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Efeitos do Treino Aerobio e a Relacao Vo2 e Vc

Efeitos do Treino Aerobio e a Relacao Vo2 e Vc

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Arquivos Brasileiros de Cardiologia -
Volume 84, Nº 1, Janeiro 2005
20
Artigo Original
Efeitos do Estado e Especificidade do TreinamentoAeróbio na Relação %VO
2
max versus %FCmaxDurante o Ciclismo
Fabrizio Caputo, Camila Coelho Greco, Benedito Sérgio DenadaiRio Claro, SP
Objetivo
Determinar os efeitos do estado e especificidade de treina-mento aeróbio na relação entre o percentual do consumo máxi-mo de oxigênio (%VO
2
max) e o percentual da frequência cardíacamáxima (%FCmax) durante o exercício incremental realizado nocicloergômetro.
Métodos
Sete corredores, 9 ciclistas, 11 triatletas e 12 sedentários,todos do sexo masculino e aparentemente saudáveis, foram sub-metidos a um teste incremental até a exaustão no cicloergômetro.Regressões lineares entre %VO
2
max e %FCmax foram determi-nadas para cada indivíduo. Com base nessas regressões, foramcalculados %FCmax correspondentes a determinados %VO
2
max(50, 60, 70, 80 e 90%) de cada participante.
Resultados
Não foram encontradas diferenças significantes entre todosos grupos nos %FCmax para cada um dos %VO
2
max avaliados. Analisando-se os voluntários como um único grupo, as médiasdos %FCmax correspondentes a 50, 60, 70, 80 e 90% %VO
2
maxforam 67, 73, 80, 87, e 93%, respectivamente.
Conclusão
Nos grupos analisados, a relação entre o %VO
2
max e %FCmaxdurante o exercício incremental no ciclismo não é dependentedo estado e especificidade do treinamento aeróbio.
Palavras-chave
Consumo de oxigênio, freqüência cardíaca, prescrição doexercício, estado de treinamento, ciclismo
Um programa de treinamento objetivando a melhora da apti-dão cardiorrespiratória (potência aeróbia máxima) é constituídopor três componentes básicos: freqüência (número de sessõessemanais), volume (duração) e intensidade de exercício. A dura-ção e freqüência são variáveis relativamente fáceis de monitorar,existindo consenso na literatura sobre suas formas de aplicação.Por outro lado, existem diversas maneiras de monitorar a intensidadede exercício
1-3
e um balanço entre a validade, aplicabilidade epraticidade desses métodos deve ser considerado. Para o desenvol-vimento da aptidão cardiorrespiratória de indivíduos aparentementesaudáveis, tem sido recomendado a prática regular (3 a 5 vezespor semana) de exercícios que envolvam grandes grupos muscula-res, numa intensidade correspondente a 60-80% do consumo má-ximo de oxigênio (VO
2
max)
1
.Muitos estudos têm verificado que a freqüência cardíaca (FC)e o consumo de oxigênio (VO
2
) são linearmente relacionados nasdiversas intensidades submáximas de exercício
4
. Com base nestarelação, tem-se proposto que a regressão linear entre as percenta-gens do VO
2
max (%VO
2
max) e da frequência cardíaca máxima(%FCmax), pode ser útil para a prescrição da intensidade do exercí-cio. O uso destas equações permite que a intensidade de exercí-cio possa ser prescrita com base no %FCmax, ao invés do%VO
2
max, que requer complicadas e caras análises de gases.Devido a sua praticidade, estas regressões têm sido amplamen-te utilizadas e difundidas, e muitas vezes sua individualidade (es-pecificidade) ignorada, podendo determinar intensidades de esfor-ço, bem diferentes daquelas verdadeiramente almejadas. Por exem-plo, Londeree e cols
5
verificaram que o modo de exercício podeinfluenciar a relação %VO
2
max x %FCmax e encontraram que osexercícios realizados na posição ereta e com sustentação do pesocorporal (corrida, esqui) apresentaram regressões similares. Entre-tanto, exercícios sem a sustentação do peso corporal (ciclismo eremo) e que utilizam os membros superiores (remo e ergômetrode braço) podem necessitar de equações específicas para reduziro erro de predição da intensidade de exercício. Do mesmo modo,Swain e cols
6
