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NBR 5363 (ABR-1998) - Equip. Ex d

NBR 5363 (ABR-1998) - Equip. Ex d

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ABR 1998

NBR 5363

ABNT-Associação Brasileira de Normas Técnicas
Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13 - 28º andar CEP 20003-900 - Caixa Postal 1680 Rio de Janeiro - RJ Tel.: PABX (021) 210 -3122 Telex: (021) 34333 ABNT - BR Endereço Telegráfico: NORMATÉCNICA

Equipamentos elétricos para atmosferas explosivas - Tipo de proteção "d" Especificação

Copyright © 1995, ABNT–Associação Bras
ABR 1998

NBR 5363

ABNT-Associação Brasileira de Normas Técnicas
Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13 - 28º andar CEP 20003-900 - Caixa Postal 1680 Rio de Janeiro - RJ Tel.: PABX (021) 210 -3122 Telex: (021) 34333 ABNT - BR Endereço Telegráfico: NORMATÉCNICA

Equipamentos elétricos para atmosferas explosivas - Tipo de proteção "d" Especificação

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Copyright © 1995,ABNT–Associação Brasileirade Normas TécnicasPrinted in Brazil/ Impresso no BrasilTodos os direitos reservadosSede:Rio de JaneiroAv. Treze de Maio, 13 - 28º andarCEP 20003-900 - Caixa Postal 1680Rio de Janeiro - RJTel.: PABX (021) 210-3122Telex: (021) 34333 ABNT - BREndereço Telegráfico:NORMATÉCNICA
ABNT-AssociaçãoBrasileira deNormas Técnicas
NBR 5363
ABR 1998
Equipamentos elétricos para atmosferasexplosivas - Tipo de proteção "d" -Especificação
SUMÁRIO
1Objetivo2Documentos complementares3Definições4Classificação dos invólucros em grupos e classes detemperatura5Juntas à prova de explosão6Gaxetas7Eixos de operação8Eixos e mancais9Partes transparentes10Respiros e drenos11Fechos e parafusos12Resistência mecânica do invólucro13Entradas para invólucros à prova de explosão14Conjuntos de manobra para grupo I15Receptáculos e bases de lâmpadas16Invólucros não-metálicos e partes não-metálicas deinvólucros17Marcão18Inspeção de invólucros metálicos19Inspeção de invólucros não-metálicos e de partes não-metálicas de invólucros20Certificação de invólucros à prova de explosão parausos diversosANEXO A-TabelasANEXO B-FigurasANEXO C-Certificação de invólucros à prova de explosãopara usos diversosANEXO D-Respiros e drenos para instalação de equipa-mentos elétricos à prova de explosãoANEXO E-Acessórios para instalação de equipamentoselétricos à prova de explosão
1 Objetivo
1.1
Esta Norma estabelece os requisitos específicos para aconstrução e inspeção de equipamentos elétricos com invólucrosà prova de explosão, tipo de proteção “d”, demodo a torná-los adequados à aplicação em ambientes comatmosferas explosivas, em adição aos requisitos gerais es-tabelecidos na NBR 9518.
1.2
As instalações elétricas em minas e em indústrias,particularmente as químicas e petroquímicas onde exista apossibilidade de formação de ambientes com misturasexplosivas, devem receber atenção especial. Tais áreassão as definidas com o código BE-3 na NBR 5410.
1.3
No sentido de minimizar os riscos de danos pessoais emateriais que possam ocorrer em conseqüência destasinstalações, existem diferentes técnicas e procedimentosrelacionados na coletânea de normas citadas no Capítulo 2da NBR 8370.
2 Documentos complementares
Na aplicação desta Norma é necessário consultar:NBR 5410 - Instalações elétricas de baixa tensão -ProcedimentoNBR 6405 - Rugosidade das superfícies - ProcedimentoNBR 7356 - Plásticos - Determinação da flamabilidade- Método de ensaioNBR 8370 - Equipamentos e instalações elétricas paraatmosferas explosivas - Terminologia
