoriza a abertura desucessão definitiva. b) Morte presumida (art. 7º, CC): quando for extremamente provável a mortede quem estava em perigo. Ex: avião que cai no mar e não há nenhum corpo ou sobrevivente. Sealguém estiver desaparecido em campanha de guerra, ou feito prisioneiro há mais de dois anos apóso término da guerra. Observar que as buscas devem ter sido feitas antes da declaração de morte presumida. A declaração deve ser feita através de sentença e esta deve fixar a data provável dofalecimento. c) Comoriência (art.8º, CC): quando dois ou mais indivíduos falecerem na mesmaocasião, não se podendo determinar quem morreu primeiro. O código civil brasileiro adota a presunção de morte simultânea, sendo esta, um efeito da comoriência.
Direito ao Nome e à Honra.NOME
O que é:Bem intrínseco à pessoa humana.- Afirmação de individualidade.- Sede do seu amor próprio (Doutrina de Cornu).
 
- Suporte de identidade social e subjetiva, tendo a função de “humanizar” o filho como sujeito dedireito (Psicanálise).Serve para:- Designar a pessoa humana.- Proteger a esfera privada e o interesse de identidade do indivíduo, direito da sua personalidade.
NOME CIVIL
- É aquele que se encontra escrito no registro.Composto por:- Prenome: é o elemento que precede o apelido de família (sobrenome).- Patronímico: apelido de família; sobrenome.O direito ao nome foi reconhecido pelo Código Civil Alemão, em 1900.
 Art. 12 Quando o direito ao uso de um nome é contestado ao seu titular por uma outra pessoa, ouquando a interesse do titular é lesado pelo fato de uma outra pessoa tomar indevidamente o mesmonome, pode o titular exigir uma reparação. Se outros prejuízos são de se temer, pode ele demandar a cessação desse estado.
 Não há, no
Código Civil brasileiro de 1.916
, menção ao direito ao nome.Considerou-se que o nome civil não constituiria um direito pessoal porque “não é exclusivo da pessoa e porque os apelidos de família são suficientes para individualizá-la”.
Código Civil de 2002
 Capítulo IIDos Direitos da PersonalidadeArt. 16. Toda pessoa tem direito ao nome, nele compreendidos o prenome e o sobrenome.Art. 17. O nome da pessoa não pode ser empregado por outrem em publicações ou representaçõesque a exponham ao desprezo público, ainda quando não haja intenção difamatória.Art. 18. Sem autorização, não se pode usar o nome alheio em propaganda comercial.Art. 19. O pseudônimo adotado para atividades lícitas goza da proteção que se dá ao nome.O nome é a representação da pessoa humanaO que se protege não é propriamente o nome, mas a pessoa e sua dignidade, que seriam, através donome, atingidas.
A Imutabilidade do Prenome
- O objetivo do nome é servir de identificação das pessoas no universo em que se encontraminseridas.- O princípio da imutabilidade decorre da necessidade de segurança nas relações jurídicas eestabilidade social, porém ele não é absoluto.Registros Públicos - L -006.015-1973Título IIDo Registro de Pessoas NaturaisCapítulo IVDo NascimentoArt. 58. O prenome será definitivo, admitindo-se, todavia, a sua substituição por apelidos públicosnotórios.Exceções

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