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Newton Carneiro. Introdução (pintores da paisagem paranaense)

Newton Carneiro. Introdução (pintores da paisagem paranaense)

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03/13/2014

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INTRODUÇÃO
Newton Carneiro’"
A qualquer território extenso seria impraticável a sintetização de sua paisagem em modelo pa-drão. Para mostrar o Paraná através da paleta dos pintores que nele se inspiraram, sugerimos o agru- pamento da projeçâo artística do Estado em função das suas características fisiográficas.Temos uma paisagem litorânea e outra de elevação, em tudo distintas. A primeira é comum à maior parte da costa brasileira, onde a Serra do Mar impõe sua presença dominadora. É no planalto que a marca telúrica adquire tipicidade indiscutível. São os Campos Gerais semeados de tufos de arau-cárias, que constituem o ângulo efetivamente característico da terra.Há que admitirse, como o fazem os dendrólogos, a faixa intermediária do degrau serrano, que tanto apavorava os antigos povoadores quando o viam de baixo...E os rios, de que é prodigamente dotada toda a superfície estadual e que tanto influem no seu rele-vo e manto florístico, modelandolhe a imagem.Por fim é o próprio homem que se embute no cenário. Tanto o primitivo moreno, primeiro dono do chão e que o mantém na sua agressiva virgindade, como o ádvena alourado que impõe ao quadro colo-ridos novos, subordinados à simetria dos riscos da aiveca e das casas verticalizadas, na forma de sua tradição de origem.Tbdos os escritores, poetas e artistas desde o final do século passado são unânimes no destaque à araucária como elemento específico por excelência da paisagem paranaense .Als, tal reconhecimen-to valeulhe ser introduzida nos símbolos heráldicos do Estado e de sua capital.SaintHilaire se deixara impressionar profundamente pela majestosa conífera e lhe dedicava longos comentários. Também os Campos Gerais o comovem, evocandolhe as planíceis do seu país, que considera menos pitorescas que as pradarias naturais do Paraná. Infelizmente, porém, o sábio de Orléans não era pintor e seus precários conhecimentos de desenho mal lhe bastavam para os esboços taxionômicos.Estranhamente, os ilustradores viajantes de meados do século e do período imigratório (Elliot, Pallière, Calgane outros) não dedicaram a mesma atenção à rainha das nossas florestas. Alguns ob
*Autor do presente capítulo e do texto sobre a fase itinerante, para o qual seleclonou as reproduções ligadas ao período.
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