verificaram durante a corrida, que a aptidão aeróbia(avaliada pelo VO
2
max) também pode modificar a relação %VO
2
maxx %FCmax. Nesse estudo, os indivíduos com maior aptidão aeróbia,apresentaram durante o exercício submáximo (40 - 80% VO
2
max)um %FCmax maior do que os indivíduos de menor aptidão, paraum dado %VO
2
max.Outra limitação potencial em utilizar as diversas equaçõesexistentes na literatura, está na forma como foram estruturadas
6
.A maioria dessas equações usou o %FCmax como variável indepen-
Laboratório de Avaliação da Performance Humana - UNESP - Rio ClaroEndereço para Correspondência: Benedito Sérgio Denadai - Av. 24 A,1515 - Cep 13506-900 - Rio Claro - SPE-mail: bdenadai@rc.unesp.brEnviado para publicação em 11/03/2004Aceito em 04/06/2004
 
Arquivos Brasileiros de Cardiologia -
Volume 84, Nº 1, Janeiro 2005
21
Efeitos do Estado e Especificidade do Treinamento Aeróbio na Relação %VO
2
max versus %FCmax Durante o Ciclismo
dente (eixo x) na regressão linear
5,7
. Esta escolha é questionável,já que o VO
2
é claramente o fator determinante da resposta dafreqüência cardíaca durante o exercício. Além disso, se o %FCmaxé escolhido como a variável independente, a equação obtida nãopode ser utilizada para predizer um %FCmax para um dado%VO
2
max, pois este procedimento requer uma transposição daequação. A transposição de uma regressão linear não resulta nosmesmos valores que seriam obtidos se as variáveis dependente eindependente fossem invertidas.O ciclismo é um dos tipos de exercícios mais utilizado para aavaliação clínica de pacientes e para o desenvolvimento da apti-dão cardiorrespiratória. Neste tipo de exercício, associa-se a utili-zação de grandes grupos musculares com um reduzido grau deimpacto sobre as articulações. Aspectos que são importantes paraindivíduos obesos que necessitam melhorar sua aptidão cardior-respiratória e/ou perder massa gorda, ou mesmo para a manuten-ção da aptidão aeróbia de atletas (corredores e jogadores de espor-tes coletivos), que podem estar temporariamente impossibilita-dos de executar o seu gesto motor específico (corrida). Para nos-so conhecimento, nenhum estudo analisou a relação %VO
2
max x%FCmax durante o ciclismo em indivíduos com diferentes níveisde aptidão aeróbia, utilizando o %VO
2
max como variável indepen-dente. Assim, nosso objetivo foi determinar os efeitos do estado eespecificidade do treinamento aeróbio na relação %VO
2
max x%FCmax durante o exercício incremental realizado no cicloergô-metro. O conhecimento dessas relações pode ser relevante naprescrição adequada da intensidade de exercício para uma deter-minada população.
Métodos
Participaram do estudo sete corredores (COR) (25,8 ± 6,0 anos,60,4 ± 4,1 kg, 172,1 ± 6,9 cm), nove ciclistas (CIC) (22,6 ±2,1 anos, 62,8 ± 5,4 kg, 173,8 ± 5,9 cm) e 11 triatletas (TRI)(21,4
 
± 4,1 anos; 66,2 ± 7,0 kg; 174,2 ± 8,4 cm) bem treinadosem provas de fundo, e 12 indivíduos sedentários (SED) (26,8 ±4,1 anos, 74,9 ± 14,3 kg, 175,1 ± 5,1 cm), todos do sexo masculinoe aparentemente saudáveis. Os atletas possuíam pelo menos doisanos de treino específico na modalidade. Cada voluntário foi informa-do sobre os procedimentos do experimento e suas implicações, tendoassinado um termo de consentimento para a participação no estudo.O protocolo foi aprovado pelo Comitê de Ética da instituição.Os sujeitos foram orientados a se apresentarem nos testesdescansados, alimentados e hidratados e a não realizarem esfor-ços intensos nas últimas 48 horas. Os testes foram realizados nomesmo local e horário do dia (± 14h), com a temperatura ambientecontrolada entre 21-22
o
C. Os testes de ciclismo foram realizadosem uma bicicleta ergométrica (Monark) de frenagem mecânica,com a cadência mantida constante a 70 rpm durante todo oteste. Variáveis cardiorrespiratórias (VO
2
, VCO
2
, VE e FC) forammedidas usando um analisador de gases (
Cosmed K4b
2
