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Software PrimaveraKeyVision Business SolutionsEspecialistas em Software deGestãowww.keyvision.ptSite6€ AnoDomínio + Alojamento+ Emails e muito mais...Confiramyweb.ptTeK >Opiniãohttp://tek.sapo.pt/opiniao/opiniao_carta_aberta_aos_professores_sobre_so_1018483.htmlOpinião: Carta aberta aos professores sobre Software LivrePublicado porCasa dos Bitsàs 11.03h no dia 19 de Setembro de 2009Carta aberta aos professores sobre Software Livre
Por Associação Ensino Livre(*)
Caro(a) professor(a),Nas próximas semanas, as escolas e universidades portuguesas vão voltar a encher-sede vida. Osrecreios, as salas de aulas, as salas dos alunos e de professores vão ser palco de encontros, reencontrose também de desencontros. Agora que se inicia um novo ano lectivo, queremos aproveitar esta ocasiãopara partilhar consigo algumas ideias sobre Software Livre e princípios associados.Antes de mais, importa esclarecer o significado deste conceito. Entende-se por Software Livre o conjuntode programas de computador distribuídos mediante uma licença que respeite as seguintes quatroliberdades:Liberdade 1: Liberdade de executar o programa para qualquer fim.Liberdade 2: Liberdade de estudar como o programa funciona e de modificá-lo de forma a que possa corresponder às suasnecessidades ou intenções.Liberdade 3: Liberdade de redistribuir cópias, de modo a poder ajudar o próximo.Liberdade 4: Liberdade de poder melhorar o programa e de tornar as suas melhorias públicas, para que toda a comunidadepossa beneficiar.Talvez se imponha concretizarmos com um exemplo, para clarificar. Entre os vários programas de computador disponibilizados peloprojecto OpenOffice.org (http://www.openoffice.org), encontramos um processador de texto, uma folha de cálculo e um programa paracriação de apresentações.Como são Software Livre, podemos utilizar estes programas para qualquer fim, instalá-los em qualquer local e tantas vezes quantas asque considerarmos necessárias sem que isso implique qualquer pagamento de licenças ou pedido de autorização.Tratando-se de Software Livre, podemos instalar estes programas na universidade, naescola, na associação, em casa ou noutro localqualquer sem ter que pagar licenças nem incorrer em infracção!Podemos fazer cópias destes programas e distribuí-las pela comunidade, pelos amigos, pelos alunos, encarregados de educação,colegas, etc. Se tivermos conhecimentos para tal, podemos modificá-los e adaptá-losàs nossas necessidades e distribuir essasversões modificadas.Mas qual será o impacto de utilizarmos Software Livre nas nossas escolas e universidades? A Associação Ensino Livre defende que autilização de Software Livre nas escolas...traz benefícios económicos para o sistema educativo e para todos nós;permite criar e utilizar software mais diversificado e adequado à realidade e às necessidades dos professores e das instituições deensino;concretiza a aprendizagem de valores fundamentais para a vida em sociedade;constitui uma forma de assegurar a prioridade das preocupações de índole pedagógicae científica e a independência do sistemade ensino relativamente às estratégias comerciais e económicas de empresas espeficas;permite preparar melhor os alunos e as escolas/universidades para o presente e parao futuro, promovendo a inovação ecriatividade.Acreditamos tamm na partilha de conteúdos educativos, na importância dos conteúdos abertos enquanto meio de construção deuma cultura de conhecimento acessível a todos e constrda por todos.Estamos seguros de que os passos cada vez mais viveis neste campo que têm sido percorridos em Portugal e no Mundo constituemexemplo da grande relevância destes temas que vos apresentamos.Benefícios ecomicos para o sistema educativoAs principais vantagens económicas da utilização de Software Livre são sustentadas por um facto inegável: a esmagadora maioriado Software Livre é distribuído de forma gratuita. Pelo contrário, a utilização de software proprietário nas escolas, isto é, softwareque não é distribuído de acordo com as quatro liberdades