Palavras-chave:Invólucros à prova de explosão. Equipamentoelétrico37 páginasOrigem: Projeto de Emenda NBR 5363/1997CB-03 - Comitê Brasileiro de EletricidadeCE-03:031.01 - Comissão de Estudo de Invólucros à Prova de ExplosãoNBR 5363 - Electrical apparatus for explosive atmospheres - Flameproof enclosures"d" - SpecificationDescriptors: Flameproof enclosure. Electrical apparatusEsta Norma foi baseada na IEC 79-1 e na CENELEC EN 50018Esta Norma substitui a NBR 5363/1995Válida a partir de 01.06.1998
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2NBR 5363/1998
NBR 8447 - Equipamentos elétricos para atmosferasexplosivas - Segurança intrínseca - EspecificaçãoNBR 9518 - Equipamentos elétricos para atmosferasexplosivas - Requisitos gerais - EspecificaçãoNBR 9527 - Rosca métrica ISO - ProcedimentoNBR 9883 - Equipamentos elétricos para atmosferasexplosivas - Segurança aumentada - EspecificaçãoNBR 10861 - Prensa-cabos - EspecificaçãoBS 6121 - Cable glandsIEC-61-1 - Lamp caps - Part 1IEC-79-14 - Electrical installations in explosive gasatmospheres (other than mines)IEC-112 - Method for determining the comparative andthe proof tracking indices of solid insulating materialsunder moist conditionsISO/R 179 - Plastics - Determination of charpy impactstrength of rigid materialsISO 1817 - Rubber vulcanized - Determination of theeffect of liquidsISO 2738 - Permeable sintered metal materials -Determination of density, oil content, and open porosityISO 4003 - Permeable sintered metal materials -Determination of bubble test pore sizeISO 4022 - Permeable sintered metal materials -Determination of fluid permeabilityISO 4892 - Plastics - Method of exposure to laboratoryligth sources
3 Definições
Para os efeitos desta Norma são adotadas as definiçõesconstantes na NBR 8370.
4 Classificação dos invólucros em grupos eclasses de temperatura
Esta classificação deve ser conforme a NBR 9518, inclu-sive no que se refere às subdivisões A, B e C.
5 Juntas à prova de explosão
Todas as juntas do invólucro permanentemente fechadas, ouprojetadas para serem abertas de tempo em tempo, de-vem satisfazer às dimensões definidas nas Tabelas 1 e 2 doAnexo A e aos seguintes requisitos.
5.1 Juntas não-roscadas
O projeto das juntas deve ser adequado às solicitaçõesmecânicas previstas. As superfícies das juntas devemser usinadas, de modo que a rugosidade média Ra (verNBR 6405) não exceda 6,3 µm. Elas podem ser protegidascontra corrosão, mas pintura, ou revestimento com mate-rial similar, normalmente não é permitida, a não ser que omaterial e o procedimento de aplicação não alterem ascaracterísticas do tipo de proteção Ex-d.
5.1.1 Comprimento da junta
O comprimento da junta não deve ser inferior aos valoresconstantes nas Tabelas 1 e 2 do Anexo A. O comprimento da junta para buchas metálicas montadas com interferên-cia nasparedes do invólucro metálico à prova de explosão de volumeigual ou inferior a 2000 cm
3
pode ser reduzido a5 mm, se o projeto for tal que evite a expulsão das buchasdurante o ensaio de tipo prescrito no Capítulo 18, e o diâmetroda bucha montada com interferência, onde o comprimento émedido, não exceda 60 mm.
5.1.1.1
Quando as juntas incluírem superfícies cônicas, ocomprimento da junta e o interstício perpendicular às su-perfícies da junta devem satisfazer às dimensões definidasnas Tabelas 1 e 2 do Anexo A. O interstício deve ser uni-forme ao longo da parte cônica. Para invólucro do grupo IIC, oângulo do cone não deve exceder .
5.1.2 Interstício
Não deve haver interstício intencional entre superfíciesde juntas flangeadas, exceto quando necessário para por-tasou tampas de ação rápida, o qual não deve excederem nenhum ponto o valor máximo indicado na Tabela 1 doAnexo A.
