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Table Of Contents

1 INTRODUÇÃO
2 CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS PEIXES
2.1 ANATOMIA DOS PEIXES
2.1.1 Morfologia externa
2.1.2 Morfologia interna
2.2 CADEIA ALIMENTAR DOS PEIXES
2.2.1 Planctívoros ou planctófagos
2.2.2 Herbívoros
2.2.3 Carnívoros
2.2.4 Onívoros
2.2.5 Detritívoros
2.2.6 Iliófagos
2.3 ATIVIDADE
2.3.1 Descrição do problema
2.3.2 Questionamento
2.4 LEITURA COMPLEMENTAR
3 AMBIENTE AQUÁTICO - PROPRIEDADES FÍSICO-QUIMICAS DA ÁGUA
3.1 TEMPERATURA
3.2 TRANSPARÊNCIA
3.3 CARACTERÍSTICAS QUÍMICAS
3.4 POTENCIAL HIDROGENIÔNICO (pH)
3.5 OXIGÊNIO DISSOLVIDO (O2D)
3.5.1 Difusão direta
3.5.2 Processo de fotossíntese
3.6 DIÓXIDO DE CARBONO (CO2)
3.7 ALCALINIDADE
3.8 SÓLIDOS SUSPENSOS
3.9 NITROGÊNIO
3.10 CARACTERÍSTICAS BIOLÓGICAS
3.11 ATIVIDADE
3.11.1 Descrição do problema
3.11.2 Questionamento
3.12 LEITURA COMPLEMENTAR
4 SISTEMAS DE PRODUÇÃO
4.1 CLASSIFICAÇÃO DA CRIAÇÃO QUANTO A SUA FINALIDADE
4.1.1 Cria ou produção de alevinos
4.1.2 Recria, engorda ou produção de pescado
4.1.3 Exploração mista de cria e recria
4.1.4 Outros tipos de exploração
4.2 CLASSIFICAÇÃO DA PISCICULTURA QUANTO AO SISTEMA DE CRIAÇÃO
4.2.1 Piscicultura extensiva
4.2.2 Piscicultura semi-intensiva
4.2.3 Piscicultura intensiva
4.3 QUANTIDADE DE ÁGUA X SISTEMA DE PRODUÇÃO
4.3.1 Semi-intensivo
4.3.2 Intensivo
4.4 ATIVIDADE
4.4.1 Descrição do problema
4.4.2 Questionamento
4.5 LEITURA COMPLEMENTAR
5.1 FATORES DETERMINANTES PARA LOCALIZAÇÃO DE VIVEIROS
5.1.1 Escolha do local
5.1.2 Água
5.1.3 Medidas de vazão
5.1.4 Solos e seleção de equipamentos - granulometria
5.1.5 Permeabilidade
5.1.6 Topografia
5.2 TIPOS DE VIVEIROS
5.3 PARA CONSTRUÇÃO DE VIVEIROS
5.3.1 Recomendações para tamanhos e profundidade de viveiros
5.6.2 Estruturas
5.7 PLANEJAMENTO DE UMA CRIAÇÃO
5.7.1 Cronograma de produção e utilização dos tanques
5.8 PROJETO PADRÃO PARA A PISCICULTURA EM VIVEIROS DE TERRA (PARA 15.000 m2
5.8.1 Engorda
5.9 ATIVIDADE
5.9.1 Descrição do problema
5.9.2 Questionamento
5.10 LEITURA COMPLEMENTAR
6 CALAGEM E ADUBAÇÃO DE VIVEIROS
6.1 PREPARO DOS VIVEIROS
6.2 ESVAZIAMENTO
6.3 DESINFECÇÃO
6.3.1 Desinfecção com cal virgem (CaO) ou cal hidratada (Ca(OH)2)
6.3.2 Desinfecção de áreas escuras e com cheiro de enxofre
6.4 APLICAÇÃO DE CALCÁRIO
6.5 OXIDAÇÃO DA MATÉRIA ORGÂNICA
6.6 FERTILIZAÇÃO
6.6.1 Fertilizantes químicos (N - P – K)
6.6.2 Fertilização antes do povoamento
6.6.3 Fertilização após o povoamento
6.6.4 Recomendações
6.1 ATIVIDADE
6.1.1 Descrição do problema
6.1.2 Questionamento
6.2 LEITURA COMPLEMENTAR
7 ESPÉCIES CULTIVADAS NO BRASIL
7.1 NATIVAS
7.1.1 Pacu (Piaractus mesopotamicus)
Figura: Pacu (Piaractus mesopotamicus)
7.1.3 Curimatã ou curimba (Prochilodus scrofa)
7.1.4 Matrinchã, Piraputanga (Brycon sp)
7.1.5 Pintado, Surubim (Pseudoplatystoma coruscan)
7.1.6 Jundiá (Rhamdia quelen)
7.1.7 Traíra (Hoplias malabaricus)
7.2 EXÓTICAS
7.2.1 Carpa cabeça grande (Aristichthys nobilis)
7.2.2 Carpa capim (Ctenopharyngodon idella)
7.2.3 Carpa prateada (Hypophthalmichthys molitrix)
7.2.4 Tilápia (Oreochromis niloticus)
7.3 ATIVIDADE
7.3.1 Descrição do problema
7.3.2 Questionamento
7.4 LEITURA COMPLEMENTAR
