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Ikeda e-commerce : White Paper Ikeda VarejoRegional1

Ikeda e-commerce : White Paper Ikeda VarejoRegional1

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12/04/2012

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White Paper Ikeda
Varejo RegionalÍndice1.
 
Introdução ao e-commerce2.
 
e-commerce no Brasil3.
 
Aquecimento econômico4.
 
A vez da classe C5.
 
Como crescer em mercados regionais6.
 
Dados comportamentais da compra pela web7.
 
Opções de ser assertivassertivo e pronto ao varejo on-line8.
 
Facilidades do sistema Ikeda9.
 
Cases de sucesso no varejo regional no e-commerce
Introdução ao e-commerce
De uma forma simples, ou simplista, o e-commerce (comércio eletrônico) é apenastransacionar um produto ou serviço por meio de um meio eletrônico. Mas, isso não é tudo.A transformação não se restringe ao momento ou o local do negócio. Ela atravessa a culturade gestão, os processos/procedimentos, a infra-estrutura tecnológica e abrange mais de umelo da cadeia produtiva
 – 
do consumidor aos parceiros de negócio. Contudo, entrar nocomércio eletrônico não é algo inatingível.O surgimento do e-commerce está atrelado à própria garantia de que ele está longede ser um modismo. Ele surgiu para acompanhar a crescente globalização dos negócios eresponder ao dinamismo da sociedade, da busca por novos mercados e do foco noconsumidor. Grandes e pequenas companhias já desfrutam desse novo mundo on-line eobtém seus lucros com essa nova fase dos negócios. As vantagens mais claras do e-commerce são:Comodidade na compra
 – 
o consumidor pode adquirir o bem ou o serviço decasa e evita filas e tumultos.Abrangência de mercado
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distâncias físicas são eliminadas e cria-se umaoperação 24x7.Mix de produtos
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a oferta pode se restringir ao que a empresa normalmentevende ou pode abrir um novo leque de produtosVelocidade
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a compra e o pagamento ficam mais rápidos, o que tambémagiliza o faturamento da empresa.Modernização
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marca e operação como um todo ganham aspecto maisadequado ao mundo atual dos negócios e isso se reflete, também, na modernizaçãoda gestão e cultura organizacionais.
 
Foco no consumidor
 – 
a plataforma on-line dá mais condições de medir eantecipar o comportamento de consumo para a elaboração do mix e das ofertas.Publicidade on-line
 – 
assim como o PDV se tornou um canal de propaganda,uma loja virtual também traz essa possibilidade com vários modelos de anúncios degrande efetividade.Por outro lado, há alguns cuidados a serem verificados. Os principais, são:Risco de fraudes
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a dinâmica da web exige um cuidado extremo com segurança econfiabilidade da transação.Amadorismo
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o e-commerce não é um hobby ou uma novidade. Ele demandaequipe, parceiros e estratégias especializadas.Erro na linguagem
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a web é feita de muita informação, fontes de conteúdodispersas, comunidades e links. Isso precisa estar no e-commerce.O e-commerce no BrasilO caráter novidadeiro e globalizado do Brasil jogou o país na elite do e-commercemundial. De um modo geral, as empresas possuem operações para negócios on-line. Ocrescimento é na casa dos 35% ao ano. Em 2007, foram R$ 6,2 bilhões transacionados.Para se ter uma idéia, em 2004 foram R$ 1,7 bi.A média de compras ficou em R$ 302,00, sendo o Natal a época mais rentável, commédia de R$ 308,00 por compra e faturamento de R$ 1,081 bilhão, um sexto do total. Ascinco categorias de produtos que mais registraram compras foram, respectivamente, livros eassinaturas de revistas e jornais; informática; eletrônicos, saúde e beleza; e telefonia celular.O número de internautas residenciais ativos no País em janeiro de 2008 ficou em21,1 milhões. Na comparação com janeiro do ano passado, quando o universo deinternautas atingiu a marca de 14 milhões, o incremento alcança os 50%. Há estudos aindamais otimistas.Os números são bons, mas analistas alertam para a relatividade disso. Primeiro, aporcentagem da população conectada ainda é baixa. No Brasil, é cerca de 20%. NosEstados Unidos é cerca de 80%. O número é semelhante em países desenvolvidos.Outra questão é que o varejo brasileiro conectado é apenas uma elite. A maioria dosetor sequer tem ERP e boa parte desse público tem contato com a Internet somente parapagar tributos e mandar e-mails. A tendência é que isso mude, impulsionado pelo bommomento da economia.Aquecimento econômicoEm 2007, o Brasil cresceu puxado pelo dinheiro no bolso dos trabalhadores, pelocrédito fácil e pela apreciação do real frente ao dólar. Os números do PIB (Produto InternoBruto) mostram 5,4% de crescimento em relação ao ano anterior. A elevação do consumodas famílias foi de 6,5% e o aumento da massa salarial de 3,6% (em termos reais). Já osistema financeiro viu as operações de crédito engordarem 28,8%.
 
