Welcome to Scribd, the world's digital library. Read, publish, and share books and documents. See more
Download
Standard view
Full view
of .
Save to My Library
Look up keyword
Like this
13Activity
0 of .
Results for:
No results containing your search query
P. 1
REDISTRIBUIÇÃO DE ESFORÇOS EM LAJES ALIGEIRADAS

REDISTRIBUIÇÃO DE ESFORÇOS EM LAJES ALIGEIRADAS

Ratings: (0)|Views: 955 |Likes:
Published by pedro_ballack4820

More info:

Published by: pedro_ballack4820 on Nov 19, 2009
Copyright:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

06/16/2013

pdf

text

original

 
 ________________________________________________________________________________________1
 
 ________________________________________________________________________________________2
AVALIAÇÃO DAS DEFORMAÇÕES EM LAJES ALIGEIRADAS
REALIZADAS COM VIGOTAS PRÉ-ESFORÇADAS
 
A. Serra Neves
Professor Auxiliar, Faculdade de Engenharia, Universidade do Porto
1 - INTRODUÇÃO
A sistematização do cálculo das
flechas máximas a longo prazo 
instaladas nas LajesAligeiradas Pré-esforçadas, facilitando a adopção de um procedimento automático porcomputador, permitirá aos intervenientes nos processos construtivos, uma maior garantia docontrole da qualidade do comportamento estrutural e uma abordagem uniforme no tratamentodas deformações.No presente trabalho é apresentada uma metodologia de cálculo, a adoptar nas lajesaligeiradas realizadas com vigotas pré-esforçadas, com particular destaque para a verificaçãodo estado limite de deformação, de acordo com a regulamentação nacional e europeia. Sãoapresentados dois exemplos resolvidos.Este estudo foi solicitado pela PAVILECA - PAVIMENTOS E BLOCOS S.A. ao Laboratório deEstruturas do Departamento de Engenharia Civil da Faculdade de Engenharia da Universidadedo Porto, com a colaboração do eng.º A. Fontes de Melo, como quadro superior da empresa.
2 - O PROJECTO DE LAJES
O projecto de lajes em geral e dasaligeiradas realizadas com vigotas pré-fabricadascom pré-esforço em particular envolve, deacordo com a regulamentação de segurança, averificação dos estados limites últimos deresistência e os estados limites de utilização. Noque respeita a estes últimos, há a considerar oestado limite de fendilhação e o estado limite dedeformação.
2.1 – ESTADO LIMITE ÚLTIMO DERESISTÊNCIA
O estado limite último de resistência é verificadoatravés da comparação dos esforços máximosinstalados de cálculo (M
Sd
e V
Sd
) com os esforçosresistentes (M
Rd
e V
Rd
), nas diversas secçõescríticas da laje.A quantificação dos esforços de cálculo, M
Sd
eV
Sd
, é efectuada a partir da análise daestrutura/laje. A regulamentação sugere a análiseelástica da estrutura considerando secções nãofendilhadas, mas admite a consideração de umcomportamento não linear e em certas situaçõesadmite mesmo a análise plástica limite, comalgumas restrições.De acordo com o EC2 [1], duas situações sãoreferidas com particular interesse para as lajesaligeiradas dotadas de vigotas pré-esforçadas.A primeira situação diz respeito a lajesanalisadas pressupondo apoios simples comligação monolítica ao apoio. Neste caso, apesarda laje ser calculada com o pressuposto de
 
 ________________________________________________________________________________________3
simplesmente apoiada, obriga à consideração deuma armadura negativa nos apoios que garantaum momento flector resistente pelo menos iguala 25% do momento flector máximo no vão.No caso de lajes contínuas com continuidadesobre os apoios, o EC2 [1] permite aredistribuição de esforços, com redução domomento negativo até ao limite máximo demetade do momento positivo no vão adjacente,figura 1, desde que estejam satisfeitas algumascondições, como sejam a alta ductilidade daarmadura e a baixa profundidade do eixo neutro(x/d<0,25). No entanto a relação entre osmomentos nos apoios contínuos e os momentosno vão deve situar-se entre 0,5 e 2,0.
Fig.1 – Redistribuição de esforços em lajes
Em termos práticos, no caso das lajesaligeiradas correntes contínuas, onde asacções são essencialmente consideradas comocargas uniformemente distribuídas e onde asacções variáveis são geralmente de valormuito menor que as acções com carácter depermanência, tem-se:- Nas situações de apoio monolítico calculadocomo apoio simples, tem-se no vão ummomento que designaremos por M
0
, e sobre oapoio um momento negativo igual a 25% de M
0
 ; A armadura a colocar superiormente na zonade apoio deve estender-se a 20% do vãoadjacente, contado a partir da face do apoio;- Nas situações de continuidade sobre apoios eadmitindo uma situação de vãos semelhantes,deve utilizar-se para o cálculo das armadurasnegativas, um momento flector negativo:M
-Sd
=pl
2
 /24 (1)e um momento flector positivo:M
+Sd
=pl
2
 /12 (2)onde p representa a carga uniformementedistribuída obtida a partir das cargaspermanentes e variáveis agravadas doscorrespondentes coeficientes parciais desegurança (figura 2).Outros autores [5] sugerem que em apoiosmonolíticos considerados na análise como apoiossimples, é recomendável colocar uma armaduraconstituída por varões, com um comprimentoigual a 1/10 do vão livre, de secção, por metro delargura, não inferior à armadura de distribuição,cujos varões são integrados na camadacomplementar de betão, devendo serconvenientemente amarrados nos lintéis ou vigasem que as vigotas apoiam.
Fig. 2 - Diagrama de momentos em vão extremo

Activity (13)

You've already reviewed this. Edit your review.
1 hundred reads
1 thousand reads
Joao Rocha liked this
Helder Pinto liked this
Daniel Vale liked this
Joana Almeida liked this
lfrpacheco liked this
danieldovale liked this

You're Reading a Free Preview

Download
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->