referidas acima (por exemplo, Microsoft Office), implica o pagamento deavultadas verbas para o seu licenciamento.Sugerimos a consulta dos dados relativos aos ajustes directos, disponibilizados pelo portal dos Contratos Públicos(http://base.gov.pt), ou através do motor de pesquisa desenvolvido pela Associação Nacional para o Software Livre(http://transparencia-pt.org), para construir uma noção mais completa e informada sobre o valor das quantias anualmentedespendidas pela administração pública portuguesa em licenças de software proprietário,Acresce ainda que, mesmo quando as aplicações proprietárias são "oferecidas" às comunidades educativas, é necessária algumacautela com eventuais custos menos viveis: funcionalidades disponibilizadas mediante um pagamento adicional, necessidade depagamento de novas licenças aquando da actualização para novas versões, custos com suporte técnico ou manutenção,impossibilidade de mudar para outro fornecedor devido ao lock-in de informação em formatos proprietários (i.e., informação quenão pode ser aberta em mais nenhum programa a não ser o daquele fornecedor específico), etc.Não obstante o acima exposto, esta vantagem incontornável não é a mais importante ou significativa. A defesa da utilização deSoftware Livre radica em razões mais profundas do que o seu custo económico. Não é uma questão de preço, é uma questão deliberdade.1.Liberdade de modificar o software para responder às necessidades e criar novos desafios2.TeK > Opinião > Opinião: Carta aberta aos professores sobre Software...http://tek.sapo.pt/opiniao/opiniao_carta_aberta_aos_professores_sobre...1 de 402-10-2009 11:14
 
As licenças de Software Livre permitem que as aplicações possam ser modificadas e redistribuídas com essas mesmasmodificações. Ou seja, qualquer professor ou aluno, se assim o desejarem e tiverem as competências ou a vontade de aprendernecessárias, podem modificar a aplicação, introduzir melhorias ou adequá-la às suasnecessidades, e distribuir as suas versõesmodificadas. Imagine um professor ou um grupo de professores que tem a vontade e ascompetências necessárias para traduzirpara português uma aplicação que só existe em língua inglesa ou desenvolver novas funcionalidades para uma aplicação jáexistente. Se a aplicação for Software Livre não existe qualquer restrição, pagamento ou proibição.Mesmo que este não seja o seu caso pessoal, ou o da sua instituição de ensino, certamente compreende a importância dapreservação desta liberdade. Por exemplo, a Faculdade de Engenharia da Universidadedo Porto adequou a distribuição deSoftware Livre Ubuntu para que contivesse o software adequado aos cursos leccionados na FEUP (http://linux.fe.up.pt/portal /distros/feuplive). Uma pesquisa rápida na página oficial da aplicação Moodle (http://moodle.org) revela inúmeros módulos e temas desenvolvidos por professores ou escolas que permitem expandir as funcionalidades ou modificar o aspecto da versãooriginal.
Valores fundamentais - solidariedade, partilha, trabalho, colaboração
As comunidades do Software Livre são bastante dinâmicas e funcionam assentes nos princípios da colaboração e dos contributosmútuos, envolvendo: pessoas que escrevem o código do programa, pessoas que fazem traduções para várias línguas, outras quese dedicam ao marketing e divulgação, outras ainda que escrevem tutoriais, utilizadores que relatam os problemas encontrados,utilizadores que partilham as criações efectuadas com os programas, etc. O modo de sobrevivência destas comunidades é otrabalho em equipa e a colaboração em massa. Por outras palavras, utilizar SoftwareLivre também significa participar emcomunidades espalhadas pelo globo construídas diariamente em torno de valores como a solidariedade, a partilha, a colaboraçãoe a responsabilidade.Além disso, acontece frequentemente que as contribuições de um dado aluno e/ou professor são rapidamente disseminadas portodo o mundo e reconhecidas por um conjunto alargado de indivíduos. Este reconhecimento pelo contributo e trabalhodesenvolvido eleva a confiança empreendedora dos alunos.3.
