Lembro de quando ui a um velho e respei-tado médico homeopata. Meu pai me levou,eu era criança. Naquela época, já usava amão ortopédica. O médico a segurou paratomar o meu pulso. Eu estava tão intimi-dado que não z nada para poupá-lo doequí
voco. O respeitável médico apertoucom orça a munheca de plástico. Apesarde tudo, em nenhum momento me deu pormorto. Ao contrário, enquanto ia
contandoas supostas pulsações, ditava em voz alta aum assistente a receita que me curaria detodos os males.
Do diário do Prêmio Nobel de Física, 1960
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