O bom momento repercutiu em vários setores. O volume de vendas do comérciovarejista no Brasil cresceu 9,9% na comparação entre 2007 e 2006. Uma expansão que nãose via há sete anos. Todos são dados do IBGE.Para 2008, muitos analistas, como a MB Associados, acreditam que a atividadeeconômica continua forte. Porém crescimento menor do que em 2007.O comércio virtual também aproveitou o aquecimento de mercado de 2007 ecresceu 43% no ano, conforme estudo WebShoppers, da consultoria E-bit e da CâmaraBrasileira de Comércio Eletrônico (Câmara-e.net). As compras realizadas no e-commercesomaram R$ 6,3 bilhões e o volume de pedidos contabilizados chegou a 20,4 milhões,aproximadamente 5,6 milhões de pedidos a mais que em 2006. No ano, 9,5 milhões debrasileiros compraram pela internet pelo menos uma vez.A vez da classe CUm dos números mais importantes de 2007 é a chegada do e-commerce a outrascamadas sociais. Os consumidores da classe C são apontados como os grandes responsáveispelo aumento significativo das vendas pela Internet no Brasil.O WebShoppers mostra que 39% (3,8 milhões de pessoas) dos brasileiros quecompram produtos pela Internet têm renda familiar de até R$ 1 mil por mês (classe C2,pelo Critério Brasil) ou entre R$ 1 mil (C1) e R$ 3 mil (B2) por mês. Mas como boa parteda classe B já estava inserida no comércio eletrônico, a maior parte dos 2,5 milhões denovos compradores pelo e-commerce fazem parte da classe C e têm renda entre R$ 726,26e R$ 1.194,53.Esse novo público mudou o perfil de compras. Por exemplo, enquanto a classe Bcomprou TV de Plasma de tela grande, em 2007, a classe C preferiu eletrônicos de menorvalor, como DVD Player e câmeras digitais. No cômputo geral, a lista pouco modificou.Produtos preferidos das classes altas é que lideram as vendas, como assinaturas de jornais erevistas e itens de informática.O comércio eletrônico responde atualmente cerca de 3% do varejo total no Brasil.Nos Estados Unidos, com penetração maior da Internet e uma tradição de venda porcatálogo, essa participação está em 6%.Todos esses números podem sofrer alterações, se mantida a tendência de entrada dabase da pirâmide social no e-commerce brasileiro. O varejo virtual tem 3,185 milhões deusuários aptos a utilizar o comércio eletrônico entre os consumidores com renda familiar deaté R$ 2.836,00 reais, enquanto que este público potencial nas classes A e B é de 1,855milhão.Como crescer em mercados RegionaisVários estudos divulgados no primeiro trimestre de 2008 comprovam asoportunidades em mercados regionais. O crescimento do comércio é amplo e alcança váriasregiões fora do eixo Rio-SP. Em um desses estudos, a MB Associados mostra que o

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