Evitar a armadilha do lock-in
Existem algumas armadilhas relacionadas com o vendor lock-in que talvez lhe sejam familiares. Por exemplo, quantos de nós tivemos problemas a tentar partilhar com colegas ficheiros de texto, de imagem, comdiapositivos de apresentações, com vídeos?Quantos de nós já optámos por não mudar de programa apenas porque perderíamos a possibilidade de aceder à informaçãoentretanto produzida com o mesmo? Quantos de nós já fomos forçados a adquirir licenças para novas versões dos programasporque os mesmos deixaram de ser seguros ou funcionais? Todos estes problemas derivam do chamado vendor lock-in. Comonão é possível estudar o código-fonte dos programas proprietários, modificá-los e partilhar as alterações, ficamos “presos” aosmesmos e à informação por eles criada. A utilização de Software Livre elimina ou atenua a maioria destes problemas.Em primeiro lugar, porque os programas livres são em geral compatíveis com normas abertas internacionais, permitindo a trocalivre de informação. Para mais informação sobre este tópico, recomendamos a leiturade um manifesto e de um guia publicadospela Associação Ensino Livre (http://www.ensinolivre.pt/?q=node/144ehttp://www.ensinolivre.pt/?q=node/148- a actualizar em breve).Em segundo lugar, porque um fornecedor ou empresa não pode impôr a sua vontade e estratégia comercial sobre o programalivre que temos instalado. Por exemplo, se for descoberta uma falha ou erro grave de funcionamento num qualquer programalivre, existem várias soluções possíveis: confiar na capacidade da comunidade para resolver o problema; resolvermos por nóspróprios ou colaborar com outros na solução; e, só por último, solicitar a ajuda deuma empresa. Repare que mesmo neste últimocaso, terá sempre a possibilidade de sondar várias empresas em busca daquela que presta o melhor serviço, por oposição ao queaconteceria se utilizasse um software proprietário. Porquê? Porque essas várias empresas podem estudar o código dosprogramas livres e podem modificá-lo, corrigi-lo e melhorá-lo. No caso do software proprietário, apenas a empresa detentora dosdireitos sobre a aplicação tem permissão para introduzir melhorias ou correcções.Mesmo quando o Software Livre é desenvolvido tendo em vista objectivos comerciais, e existem imensos casos de sucessoeconómico construídos em torno do desenvolvimento de Software Livre ou de serviços a ele associados (i.e. formação,manutenção, etc.), o negócio não é assente em práticas ou políticas empresariais que restrinjam as liberdades do utilizador. Outilizador possui sempre a liberdade de instalar, copiar, analisar, estudar, modificar e redistribuir as aplicações. Para ter umanoção das empresas em Portugal que funcionam nestas condições, visite por exemplo apágina da Associação Portuguesa deEmpresas de Software Open Source (http://www.esop.pt).Em resumo, utilizar Software Livre significa não ficar sujeito à estratégia comercial e prioridades definidas por uma empresaespecífica. Significa não ficar sujeito às suas decisões relativamente a aspectos tão importantes como os custos financeiros deaquisição e de actualização das aplicações, o ritmo, direcção de evolução e desenvolvimento de novas funcionalidades e, até, opróprio prazo de vida da aplicação.4.
