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artigo cientifico 1

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05/23/2013

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Resumo
:
veremos aqui que o Diabetes se configura hoje como uma epidemia mundial,sendo um grande desafio para os sistemas de saúde de todo o mundo. O envelhecimento da população, a urbanização crescente e a adoção de estilos de vida pouco saudáveis comosedentarismo, má educação alimentar e principalmente a obesidade são os principais fatorescontribuintes pelo aumento da incidência e prevalência do diabetes. As conseqüências humanas,sociais e econômicas do diabetes são devastadoras, trazendo complicações como amputações demembros inferiores, pé diabético, atrofia de membros, retinopatia, entre outros. O diagnósticodo diabetes também traz consigo danos emocionais que as vezes chegam a ser irreparáveis,levando o paciente a um estado não só de cronicidade patológica, mais emocional também.Veremos neste estudo o papel do enfermeiro diante dessa epidemia, e como a prevenção deveser feita.
Palavras chaves : Diabetes, saúde, enfermeiro, conseqüências eprevenção.
Introdução
Hoje no mundo, os custos para o atendimento ao diabetes variam dependendo da prevancia local e da complexidade do tratamento disponível. Além dos custosfinanceiros, o diabetes traz consigo outros custos que estão relacionados á dor,ansiedade, inconveniência, e uma menor qualidade de vida que afeta os doentes e suasfamílias. O diabetes em decorrência da perda de produtividade no trabalho, aaposentadoria precoce e a mortalidade prematura também representa carga adicional asociedade.o estudo apresentado trará consigo as principais causas do diabetes tipo 2, tipos detratamento e prevenções, mostratambém como o enfermeiro pode atuar nessaepidemia que atinge o mundo todo, os aspectos emocionais que ela traz para o paciente,seus tratamentos e suas complicações. De acordo com o a organização mundial desaúde, em 2010 nós teremos 200 milhões de diabéticos no mundo, e em 2025 teremosuma verdadeira catástrofe, com aproximadamente 300 milhões de pacientes diabéticostipo 2 no mundo, os fatores de risco que mais contribuem para essa epidemia são: aobesidade, o estresse diário, o sedentarismo, o avanço da tecnologia, que traz consigoinovações que convidam o consumidor a relaxar em um sofá, ou uma cama e só selevantar quando realmente for necessário, fora isso ele usa o controle remoto.Mostraremos aqui que o enfermeiro pode tratar o paciente o somente na suacronicidade, e sim na sua forma de encarar essa realidade que hoje atinge todos os
 
 públicos, mostrando a ele que é possível se reeducar, e buscar melhorias de vida, nãogarantindo sua cura, mais uma condição de vida normal e uma referência para as pessoas que ainda não foram atingidas pelo diabetes, para que elas possam se cuidar eassim prevenir que essa epidemia se alastre dia após dia.
Pâncreas
O pâncreasé um órgão que contém dois tipos básicos de tecido: os ácinos, produtoresde enzimas digestivas, e as ilhotas, produtoras de hormônios, está localizado entre oestômago e o intestino delgado, é uma glândula exócrina (produz o suco pancreático,que contém enzimas digestivas) e endócrina (produz vários hormônios importantes,como a insulina e o glucagon). Ele é a segunda maior glândula do nosso sistemadigestores. As enzimas secretadas pelo pâncreas digerem proteínas, carboidratos egorduras. As enzimas proteolíticas, que quebram as proteínas em uma forma que oorganismo possa utilizar, são secretadas em uma forma inativa. Elas são ativadassomente quando atingem o trato digestivo. O ncreas também secreta grandesquantidades de bicarbonato de sódio, que protege o duodeno neutralizando o ácidooriundo do estômago. Os três hormônios produzidos pelo pâncreas são a insulina, quereduz o nível de açúcar (glicose) no sangue; o glucagon, que eleva o nível de açúcar nosangue; e a somatostatina, que impede a liberação dos dois outros hormônios.
Insulina
A insulina é uma estrutura polopeptídica e tem 51 aminoácidos, é responsável por regular o nível de glicemia (glicose) no sangue. Ela induz o aparecimento de receptores(uma classe de proteínas da superfície celular) de glicose na membrana das células,fazendo com que a glicose seja transportada para o citoplasma. A glicose não entra nacélula sem que haja colaboração da insulina. A liberação da insulina no sangue ocorreatravés dascélulas beta(células-β) do pâncreas em resposta aos níveis crescentes deglicose no sangue (por exemplo, após uma refeição). A insulina habilita a maioria dascélulas do corpo a absorverem a glicose do sangue e a utilizarem como combustível, para a conversão em outras moléculas necessárias, ou para armazenamento da mesma.A insulina é também o sinal de controle principal para a sintése da glicose (o açúcar  básico usado como combustível) emglicogêniopara armazenamento interno nas célulasdo fígado e musculares. Níveis reduzidos de glicose resultam em níveis reduzidos de
 
secreção de insulina a partir das células beta e na conversão reversa de glicogênio aglicose quando os níveis de glicose caem.As moléculas que ativam ou inibem os receptores podem ser classificadas comohormonas,neurotransmissores,citocinasoufactores de crescimento, mas todas são chamadas deligandos de receptores. E as proteínas, uma vez acionadas, recrutam eativam diversos fatores intracelulares, com diversas funções celulares diferentes.Quando há uma falha na produção de insulina, temos como resultado altos níveis deglicose nosangue, já que a mesma não é enviada ao interior das células.é de extremaimportância que a célula realize o processo de respiração aeróbica. Esse processo teminicio com a glicose que é obtida através dos alimentos ingeridos que passam por umasérie de reações químicas e acabam formando duas moléculas de ácido piruvato. O cicloocorre na mitocôndria, na qual essas moléculas de piruvato tem que entrar nela. Esse processo só se realiza quando se obtem suficiente moléculas de oxigênio para cadamolécula de glicose. A entrada do piruvato na mitocôndria faz com que o oxigênio reajacom o ácido piruvato formando o gás carbônico onde o mesmo libera os elétrons dosátomos de hidrogênio que estão presentes na fórmula da glicose. Os elétorns sãotransportados por duas moléculas transportadoras que são o NADH e o FADH. Entãoesses elétrons irão se responsabilizar pela junção de mais um átomo de fósforo juntocom uma molécula de adenosina difosfato (ADP) que formará a adenosina trifosfatomais conhecida como ATP. Essa molécula ira fornecer energia para a célula e ajudaráno transporte ativo de substâncias pelo corpo.
Glucagon
Para manter a glicemia constante, o pâncreas também produz outro hormônioantagónico àinsulina,denominadoglucagon. Ou seja, quando a glicemia cai, mais glucagoné secretado visando reestabelecer o nível de glicose na circulação.O glucagoné o hormônio predominante em situações de jejum ou de estresse, enquanto a insulinatem seus níveis aumentados em situações de alimentação recente. O glucagon é umhormôniode estrutura polipeptídica produzido naslulas alfadasilhotas de Langerhansdo pâncrease também em células espalhadas pelo trato gastrointestinal. São conhecidas inúmeras formas de glucagon, sendo que a forma biologicamente ativa tem29aminoácidos. Ele é um hormônio muito importante nometabolismodoscarboidratos.  Sua função mais conhecida é aumentar o nível de glicose no sangue, contrário aosefeitos dainsulina. O glucagon age na conversão doATP(trifosfato de adenosina) a

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