8 REPRODUÇÃO NATURAL E ARTIFICIAL DOS PEIXES
8.1 REPRODUÇÃO COMO UM EVENTO CÍCLICO
8.1.1 O ciclo anual
8.2 MECANISMOS ENDÓCRINOS DA REPRODUÇÃO
8.3 REPRODUÇÃO NATURAL
8.3.1 Obtendo reprodutores
8.3.2 Indução da ovulação e/ ou desova
8.3.3 Indução da desova sem tratamento hormonal
8.3.4 Indução da desova em superfície artificial tipo kakabans
8.3.5 Viveiros de desova com as características acima citadas
8.4 REPRODUÇÃO INDUZIDA
8.5 ORIGEM E CUIDADOS COM O PLANTEL DE REPRODUTORES
8.6 IDADE PARA REPRODUÇÃO
8.7 ÉPOCA DE REPRODUÇÃO
8.8 SELEÇÃO E TRANSPORTE E ACONDICIONAMENTO DE REPRODUTORES
8.8.1 Tamanho dos reprodutores
8.13 PREPARAÇÃO E INJEÇÃO DA DOSE HORMONAL
8.14 HORAS-GRAU
8.15 EXTRUSÃO E FECUNDAÇÃO
8.15.1 Material necessário
8.16 COLETA E PRESERVAÇÃO DE GLÂNDULAS PITUITÁRIAS
8.17 VANTAGENS E DESVANTAGENS DE UMA DESOVA INDUZIDA
8.17.1 Vantagens
8.17.2 Desvantagens
8.18 OVOS DE PEIXES FERTILIZADOS
8.19 FERTILIZAÇÃO ARTIFICIAL DOS OVOS DE PEIXES
8.20 FERTILIZAÇÃO DOS OVOS PEGAJOSOS
8.21 FERTILIZAÇÃO DE OVOS NÃO PEGAJOSOS
8.22 DESENVOLVIMENTO DE OVOS E LARVAS E INCUBAÇÃO
8.23 ATIVIDADE
8.23.1 Questionamento
8.24 LEITURA COMPLEMENTAR
9 CULTIVO, NUTRIÇÃO E MANEJO ALIMENTAR
9.1 CONSÓRCIO PEIXES/SUÍNO
9.2 CONSÓRCIO PEIXES/AVES
9.3 POLICUTIVO PARA CLIMA TEMPERADO
9.3.1 Espécies propostas
9.3.2 Proporção das espécies
9.3.3 Cronograma do cultivo
9.4 MANEJO ALIMENTAR DOS PEIXES EM POLICULTIVO
9.4.1 Alimentos
9.4.2 Freqüência de alimentação
9.4.3 Manejo alimentar
9.4.4 Resultado Esperados
9.5 NUTRIÇÃO DE PEIXES
9.5.1 Exigências nutricionais dos peixes
9.5.2 Exigência protéica
9.5.3 Exigência energética
9.5.4 Exigências vitamínico-minerais
9.5.5 Qualidade dos ingredientes empregados para alimentação dos peixes
9.5.6 Qualidade das rações
9.6 ATIVIDADE
9.6.1 Descrição do problema
9.6.2 Questionamento
9.7 LEITURA COMPLEMENTAR
10 DOENÇAS COMUNS NA PISCICULTURA
10.1 ICTIOFTIRÍASE
10.1.1 Tratamento
10.2 VERME DE BRÂNQUIAS (COSTIA)
10.2.1 Tratamento
10.3 SAPROLEGNOSE
10.3.1 Tratamento
10.4 ARGULOSE
10.4.1 Tratamento
10.5 ATIVIDADE
10.5.1 Descrição do problema
10.5.2 Questionamento
10.6 LEITURA COMPLEMENTAR
11 PROCESSAMENTO DE PESCADO E COMERCIALIZAÇÃO
11.1 EVISCERAÇÃO E FILETAGEM
11.1.1 Retirada das escamas
11.1.2 Retirada da cabeça
11.1.3 Evisceração
11.1.4 Fileteamento
11.2 MÉTODOS SIMPLES DE CONSERVAÇÃO DO PESCADO
11.2.1 Resfriamento
11.2.2 Qualidade do gelo
11.2.3 Tipo do gelo
11.2.4 Quantidade de gelo
11.2.5 Empilhamento
11.2.6 Armazenagem
11.2.7 Congelamento
11.2.8 Salga
11.2.9 Diferentes métodos de salga
11.2.10 Secagem natural
11.2.11 Secagem artificial
11.3 ATIVIDADE
11.3.1 Questionamento
11.4 LEITURA COMPLEMENTAR
12 LEGISLAÇÃO AMBIENTAL
12.1 INTRODUÇÃO
12.2 LEGISLAÇÃO FEDERAL
12.3 LEGISLAÇÃO AMBIENTAL
12.3.1 Licenciamento ambiental
12.4 LEGISLAÇÃO BÁSICA SOBRE PESCA E MEIO AMBIENTE
12.5 LEITURA COMPLEMENTAR
13 LITERATURA CONSULTADA
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Apostila Psicultura 26-02-09 FINAL

Apostila Psicultura 26-02-09 FINAL

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Published by: Vandreza Souza on Apr 14, 2014
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07/08/2014

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