5.1.2.1
Os equipamentos elétricos do grupo I devem ser providoscom meios que permitam a verificação direta ou indireta dasdimensões dos interstícios de juntas flangeadas de tampas eportas de inspeção. Ver exemplo na Figura 22do Anexo B.
5.1.3 Juntas para invólucros do grupo IIC
Para invólucros do grupo IIC são permitidas juntas flan-geadas ou de encaixe, desde que executadas nas condi-ções definidas a seguir.
5.1.3.1 Juntas flangeadas para grupo IIC
São permitidas juntas flangeadas em equipamentos elétri-cos do grupo IIC para atmosferas explosivas contendo ace-tileno, somente se o interstício for 0,04 mm ou inferior.
Nota:Para evitar a ignição da atmosfera circundante devido à ex-pulsão através das juntas de partículas ou poeira e, em par-ticular, de resíduos da combustão incompleta do acetileno, devemser providos meios adequados, tais como a utiliza-ção de juntas de encaixe, labirinto, defletores, anteparos ou gaxetas,desde que aplicados conforme Capítulo 6.
5.1.3.2 Juntas de encaixe para grupo IIC
Para a determinação do comprimento L das juntas deencaixe, deve ser considerado o seguinte:a)somente a parte cilíndrica. Neste caso, o interstícioda parte plana e o da parte cilíndrica não devem, cadaum, exceder o interstício máximo especificado naTabela 2 do Anexo A (ver Figuras 1, 2 e 3 do AnexoB). Se for utilizada uma gaxeta na parte pla-na (verFigura 2 do Anexo B), o interstício é medido entre assuperfícies da parte plana. Entretanto, se esta gaxetafor de metal ou de material compres-sível revestidode metal (ver Figura 3 do Anexo B), o interstício émedido entre cada face da parte plana da junta e dagaxeta. O interstício da parte plana da junta é medidoapós a compressão da gaxeta. O comprimento Lmínimo deve ser mantido, antes e depois dacompressão da gaxeta;
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NBR 5363/19983
b)a parte cilíndrica e a parte plana (ver Figura 4 doAnexo B). Neste caso, o comprimento “c” da parteplana deve ser no mínimo 6 mm, e o comprimento“d” da parte cilíndrica deve ser no mínimo igual àmetade do valor mínimo prescrito para L, conformeespecificado na Tabela 2 do Anexo A. Neste caso,o interstício da parte plana e da parte cilíndrica de-ve ser inferior ou igual ao dado na Tabela 2, do Ane-xo A.
5.1.4 Furos nas juntas
Se a superfície da junta flangeada for interrompida por fu-rospara parafusos de fixação ou similares, o valor mínimo dadistância “I” (ver Figuras 5, 6 e 7 do Anexo B) deve serconforme Tabela 3 do Anexo A. Esta distância “I” é deter-minada conforme definido a seguir.
5.1.4.1 Determinação da distância “I”5.1.4.1.1 Para juntas flangeadas
Quando forem permitidas juntas flangeadas, a distância “I”deve ser medida entre cada furo e o interior do invólucro,quando o furo for externo ao invólucro (ver Figuras 5 e 6 doAnexo B), e entre cada furo e a face externa do invólucro,quando o furo estiver no interior do invólucro (ver Figura 7 doAnexo B).
5.1.4.1.2 Para juntas de encaixe (ver Figura 8 do Anexo B)
A distância “I” é a soma do comprimento “a” da parte cilíndricae do comprimento “b” da parte plana, desde que “I” seja inferiorou igual a 1 mm, e o interstício da parte cilíndrica seja inferiorou igual a 0,2 mm para invólucros dos grupos I, IIA e IIB, ou0,1 mm para invólucros do grupo IIC (interstício reduzido); ousomente o comprimento “b” da parte plana, desde que umaou outra das condições acima mencionadas não seja atendida,quando juntas planas forempermitidas.
5.2 Juntas roscadas
