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Química Inorgânica - 02 - Metais Alcalinos e Alcalinos Terrosos

Química Inorgânica - 02 - Metais Alcalinos e Alcalinos Terrosos

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1
Universidade Federal do Ceará
 Departamento de Química Orgânica e Inorgânica
 
Química Orgânica I
 
Prática 02
METAIS ALCALINOS
 
 
2 
1. Objetivos
1.1.
 
Comparar o comportamento dos metais alcalinos e alcalinos terrosos quanto à reativida-de em ar, água e sulfato de cobre.1.2.
 
Observar algumas propriedades químicas e físicas dos compostos de matais alcalinos ealcalinos terrosos.1.3.
 
Comparar a solubilidade de hidróxidos, cloretos e carbonatos dos metais alcalinos com ados alcalinos terrosos.1.4.
 
Identificar cátions de metais alcalinos e alcalinos terrosos através do teste da chama.
2.
 
Material utilizado
 
Sódio metálico
 
Magnésio metálico
 
Sulfato de Cobre 1M
 
Água destilada
 
Fenolftaleína
 
Carbonato de Cálcio (Giz)
 
Hidróxido de Sódio
 
Hidróxido de Cálcio
 
Cloreto de Sódio
 
Cloreto de Cálcio
 
Carbonato de Sódio
 
Carbonato de Cálcio
 
Ácido Clorídrico 6M
 
Pinça
 
Béquer de 50 ml
 
Papel de filtro
 
Faca
 
Placa de Petri
 
Vidro de Relógio
 
Tubos de ensaio
 
Fio de Ni/Cr
 
3
3.
 
Fundamentos Teóricos
Para expor os conhecimentos teóricos necessários a realização da prática será seguida a se-guinte ordem: primeiramente uma breve introdução aos metais alcalinos e alcalinos terrosos edepois será exposta à teoria sobre cada item presente no roteiro da prática.
3.1.
 
Metais Alcalinos
Os elementos do Grupo I possuem uma química bastante homogênea, mostrando de modobem claro os efeitos do tamanho crescente dos átomos em suas propriedades físicas e quími-cas. Por terem bastantes semelhanças possuem talvez a química menos descomplicada de todaa tabela periódica. Todos são metais formam cátions monovalentes e são bons condutores deeletricidade, moles e muito reativos. Isso pode se justificar por possuírem na camada de va-lência em elétron fracamente ligado ao átomo, formando assim compostos iônicos. Seus hi-dróxidos são bases muito fortes.O Lítio difere razoavelmente dos outros elementos do grupo, como em todos os grupos típicostabela periódica, o primeiro elemento apresenta certas diferenças em relação aos demais. Osódio e o potássio são o sétimo e oitavo elementos mais abundantes da crosta terrestre empeso e ocorrem dissolvidos como sais em grande quantidade na água do mar. O cloreto desódio é o composto mais usado, sendo notória a sua importância e é extraído principalmenteda água do mar. Quanto aos outros, Rubídio, Césio e Frâncio não possuem métodos de extra-ção viáveis sendo este último por causa de seu decaimento radioativo.
3.2.
 
Metais Alcalino-terrosos
Neste grupo observam-se as mesmas tendências nas propriedades que foram estudadas noGrupo I: são moles e reativos. Formam uma série nas variações gradativas das propriedadesde metais muito reativos, mas sendo ainda menos reativos que os do grupo I. O Berílio possuiuma química anômala, não se familiarizando bem com o restante do grupo. Isto se deve prin-cipalmente ao fato do átomo e do íon Be
2+
serem muito pequenos, e comparando a diferençade tamanho do Be
2+
com o Mg
2+
, que é quatro vezes maior que a diferença do Li
+
e do Na
+
.Esta discrepância de tamanho é o que deve causar o seu comportamento anômalo em relaçãoaos outros alcalino-terrosos.O cálcio é o quinto elemento mais abundante na crosta terrestre, ocorrendo como depósitos deminerais, seja na forma CaCO
3
(formando montanhas inteiras de calcário), gesso e anidrita(CuSO
4
.H
2
O e CuSO
4
respectivamente). O Estrôncio e o Bário ocorrem como minerais defácil extração, mas são menos abundantes. Como o Rádio é radioativo e bem raro, não é muitousado, apesar de ter sido aplicado no tratamento do câncer. Atualmente em seu lugar usam-seoutras fontes.
3.3.
 
Reação com Ar, Água e Sulfato de Cobre
As propriedades a serem testadas neste item são a reatividade bem como o poder redutor dosdois grupos, tomando-se o Sódio (alcalino) e o Magnésio (alcalino-terroso) metálicos.Na tabela abaixo estão os potenciais de redução em volts, que são altos.

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