Construção de competências adequadas ao mundo em que vivemos, de inovação e criatividade
A cidadania plena na Sociedade em Rede implica a construção de competências relacionadas com o modo de funcionamento doscomputadores e da Internet. Se a possibilidade de estudar, analisar e modificar o código-fonte das aplicações de Software Livretraz benefícios óbvios para quem pretende construir conhecimento na área da informática, não é menos verdade que asoportunidades de aprendizagem proporcionadas pelo Software Livre podem ultrapassar em muito o âmbito restrito da informática.Nos alicerces do panorama tecnológico actual encontramos eixos fortemente compostospor processos de mudança, diversidadee inovação. Neste contexto, é legítima a preocupação com o futuro dos alunos que constroem as suas competências em torno dautilização de um sistema operativo proprietário ou de um conjunto de ferramentas proprietárias. Em primeiro lugar, porque osprodutos desta natureza obedecem primeiramente à estratégia comercial de uma empresa específica e terão a sua existência justificada apenas enquanto produtos economicamente viáveis. Em segundo lugar e nãomenos importante, porque, dada aexistência de restrições de vária ordem (preço, monopólios, falta de interoperabilidade, etc.), os alunos/professores/instituiçõesque o utilizam não são estimulados a uma cultura de mudança, de inovação, de experimentação, de melhoria das suas práticas,de criatividade, essenciais tanto na informática como em todos os sectores.Utilizar Software Livre significa abraçar um mundo composto por diversidade e inovação, implica processos de avaliação dealternativas, defende a liberdade de escolha. A opção pelo Software Livre traduz a valorização da construção de competências emTecnologias da Informação e Comunicação em detrimento da valorização de competências de utilização de aplicações específicasvendidas por empresas específicas. Significa também a promoção de uma atitude face às TIC que favoreça a criatividade e aparticipação activa, a colaboração e o consumo crítico. Esta atitude irá reflectir-se positivamente nas competências de longo prazodos nossos alunos, futuros profissionais.5.
Em que estado estamos?
Hoje em dia, são imensos os projectos de Software Livre mundialmente conhecidos e indispensáveis ao ecossistema dastecnologias da informação. Por exemplo, a maior parte dos servidores web, os computadores que nos apresentam as páginas naInternet, utiliza o Software Livre Apache. Para navegar nessas mesmas páginas, milhões de utilizadores utilizam o programa livreMozilla Firefox. Para produzir documentos de escritório, podemos utilizar os programas fornecidos pelo projecto OpenOffice.orgtal como fazem milhões de outros utilizadores e organizações. Os exemplos multiplicam-se e, para estas mesmas funcionalidadesque acabámos de referir, existem dezenas de outras alternativas com qualidade. Paramais informações sobre programas livres,sugerimos uma visita ao sítio web da Associação Ensino Livre (http://www.ensinolivre.pt), a consulta do “Guia do Software Livrepara Escolas, Alunos e Professores” (http://www.ensinolivre.pt/files/guiasoftwarelivrev11.pdf) ou uma passagem pelo SourceForge(http://sourceforge.net), um dos maiores repositórios de Software Livre.6.
TeK > Opinião > Opinião: Carta aberta aos professores sobre Software...http://tek.sapo.pt/opiniao/opiniao_carta_aberta_aos_professores_sobre...de 402-10-2009 11:14
 
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Ele há bons empregos
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Diogo
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Diogo
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Rui Correia P.
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Diogo
Votação:+30 respostasResponderReportar comentário abusivoActualmente, são já muitos os exemplos de escolas e outros organismos espalhados pelo mundo inteiro que mergulharam nautilização de Software Livre. A título meramente exemplificativo, pela sua magnitude e impacto educacional, mencionamos oscasos da Junta Autónoma da Extremadura (http://lwn.net/Articles/193402/ ), do Brasil (http://www.softwarelivre.gov.br/noticias  /meccomlinux/ ) e da Rússia (http://www.ensinolivre.pt/?q=node/180). Conteúdos abertosGostaríamos de terminar esta carta referindo ainda um outro tema que é muito caro ao movimento do Software Livre e queachamos da maior pertincia referir no icio deste novo ano lectivo: os conteúdosabertos. Designam-se