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Processo de avaliação dos docentes e a assiduidade

Processo de avaliação dos docentes e a assiduidade

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Processo de avaliação dos docentes e a assiduidade
Porque tive que dar respostas em massa em relação a esta matéria, aqui vai maisum contributo para quem possa andar preocupado com estas matérias.Um abraço de grande amizade com toda a estima e consideração deste vosso caro
 
colega.O regime jurídico da avaliação de desempenho do pessoal docente do Ensinoblico o Superior encontra-se previsto no Estatuto da Carreira Docenteaprovado pelo Dec.-Lei nº 139-A/90, de 28 de Abril e foi recentemente alteradopeloDecreto-Lei n.º 15/07, de 19 de Janeiro.O artigo 46.º do E.C.D., sob a epígrafe “Sistema de classificação”, vem dispor que aavaliação de cada uma das componentes de classificação e respectivos subgrupos éfeita numa escala de 1 a 10 e que o resultado é expresso através de cinco mençõesqualitativas:Excelente – de 9 a 10 valoresMuito Bom – de 8 a 8,9 valoresBom – de 6,5 a 7,9 valoresRegular – de 5 a 6,4 valoresInsuficiente – de 1 a 4,9 valoresEstabelece ainda o mesmo preceito legal que as menções de "Excelentee de “Muito Bomficarão sujeitas a percentagens máximas a definir por despachogovernamental tendo em conta o resultado obtido por cada escola não agrupada ouagrupamento de escolas na respectiva avaliação externa.
 
No que à questão da assiduidade diz respeito, vem o nº 5 do mesmo normativofazer depender a atribuição de menção qualitativa igual ou superior a “Bom” documprimento de “… pelo menos, 95% das actividades lectivas em cada um dosanos do período escolar a que se reporta a avaliação”. Este período que é, deacordo com o n.º 3 do artigo 42.º do E.C.D., de dois anos escolares, é prolongadopor tantos quantos aqueles em que o se verifique a referida condição deassiduidade.Queso importante é, contudo, a de saber o que releva para efeitos documprimento do serviço lectivo exigido pelo citado n.º 5 do artigo 46º do E.C.D..De acordo com este mesmo preceito, no referido cômputo, é considerada, não só aactividade lectiva constante do horário de trabalho do docente (número de aulassemanais a leccionar durante o período correspondente ao ano lectivo, de acordocom o definido no calendário escolar) como também a que resulta da permuta deserviço lectivo com outro docente. No entanto, a lei também prevê que existemausências que, por serem legalmente equiparadas à prestação de serviço efectivo,
 
relevam para o cumprimento da percentagem de actividades lectivas exigidas pelomesmo n.º 5 do artigo 46.º do E.C.D..Estas ausências são, entre outras, as constantes do artigo 103.º do ECD ou seja, asdecorrentes das seguintes situações: “a) Assistência a filhos menores;b) Doença;c) Doença prolongada;d) Prestação de provas de avaliação por trabalhador-estudanteabrangido pelo nº 1 do artigo 101º;e) Licença sabática e equiparação a bolseiro;f) Dispensas para formação, nos termos do artigo 109º;g) Exercício do direito à greve;h) Prestação de provas de concurso.” Para além destas e a título de exemplo, destacarei ainda algumas outras ausênciasque, por serem equiparadas, em legislação própria, à prestação efectiva de serviço,tamm deverão ser consideradas para o mputo supra mencionado.São elas as dadas pelos seguintes motivos:- Licença de maternidade e aborto (artigo 50.º do Código do Trabalho);- Licença de paternidade (artigo 50.º do C. T.);- Licença por adopção (artigo 50.º do C. T.);- Faltas (com limite de 30 dias) para assistência a menores de 10 anos de idade(artigo 50.º do C. T.);- Faltas (até 30 dias) para assistência a filhos (sem limite de idade) com deficiênciaou doença crónica (artigo 50.º do C.T.);- Dispensa para consultas, amamentação e aleitação (artigo 50.º, n.º 2 do C. T. erespectiva regulamentação);- Faltas por falecimento de familiar ou equiparado (artigo 28.º do Dec-Lei n.º100/99, de 31 de Março);

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