• Embed Doc
  • Readcast
  • Collections
  • CommentGo Back
Download
 
DECRETO N.º 19.339, DE 19 DE JUNHO DE 1998.Regulamenta a inspeção sanitária e industrialdos produtos de origem vegetal no DistritoFederal, de que trata a Lei Nº 1.671, de 23 desetembro de 1997.O GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL
, no uso das atribuições que lheconfere o artigo 100, inciso VII da Lei Orgânica do Distrito Federal e considerando oque dispõe o artigo 15 da Lei 1.671, de 23 de setembro de 1997, decreta,Art. 1º - Fica aprovado o Regulamento da Inspeção Sanitária e Industrial dos produtosde origem vegetal, que com este baixa.Art. 2º - Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.Art. 3º - Revogam-se as disposições em contrário.Brasília, 19 de junho de 1998.109º da República e 38º de Brasília.
CRISTOVAM BUARQUEJOÃO LUIZ HOMEM DE CARVALHO
 
 
REGULAMENTO DA INSPEÇÃO SANITÁRIA E INDUSTRIAL DOSPRODUTOS DE ORIGEM VEGETAL.TITULO IDISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1º - O presente regulamento estabelece as normas para execução da inspeçãosanitária e industrial dos produtos de origem vegetal.Art. 2º - A inspeção sanitária e industrial de produtos de origem vegetal no DistritoFederal será exercida pela Secretaria de Agricultura, por intermédio do Departamentode Defesa Agropecuária e Inspeção de Produtos de Origem Vegetal e Animal
 – 
 DIPOVA, e abrange:I - a higiene geral dos estabelecimentos registrados;II - a captação, canalização, depósito, tratamento e distribuição da água para consumo eo escoamento das águas residuais;III - o funcionamento dos estabelecimentos compreendidos nas atividades definidas noartigo 7º da Lei nº 1.671, de 1997;IV - as fases de recebimento, elaboração, preparo, transformação, manipulação,acondicionamento, conservação, transporte e depósito de produtos de origem vegetal esuas matérias-primas, adicionados ou não de produtos de origem animal;V - a embalagem e rotulagem de produtos e subprodutos, de acordo com os tipos epadrões previstos no regulamento e normas federais ou fórmulas aprovadas;VI - a classificação de produtos e subprodutos, de acordo com os tipos e padrõesprevistos no regulamento e normas federais ou fórmulas aprovadas;VII - a coleta de amostras das matérias-primas, produtos e subprodutos para os examesmicrobiológicos, organolépticos, resíduos de agrotóxicos e físico-químicos emlaboratório oficial de análise, conforme a necessidade;VIII - as matérias-primas nas fontes produtoras e intermediárias.Art. 3º - Os técnicos em inspeção portarão Identidade Funcional fornecida pelaSecretaria de Agricultura.Parágrafo único - É obrigatória a prévia apresentação da Identidade Funcional, sempreque o técnico de inspeção estiver desempenhando suas atividades profissionais.
TÍTULO IIREGISTRO DE ESTABELECIMENTOS
Art. 4º - Estão sujeitos ao registro todos os estabelecimentos rurais que processamalimentos vegetais com matéria-prima de produção própria transformando-os e/oumanipulando-os, embalando-os e identificando-os visando o mercado consumidor.Art. 5º - O registro será requerido à Secretaria de Agricultura, sendo analisado peloDIPOVA, instruindo-se o respectivo processo com os seguintes documentos:I - requerimento dirigido ao Secretário de Agricultura do Distrito Federal, solicitando oregistro e respectiva inspeção;II - cadastro do Estabelecimento detalhando atividades, formulações, origem da matéria-prima, processamento, conservação, validade, e meio de transporte;III - licença prévia concedida pela SEMATEC;
 
IV - croqui ou planta baixa da Agroindústria com cortes e fachadas da construção deacordo com a capacidade instalada;V - relação discriminada de máquinas e equipamentos da Agroindústria comespecificações e fluxograma de processamento;VI - contrato social com registro na Junta Comercial do Distrito Federal (fotocópias daconstituição e dos demais atos de alterações), quando for o caso;VII- registro no Cadastro Geral de Contribuintes ou Cadastro de Pessoa Física(fotocópias), conforme o caso;VIII- inscrição na Secretaria da Fazenda e Planejamento do Distrito Federal (fotocópia);IX - alvará de funcionamento liberado pela Administração Regional;X - apresentação prévia do boletim oficial de exames de água de consumo doestabelecimento, que deve se enquadrar nos padrões microbiológicos e físico-químicos;XI - contrato do produtor com o Responsável Técnico, conforme o volume de produção;XII - carteira de saúde ou atestado de saúde ocupacional de todos os envolvidosdiretamente no processamento de alimentos;XIII - livro oficial de registro para anotação de todos os eventos e atividades realizadospelo Responsável Técnico ou Inspetor, conforme o volume de produção.§ 1º - O contrato referido no inciso XI deste artigo será entre a Agroindústria e aempresa de assistência técnica, ou o profissional habilitado, credenciado no DIPOVA,com a respectiva anotação de Responsabilidade Técnica no órgão oficial deregulamentação profissional.§ 2º - Ao Responsável Técnico, compete a execução do programa de defesa vegetal edo controle de qualidade em todas as fases de processamento do alimento.Art. 6º - A construção de estabelecimentos sujeitos a Inspeção e Fiscalização de quetrata este Regulamento não será iniciada sem que os projetos tenham sido aprovadospelo DIPOVA, SEMATEC e Administração Regional.Art. 7º - Qualquer ampliação, ou remodelação nos estabelecimentos registrados, tantode suas dependências quanto instalações, só poderá ser feita mediante aprovação préviados projetos pelo DIPOVA, SEMATEC e Administração Regional.Art. 8º - O estabelecimento que interromper seu funcionamento, só poderá reiniciar suasatividades mediante inspeção prévia de todas as suas dependências, instalações eequipamentos.Parágrafo único - Quando a interrupção do funcionamento ultrapassar o período de 12(doze) meses consecutivos será cancelado o respectivo registro.Art. 9º - O estabelecimento registrado só poderá ser vendido ou arrendado após acompetente transferência de responsabilidade do registro junto ao DIPOVA .
TÍTULO IIIAPROVAÇÃO DOS ESTABELECIMENTOS
Art. 10 - Para aprovação dos estabelecimentos de processamento de produtos de origemvegetal será exigido o cumprimento das seguintes condições básicas e comuns:I - dispor de luz natural ou artificial, e de ventilação suficiente em todas asdependências, respeitadas as peculiaridades de ordem tecnológica cabíveis;II - possuir pisos lisos impermeáveis e paredes azulejadas de cor clara, admitindo-separedes lisas e impermeabilizadas de cor clara, de maneira a facilitar a identificação desujidade, execução da limpeza e higienização dos estabelecimentos;III - possuir, nas dependências de elaboração de comestíveis, forro de material resistenteà umidade e a vapores, construído de modo a evitar o acúmulo de sujeira e
of 00

Leave a Comment

You must be to leave a comment.
Submit
Characters: ...
You must be to leave a comment.
Submit
Characters: ...