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Analogia Segundo Maria Helena Diniz

Analogia Segundo Maria Helena Diniz

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Published by Carla Martins
Analogia Direito Civil segundo Maria Helena Diniz
Analogia Direito Civil segundo Maria Helena Diniz

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Categories:Types, School Work
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06/13/2014

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Interpretação das normas jurídicas As funções da interpretação são: 1)
 
Conferir a aplicabilidade da norma jurídica ás relações sociais que lhe deram origem; 2)
 
Estender o sentido da norma a relações novas, inéditas ao tempo de sua criação; e 3)
 
Temperar o alcance do preceito normativo, para fazê-lo corresponder às necessidades reais e atuais de caráter social, ou seja, aos seus fins sociais e aos valores que pretende garantir. Interpretar uma norma é dizer o real significado dela, deixando claro o que é decisivo para a vida jurídica sem conflitar com o direito positivo e com o meio social. È a hermenêutica que contém regras bem ordenadas que fixam os critérios e princípios que deverão nortear a interpretação. A hermenêutica é a teoria cientifica da arte de interpretar. Existem 05 técnicas para facilitar a interpretação: 1.
 
Gramatical 2.
 
Lógica 3.
 
Sistemática 4.
 
Histórica 5.
 
Sociológica ou teleológica A norma se destina a um fim social, de que o juiz deve participar ao interpretar o preceito normativo. Essas técnicas de interpretação devem ser utilizadas em conjunto, pois elas se completam. Pois todas essas técnicas conjuntamente, trazem sua contribuição para a descoberta do sentido e alcance da norma de direito. O sistema jurídico é composto de vários subsistemas mas em especial, em 3 sistemas isomórficos: o de normas, o de fatos e o de valores; e são interdependentes. Para integrar a lacuna o juiz recorre, preliminarmente, à analogia, que consiste em aplicar a um caso não previsto de modo direto ou específico por uma norma jurídica uma norma prevista para uma hipótese distinta, mas semelhante ao caso não comtemplado. Envolve a : constatação empírica e um juízo de valor, que mostra a relevância das semelhanças sobre as diferenças, tendo em vista a decisão jurídica procurada. O objeto da analogia é a razão (ratio juris) e é um processo revelador das normas implícitas. Requer a aplicação analógica que: 1.
 
O caso sub judice não esteja previsto em norma jurídica 2.
 
O caso não contemplado tenha com o previsto, pelo menos, uma relação de semelhança 3.
 
O elemento de identidade entre eles não seja qualquer um, mas sim essencial, ou seja, deve haver verdadeira semelhança e a mesma razão entre ambos.

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