As juntas roscadas devem satisfazer aos requisitos daTabela 4 do Anexo A. Neste caso, o comprimento da juntaé igual ao comprimento axial acoplado.
5.3 Juntas serrilhadas
Os parâmetros para construção de juntas serrilhadas sãomostrados na Figura 9 do Anexo B. Estas juntas devemser firmemente apertadas por partes externas.
5.4 Juntas coladas
5.4.1 Materiais
Os materiais utilizados para colagem devem atender aosrequisitos da NBR 9518.
5.4.2 Resistência mecânica
Juntas coladas somente são permitidas para assegurar aestanqueidade do invólucro à prova de explosão do qualelas fazem parte. A construção deve ser feita de modo quea resistência mecânica do conjunto não dependa unica-mente da cola.
5.4.3 Comprimento das juntas coladas
O comprimento de uma junta colada, desde o interior atéo exterior do invólucro à prova de explosão, deve ser nomínimo 6 mm para invólucros de volume igual ou inferiora 100 cm
3
, e 10 mm para invólucros de volume superior a100 cm
3
.
6 Gaxetas
Se uma gaxeta de material compressível ou elástico énecessária para evitar a penetração de umidade ou poeira,ou para evitar a saída de algum líquido, ela deve serconsiderada como um item adicional e não como parteintegrante da junta à prova de explosão. A gaxeta deveestar colocada de maneira a garantir o atendimento aosvalores do comprimento e interstício da junta à prova deexplosão, prescritos nas Tabelas 1 e 2 do Anexo A (verFiguras 10 a 13 do Anexo B). Este requisito não se aplicaàs entradas de cabos e condutores.
7 Eixos de operação
Os seguintes requisitos devem ser atendidos, onde o eixode operação atravessa a parede de um invólucro à provade explosão.
7.1
O comprimento do eixo de operação suportado pelaparede do invólucro deve ser pelo menos igual ao com-primento mínimo da junta especificado nas Tabelas 1 e 2 doAnexo A, para o volume correspondente do invólucro.
7.2
Se o diâmetro do eixo de operação exceder o com-primento mínimo da junta especificado nas Tabelas 1 e 2 doAnexo A, o comprimento da junta deve ser no mínimo iguala este diâmetro, sem a necessidade de ultrapassar 25 mm.
7.3
O interstício entre o eixo de operação e a parede doinvólucro não deve exceder o valor máximo adequado dadonas Tabelas 1 e 2 do Anexo A.
7.4
Se o interstício for suscetível de aumentar, como re-sultado do desgaste em serviço normal, meios apropriadosdevem ser providos para corrigir este aumento, como, porexemplo, pela utilização de uma bucha substituível. Emcasos extremos, deve ser utilizada uma junta que não sejasuscetível a desgaste em serviço normal.
8 Eixos e mancais
8.1 Generalidades
Uma junta à prova de explosão sempre deve ser providaonde um eixo atravessa a parede de um invólucro à provade explosão. Esta junta deve ser construída de tal formaque não se altere pela descentralização ou desgaste domancal. A junta pode ser: cilíndrica (ver Figura 14 do AnexoB), de labirinto (ver Figura 15 do Anexo B) ou com buchaflutuante (ver Figura 16 do Anexo B). Atendidos os requi-sitos definidos a seguir, o comprimento da junta e o interstíciodevem estar de acordo com as Tabelas 1 e 2 do Anexo A.
8.2 Juntas cilíndricas
Onde é utilizada uma junta cilíndrica contendo ranhuraspara retenção da graxa, a parte contendo as ranhuras nãodeve ser incluída na determinação do comprimento da juntaà prova de explosão. O comprimento ininterrupto da juntanão deve ser inferior ao valor apropriado dado nas Ta-belas 1 e 2 do Anexo A (ver Figura 14 do Anexo B). O in-terstício não deve exceder o valor apropriado dado nasTabelas 1 e 2 do Anexo A, mas a dimensão “k” não deveser inferior a 0,1 mm (ver Figura 17 do Anexo B).
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