, Roma,Itália), coletando dados respiração a respiração, e transformadosdepois para uma média de 20s. A freqüência cardíaca foi monito-rada através de um freqüencímetro (
Polar, Kempele
, Finlândia)interligado ao analisador de gases. Este analisador foi previamen-te validado em diversas intensidades de exercício
8
. Antes de cadateste, os sistemas de análise do O
2
e CO
2
foram calibrados usandoo ar ambiente e um gás com concentrações conhecidas de O
2
eCO
2
, enquanto a turbina bidirecional (medidor de fluxo) foi calibradausando uma seringa de 3-L (
Cosmed K4b
2
, Roma, Itália).O teste progressivo contínuo teve carga inicial de 105 W paraos ciclistas e triatletas e 70 W para os demais sujeitos, e incre-mentos de 35 W a cada 3 minutos até a exaustão voluntária, ouquando o sujeito não fosse mais capaz de manter uma cadência> 65 rpm. No final de cada estágio, foram coletados 25
µ
l desangue do lóbulo da orelha para a determinação da concentraçãodo lactato sangüíneo (YSL 2300 STAT, Ohio, USA). A concentra-ção de lactato obtida no final do teste progressivo foi consideradacom o lactato pico ([LAC]pico). O mais alto VO
2
e FC obtidosdurante 20s foram considerados como o VO
2
max e FCmax, res-pectivamente. Todos os sujeitos preencheram no mínimo dois dostrês critérios para o VO
2
max: 1) razão de trocas respiratórias(R)
1,1; 2) concentração de lactato > 8 mM, e; 3) FCmax nomínimo igual 90% da máxima prevista para idade
9
.O VO
2
e freqüência cardíaca obtidos nos 20s finais de cadacarga foram expressos como porcentagem do seu máximo. Asregressões lineares foram realizadas para cada indivíduo usandoos pares de pontos do final de cada estágio e do seu máximo(100%), utilizando o %VO
2
max como variável independente. Atra-vés das regressões lineares individuais, as porcentagens da FCmaxcorrespondentes a 50%, 60%, 70%, 80%, e 90% do VO
2
maxforam determinadas para cada indivíduo.Todos os dados foram expressos como média ± DP. Os valoresde VO
2
max e FCmax, R e lactato foram analisados utilizando-se aanálise de variância de uma entrada, complementada pelo testede Scheffé. A comparação entre os grupos dos valores de %FCmaxcorrespondentes aos %VO
2
max foi realizada pelo teste de Kruskal-Wallis. Em todos os testes foi adotado um nível de significânciade p
0,05.
Resultados
A tabela I apresenta os valores máximos de VO
2
, FC, R elactato sangüíneo, obtidos ao final do teste incremental realizadono cicloergômetro. Os ciclistas apresentaram valores significan-temente maiores de VO
2
max em relação aos demais grupos(p<0,05). Já os corredores e triatletas não apresentaram diferen-ças entre si (p=0,99). Como esperado, os indivíduos sedentáriosapresentaram os menores valores de VO
2
max (p<0,0001). AsFCmax dos ciclistas e indivíduos sedentários foram semelhantes(p=0,55), porém significantemente maiores do que os gruposcorredores e triatletas (p<0,04), que foram também semelhan-tes entre si (p=0,99). Não foram observadas diferenças para a[LAC]pico e R entre os grupos analisados (p>0,23).As porcentagens da FCmax obtidas pelos quatro grupos de sujei-tos nas diferentes porcentagens do VO
2
max encontram-se na tabe-laII. Não foram encontradas diferenças significantes entre todos osgrupos nos %FCmax para cada um dos %VO
2
max analisados (p>0,58).As médias (± DP) das regressões lineares dos grupos foram: indiví-duos sedentários - %FCmax = (0,68 ± 0,11)%VO
2
max + (31,9 ±11,0), com r
2
= 0,98 ± 0,1; triatletas - %FCmax = (0,65 ± 0,08)%VO
2
max + (35,3 ± 8,3), com r
2
= 0,97 ± 0,2; ciclistas - %FCmax= (0,66 ± 0,04)%VO
2
max + (34,3 ± 3,3), com r
2
= 0,97 ± 0,1;corredores - %FCmax = (0,70 ± 0,07) %VO
2
max + (31,3 ± 7,5),
 
Arquivos Brasileiros de Cardiologia -
Volume 84, Nº 1, Janeiro 2005
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Efeitos do Estado e Especificidade do Treinamento Aeróbio na Relação %VO
2
max versus %FCmax Durante o Ciclismo
com r
2
= 0,97 ± 0,1. A figura 1 mostra a média das regressõeslineares dos 39 participantes do estudo.