por conteúdos abertosaqueles conteúdos que são constrdos e disponibilizados respeitando em grande medida as quatro liberdades associadas aoSoftware Livre. Para ilustrar o conceito, usaremos como exemplo o trabalho produzido pelo Consórcio OpenCourseWare, entidadeinternacional que agrega reputadas instituições de ensino e investigação (http://www.ocwconsortium.org/members/consortium-members.html). Os membros deste Consórcio partilham materiais educacionais que podem ser usados, adaptados e partilhadospor qualquer pessoa com restrições mínimas. Estas restrições são estabelecidas por licenças do tipo Creative Commons(http://creativecommons.org) e podem obrigar a redistribuir o material adaptado mediante a mesma licença, a dar crédito ao autororiginal do trabalho, a uma utilização o-comercial, etc.Para avaliar correctamente o potencial impacto educacional de iniciativas deste género, imagine que cinco universidadesportuguesas decidiam publicar online os materiais de apoio de todos os seus cursos mediante licenças do tipo CreativeCommons. Para além do óbvio reforço da sua presença online e prestígio, estas instituições estariam a permitir que professoresde todo o ps, de todos os níveis de ensino e áreas, pudessem ter acesso a esses materiais. Os professores poderiam entãoadaptá-los às suas necessidades específicas, melhorá-los e redistribuir as melhorias, divulgá-los nas suas aulas. Alunos eprofessores teriam assim acesso a um recurso valiosíssimo, como aliás já acontece com os conteúdos em língua inglesadisponibilizados pelos membros do OpenCourseWare e de tantos outros projectos internacionais similares.Se se identifica com os princípios associados aos contdos abertos, deixamos aqui o desafio: este ano lectivo, partilhe os seusmateriais educacionais mediante uma licença Creative Commons.7.Para alguns professores, esta carta foi como um reencontro entre amigos que já se conhecem. Para outros, terá sido uma novidade oudescoberta que, espera-se, possa ser o icio de uma nova amizade.A todos, desejamos um ano lectivo recheado de boas novidades e de muito sucesso profissional.(*) Esta carta foi originalmente publicada no site daAssociação Ensino LivreNota da Redacção: Foi feita uma correcção à designação do nome da associação, que em algumas referências aparecia escrita deforma incorrecta.Comentários<<123>>Ao anónimo..pelo menos o Diogo tem comentários muito bons, extremamente bem construídos e ponderados.Comentário enviado em2009-09-21 às 23:07:20O Magalhães é alegadamente financiado com contra-partidas pela utilização de um bemcomum, que é o espectro, que é gerido pelo estado. Como tal podemos dizer que tambémse trata de dinheiros públicos (pelo menos é essa a minha opinião) e que devem por isso ser aplicados com a independência comercial que devem ser as verbas do orçamento deestado.Comentário enviado em2009-09-21 às 12:10:30@Rui Correia P. Ainda bem que a professora deixa escolher, infelizmente não estou confiante que assim aconteça com todos os outros professores. Não acho é que sejaaceitável que através de programas governamentais, um fabricante de software ganhe deva ganhar uma vantagem comercial no mercado que é ter uma base de utilizadorestreinados para os seus produtos. O governo deve favorecer soluções que sejam tecnicamente adequadas e neutras do ponto de vista comercial, ou seja, Software Livre. Comistonão estou a dizer que se proíba os estudantes de utilizarem nos computadores que sejam sua propriedade o que quiserem para os seus trabalhos escolares (desde que permitainteroperar). Acho é que o governo não deve suportar financeiramente os gostos pessoais.Comentário enviado em2009-09-21 às 12:09:10Claro que também nunca uma migração de desktops seria feita toda de um dia para o outro e sem fazes intermédias. Aliás ninguém aqui falou em como fazer uma migração,ninguém traçou um plano e obviamente que a ser feita teria que ter um plano. Algumas pessoas mais entusiasmadas, falaram em possíveis plataformas a adoptar. E falou-senanecessidade de se migrar para Software Livre. Haverem dificuldades não é por si só razão para não se fazer, o que quer que seja. Nem acho que alguém queira resumir umplaneamento do que quer que seja a um comentário no Tek.Comentário enviado em2009-09-21 às 11:17:37TeK > Opinião > Opinião: Carta aberta aos professores sobre Software...http://tek.sapo.pt/opiniao/opiniao_carta_aberta_aos_professores_sobre...de 402-10-2009 11:14
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