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Psicologia comunitária

Psicologia comunitária

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UNIVERSIDADE DO PLANALTO CATARINENSECURSO DE PSICOLOGIA – OITAVO SEMESTREDISCIPLINA DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM PSICOLOGIA COMUNITÁRIA PSICOLOGIA COMUNITÁRIA E PRESÍDIO REGIONAL DE LAGESJUNTOS EM BUSCA DE PRATICAS HUMANIZADASIvete de Oliveira Fontoura (Acadêmica)Tatiane Muniz Barbosa (Orientadora) _______________________________________________________ ____________________ResumoEste artigo aborda as atividades desenvolvidas pela estagiária do cursoPsicologia daUniversidade do Planalto Catarinense durante o Estágio Supervisionado emPsicologiaComunitária no Presídio Regional de Lages, SC. O estágio teve como principalobjetivo ahumanização do Presídio, buscando um ambiente que proporcione relações de“comunidadeonde todos são chamados pelo nome, sendo que ao ser chamado pelo nomemantém aidentidade e a singularidade das pessoas, possibilitando assim a manifestaçãodo pensamentoe da opinião” (MARX apud CAMPOS, 1996, p. 95). Para alcançar o objetivoforamrealizados oficinas duas vezes ao mês com oito reeducandas, propondo reflexões(dinâmicas eleituras comentadas de textos) referentes à auto-estima, afetividade, auto-conhecimento, violência domestica, relações de gênero, direitos humanos e cidadania. Logo apsicologiacomunitária, e a psicologia social proporcionam o desenvolvimento de ações que visem
 
autonomia, melhoria nas condições de vida, buscando uma transformação sociale adiminuição da exclusão, partindo da realidade das pessoas e respeitando os valores, as crençase a singularidade das mesmas.Palavras-Chave: Psicologia Comunitária, Presídio, Humanização. _______________________________________________________ ____________________IntroduçãoNo sétimo e oitavo semestre do curso de Psicologia da Universidade do PlanaltoCatarinense (UNIPLAC), tive a oportunidade de realizar o EstágioSupervisionado emPsicologia Comunitária, no Presídio Regional de Lages SC. O estágio foirealizado comacadêmicas de Psicologia e Serviço Social em parceria com o Ministério Publicoda comarcade Lages e UNIPLAC no ano de 2008. A seguir serão abordadas neste artigo as ações desenvolvidas junto àsreeducandasda instituição visando propiciar a humanização no cotidiano do Presídio parapresas nasquestões psicológicas e sociais. De acordo com Rey (2004, p. 174), “a psicologiasocial deveentender o sujeito em seu cotidiano, conhecê-lo nas condições sociais em queatua e tentarcompreender seu comportamento a partir do contexto social ao qual estáinserido”. Portanto apsicologia social busca a autonomia do sujeito de acordo com as suaspotencialidades. Diantedisto faz-se necessário ressaltar a potencialidade da instituição prisional quepossui comodireção a Lei de Execução Penal.Para melhor compreender o Presídio, enquanto instituição é importanteconhecer aLei de Execução Penal (LEP), Segundo Human Rights Watch, “a LEP, foiadotada em 1984 é
 
uma obra extremamente moderna de legislação, que tem por objetivoreconhecer os direitosdos presos tais como tratamento individualizado, e garantindo assistênciamédica, jurídica,educacional, social, religiosa e material. Vista como um todo, o foco desta leinão é a punição,mas, ao invés disso a ressocialização das pessoas condenadas”. Percebe-se que alei deexecução penal é bastante nova, porém busca garantir ao preso à efetividade deprogramasque proporcione a educação e profissionalização visando a ressocialização.De acordo com o histórico do Presídio Regional de Lages, o mesmo foi fundadoemmeados de 1963, como cadeia pública da Comarca de Lages, sendo administradapor umoficial. Posteriormente a cadeia foi administrada por um policial civil. Em 1983,o Presídiopassou a ser administrado por um terceiro policial civil, que se encontra naadministração doPresídio Regional de Lages atualmente.O presídio custodia os presos das comarcas de Correia Pinto, Otacílio Costa, AnitaGaribaldi, Campo Belo do Sul e Bom Retiro. A cidade de São Joaquim possuiuma UnidadePenal Avançada (UPA), administrada pelo Presídio Regional de Lages, quecustodia os presosdas comarcas de Urubici, Bom Jardim da Serra e Bom Retiro, sendo que oúltimo município écustodiado por ambas as unidades citadas anteriormente. A cidade de CorreiaPinto possuiuma UPA também administrada pelo Presídio Regional de Lages que custodiaos presos dascomarcas de Correia Pinto e Ponte Alta.Segundo informações colhidas pela estagiária através de conversas informaiscom osfuncionários durante a realização do estágio (maio/2008), o Presídio Regional

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