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"Música na Educação Infantil" de Teca Alencar de Brito - RESENHA

"Música na Educação Infantil" de Teca Alencar de Brito - RESENHA

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Este texto é uma Resenha do Livro "Música na educação infantil: propostas para a formação integral da criança" de Teca Alencar de Brito, importante personagem no cenário da pesquisa e prática em educação musical no Brasil e América Latina. Este livro é considerado um dos mais importantes referenciais direcionados à educação musical de crianças.
Este texto é uma Resenha do Livro "Música na educação infantil: propostas para a formação integral da criança" de Teca Alencar de Brito, importante personagem no cenário da pesquisa e prática em educação musical no Brasil e América Latina. Este livro é considerado um dos mais importantes referenciais direcionados à educação musical de crianças.

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Published by: Carlos Roberto Prestes Lopes on Oct 21, 2009
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10/06/2013

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 Resenha do livro
Música na Educação Infantil:
Propostas Para a Formação Integral da Criança”
 
de
Teca Alencar de Brito
por
Carlos Roberto Prestes Lopes
 
BRITO,Teca Alencar de. Música na Educação infantil. São Paulo: Peirópolis, 2003. (204 p.)Uma leitura parcial através do Google livros é possível clicando aqui 
 
- Resenha -
Teca Alencar de Brito - Música na Educação Infantil: Propostas para a formação Integral da Criança
© Carlos Roberto Prestes Lopes - 2008
[ 2 / 17 ]
POR QUE EXISTE MÚSICA?
 
É com esta pergunta feita por um aluno seu que a autora inicia este capítulo,relatando um diálogo ocorrido durante uma aula.Neste diálogo, primeiramente os alunos mostram os tipos de música segundosua visão, depois se inicia outro trecho da conversa, que parte da pergunta "Por queexiste som?", sobre a qual o tema é expandido.
SOBRE O SOM E O SILÊNCIO
Teca de Brito chama a atenção para a percepção do som, o ouvir como parte daintegração entre o Homem e o meio no qual este vive. Os sons que nos cercam sãoexpressões da vida, do movimento, e indicam situações, ambientes, paisagens sonoras,que representam o meio e a presença do Homem neste.Som é tudo o que soa!Tudo o que o ouvido percebe sob a forma demovimentos vibratórios...Silêncio não é simplesmente a ausência de som, mas sim a ausência de sonsaudíveis. Já que tudo vibra, o tempo todo há movimento gerador de som, sendo esteaudível ou não.Temos ainda de considerar que a cultura na qual o indivíduo está inseridoinfluencia na sua escuta, exemplo disso é a dificuldade, de nós ocidentais, de distinguire reproduzir os microtons presentes na música indiana.É assim que a autora explora o universo sonoro antes de apresentar osparâmetros/qualidades do som (conjunto de características do som, ou deagrupamentos sonoros, física e objetivamente definíveis, H.-J. Koellreutter, 1990).
O SOM TEM QUALIDADES (ou parâmetros)
 
ALTURA - Um som pode ser grave ou agudo, dependendo de sua freqüência(número de vibrações por segundo).Quanto menor for a freqüência, mais graveserá o som, e quanto maior, mais agudo será;
 
INTENSIDADE - Um som pode ser forte ou fraco, dependendo da amplitude desua onda;
 
TIMBRE - É a característica que personaliza o som, por exemplo, uma mesmanota pode ser tocada no piano e no violão, com a mesma intensidade, e vocêpoderá distinguir de qual instrumento é o som pelo timbre;
 
DENSIDADE - Refere-se a um grupo de sons, onde o adensamento ou rarefação,maior ou menor agrupamento de sons é ouvido.Brito, aborda com vários exemplos a importância da audição para um maiorentendimento do meio e sua interação com os sons que o cercam, sons portadores deinformações e significados.A autora toca, ao final do capítulo, num assunto importante, mas pouco falado,a "ecologia acústica", a imensa variedade e volume de sons aos quais estamos
 
- Resenha -
Teca Alencar de Brito - Música na Educação Infantil: Propostas para a formação Integral da Criança
© Carlos Roberto Prestes Lopes - 2008
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expostos nos grandes centros urbanos, e como esta poluição sonora afeta nossaqualidade de vida. Neste sentido, a autora destaca R Murray Schafer (1933-),compositor e educador que desenvolveu pesquisas acerca do som ambiente, suasmodificações (com o passar dos tempos), visando a conscientização. Esta pesquisateria seu ápice no "projeto acústico mundial", onde o ambiente teria seu somproduzido conscientemente pelos músicos, indivíduos integrantes do meio.
A MÚSICA
Neste capítulo, a autora apresenta "A música":Origens;Definições (a dificuldade de definir, como esta é influenciada por aspectosculturais e históricos);As muitas músicas da música (apresenta alguns estilos musicais e referências,destaca como os materiais sonoros influenciam na produção sonora dedeterminada época);A música como jogo (apresenta análise de F. Delalande, que considera a músicacomo jogo).
SOBRE AS ORIGENS
A música teve principalmente no seu início uma conotação mágica.Iniciou-sepela tentativa do homem reproduzir os sons da natureza, e possui uma série de lendasa respeito de seu início.É importante perceber que a música representa a sociedade e cultura de suaépoca, sofrendo grandes transformações durante o tempo e comportando novasfunções em local diferentes .
SOBRE A QUESTÃO DA DEFINIÇÃO
A principal idéia desta sessão do texto é que “definição expressa concepção”, e
em defesa desta opinião a autora apresenta os fatos que a levaram a tal afirmação.
“A música é uma linguagem, posto que é um sistema de signos”, afirma Hanz
-Joachim koellreutter, música é linguagem que organiza, intencionalmente, os signossonoros no continuum espaço-tempo. Koellreutter considera a música comolinguagem, destacando a sua característica transmissora de informação.A música é aceita como tal se inserida no contexto do ouvinte, se o ouvintecompartilhar da mesma concepção do produtor/compositor sonoro.Por ex.: paraKoellreutter, a música é organizada intencionalmente, portanto quem faz a músicaimpõe sua intenção...já a concepção de John Cage expande e altera a de Koellreutter,pois considera que o ouvinte é quem dá sentido à música, aos sons ao seu redor, então

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