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REGULAMENTO INTERNO
PREÂMBULO:
O Projecto Educativo da Escola, o Regulamento Interno e os Planos Plurianual e Anual de Actividadesfazem de cada Escola uma instituição com identidade própria e devem dar-lhe uma maior capacidadepara responder aos desafios específicos com que se confronta.Pese embora a sua elaboração, interpretação e aplicação estejam subordinadas às normas de grausuperior, o Regulamento Interno é um sinal inequívoco de que o legislador conferiu à Escola algumdireito de se auto-regular.A existência de um Projecto Educativo participado e afirmativo, de Planos Anual e Plurianual deActividades envolventes de toda a Comunidade Escolar e de um Regulamento Interno que fixe comnitidez a organização da Escola, bem como os direitos e os deveres de todos os intervenientes,constituem, entre outros, instrumentos do exercício da autonomia e aqueles que devem caracterizarcada Escola.A Escola, para além de um espaço de aprendizagens, é um espaço de formação de personalidades. Devepor isso constituir um centro de práticas éticas de grande elevação, um centro de convíviomulticultural, um lugar onde a tolerância e o respeito pela diferença constituam modelo de condutanormal.O cumprimento das normas estabelecidas no Regulamento deve ser assegurado, desde logo, em cadaórgão e em cada estrutura, por via de um regimento claro e assertivo que garanta o regularfuncionamento do órgão ou da estrutura e permita a maior eficácia do trabalho a levar a efeito. Nestesentido, foram conferidas amplas competências aos responsáveis pela direcção dos órgãos e dasestruturas, de modo a que possam garantir o seu eficaz funcionamento.O Regulamento Interno da Escola Secundária de D. Pedro V seguiu, nos termos da lei, as normas degrau superior, tendo inclusive optado pela sua transcrição, em itálico, quando tal se justificar, de modoa permitir aos seus destinatários uma leitura mais clara do seu conteúdo deixando patente a sua fonte.Assim, parte dele, é transcrição de artigos do Decreto-Lei nº 75/2008, de 22 de Abril e da Lei nº3/2008, de 18 de Janeiro, que altera a Lei nº30/ 2002, de 20 de Dezembro.Pese embora o dever de obediência à norma não decorra da fonte de onde ela provém, o Regulamento,inovando o anterior, deixa expresso o que ele próprio fixa e aquilo que se limita, por força de lei, aacolher.
CAPÍTULO I
DISPOSIÇÕES GERAISArtigo 1ºObjecto
 
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O presente regulamento fixa e estabelece as competências:a) Dos órgãos de administração e gestão da Escola;b) Das estruturas de coordenação e supervisão;c) Das estruturas de apoio educativo.2
 – 
O presente regulamento estabelece ainda os direitos e os deveres, individuais e colectivos, de todosos membros da comunidade escolar.
Artigo 2ºAplicabilidade
O regulamento aplica-se a todos os que, directa ou indirectamente, intervenham no processo educativoda Escola ou que, por qualquer razão justificada, se encontrem no seu espaço físico, nomeadamente:a) Aos alunos;b) Aos professores;c) Aos técnicos especializados de educação;d) Aos funcionários;e) Aos pais e encarregados de educação dos alunosf) A todas as pessoas que, por motivo justificado, entrem no espaço físico da Escola ou com elecomuniquem informaticamente.
Artigo 3ºDenominação, dia da escola, insígnia e lema
1
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A escola identifica-se pela designaçã
o oficial de “Escola Secundária D. Pedro V” e tem o
código400 117.2
 – 
 
A escola adopta como “Dia da Escola” o dia 26 de Janeiro
, data em que, em 1838, o Patrono daescola foi jurado e reconhecido príncipe real e herdeiro da coroa pelas Cortes Gerais Extraordinárias eConstituintes.3
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A escola usa como insígnia o logótipo aprovado pelo Conselho Geral.4
 – 
 
A escola adopta como lema, inscrito no logótipo, “Respondere, Auto Nomos, Civitas”, que setraduz em português para “Responsabilidade, Autonomia, Cidadania”.
 
Artigo 4ºLocalização
1
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A Escola encontra-se localizada na freguesia de Nossa Senhora de Fátima, no extremo poente darua Filipe da Mata, onde termina a Estrada das Laranjeiras. Tem como morada oficial:- Estrada das Laranjeiras, nº 122, 1600-136 Lisboa.
CAPÍTULO II
ÓRGÃOS DE DIRECÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E GESTÃOArtigo 5ºÓrgãos
A direcção, administração e gestão da Escola Secundária de D. Pedro V são asseguradas pelosseguintes órgãos:
 
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Conselho Geral;-
 
Director;-
 
Conselho Pedagógico;-
 
Conselho Administrativo;
Artigo 6ºEstruturas de Coordenação Educativa e Supervisão Pedagógica
Para além dos órgãos compreendidos no artigo anterior, a escola compreende as seguintes estruturas deCoordenação Educativa e Supervisão Pedagógica:- Departamento Curricular;- Conselho de Coordenadores de Departamento.- Grupo de Docência;- Conselho dos Directores de Turma;- Conselho de Turma;- Coordenação do Ensino Recorrente;- Coordenação dos Cursos Profissionais;- Coordenação dos Cursos Tecnológicos- Coordenação dos Cursos de Educação e Formação- Coordenação dos Cursos de Educação e Formação de Adultos
Artigo 7ºPrincípios gerais
1 - Os órgãos e as estruturas da escola estão subordinados aos princípios da democraticidade erepresentatividade, assegurando a participação de todos os intervenientes no processo educativo;2 - Os órgãos e as estruturas da escola determinam a sua orientação pelo primado de critérios denatureza pedagógica e científica sobre critérios de natureza administrativa nos limites de uma gestãoeficiente dos recursos disponíveis;3 - A representatividade dos órgãos de administração e gestão da escola é garantida pela eleiçãodemocrática dos seus titulares;4 - A representatividade dos coordenadores das estruturas, quando não garantida pela eleiçãodemocrática, deve ser garantida pela obediência a critérios de eficiência, reconhecida competência ecapacidade de desempenho dos designados.5 - Os órgãos de administração e gestão da escola devem assegurar a estabilidade e transparência dosseus actos, designadamente através dos meios de comunicação e informação mais adequados.6 - Os órgãos de administração e gestão da escola devem proporcionar condições para a participação detodos os membros da comunidade educativa e promover a sua iniciativa.
Artigo 8ºInelegibilidade
1 -
O pessoal docente e não docente a quem tenha sido aplicada pena disciplinar superior a multa não pode ser eleito ou designado para os órgãos e estruturas previstos no presente diploma
durante ocumprimento da pena e nos quatro anos posteriores ao seu cumprimento.
2
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O disposto no número anterior não é aplicável ao pessoal docente e não docente e aos profissionais de educação reabilitados nos termos do Estatuto Disciplinar dos Funcionários e Agentesda Administração Central, Regional e Local.
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