Discussão
Este estudo foi o primeiro a analisar os efeitos do estado eespecificidade do treinamento aeróbio sobre a relação %VO
2
maxx %FCmax durante o exercício incremental no ciclismo. Diferentedo relatado previamente por Swain e cols
6
durante o exercíciorealizado na corrida, em nosso estudo verificamos que a relação%VO
2
max x %FCmax é independente do estado e especificidadedo treinamento aeróbio.Os valores de VO
2
max apresentados pelos nossos sujeitos sãosemelhantes aos valores apresentados na literatura para o perfildos indivíduos analisados neste estudo
10-12
. Mesmo não tendo inter-ferido no treinamento dos nossos atletas, observando seus valoresde VO
2
max, podemos assumir que eles sofreram as adaptaçõesde um treinamento aeróbio a longo prazo
11
. Como já esperado, osciclistas apresentaram os maiores valores de VO
2
max. Por outrolado, é importante salientar a grande transferência da potênciaaeróbia (VO
2
max) demonstrada pelos corredores, uma vez queseus valores foram semelhantes aos dos triatletas, e bem superio-res em relação aos indivíduos sedentários.A relação entre %VO
2
max e %FCmax tem sido amplamenteinvestigada, existindo estudos que analisaram os efeitos tipo deexercício
5
, gênero
6
, doença cardiovascular
13
, obesidade
14
e nívelde aptidão aeróbia
6
. Swain e cols
6
apontam que a maioria destesestudos utilizou o %FCmax como variável independente na determi-nação da regressão linear, podendo deste modo aumentar o errode predição da intensidade do exercício. Em nosso estudo optou-se pela utilização do %VO
2
max como variável independente, permi-tindo a predição do %FCmax com o objetivo de prescrever a inten-sidade de exercício.Neste estudo não foi observada influência do estado e especifi-cidade do treinamento aeróbio nos %FCmax preditos para todos os%VO
2
max (50 a 90). Estes dados são diferentes daqueles obtidospor Swain e cols
6
, que encontraram uma pequena (2%), mais signifi-cante influência da aptidão aeróbia na relação %VO
2
max x %FCmax,com os indivíduos de maior aptidão, apresentando um %FCmaxmaior daqueles com menor aptidão, para um dado %VO
2
max.Em nosso estudo, a diferença no nível de aptidão aeróbia podeser considerada maior (VO
2
max - CIC = 67 ml.kg.min
-1
vs. SED =38 ml.kg.min
-1
) do que a diferença (VO
2
max - maior aptidão =59 ml.kg.min
-1
vs. menor aptidão = 41 ml.kg.min
-1
) relatada porSwain e cols
6
, não podendo este aspecto provavelmente explicar asdiferenças entre os estudos. Uma possível explicação seria que oefeito da aptidão aeróbia na relação %VO
2
max x %FCmax, poderiadepender do tipo de exercício analisado, pois no estudo de Swain ecols
6
foi utilizada a corrida em esteira rolante e no presente estudofoi utilizado o cicloergômetro. Diversos estudos têm verificado queas respostas fisiológicas ao exercício (submáximo e máximo) podemdepender da interação entre o tipo de exercício (corrida x ciclismo)e o estado e especificidade do treinamento
15
. Confirmando em parteesta hipótese, Londeree e cols
5
verificaram que a relação %VO
2
maxx %FCmax pode ser diferente entre exercícios com (corrida) e semsustentação (ciclismo) do peso corporal.A utilização de regressões lineares de dados (VO
2
e FC) obti-dos durante o teste incremental para a predição do %FCmax podeintroduzir pelo menos duas fontes de erro. A primeira delas, é quea relação entre %VO
2
max x %FCmax não é estritamente linear,particularmente nas intensidades elevadas de esforço (> 90%VO
2
max). Embora a adição de um componente quadrático à análisede regressão pudesse ser mais apropriada, este procedimentoaumenta o erro de predição (7%) nas intensidades moderadas deesforço
5
. Como a maior parte das predições do %FCmax é feita
Tabela II - Valores médios
±
desvio-padrão dos percentuais da freqüência cardíaca máxima (%) correspondentes a cada um dos percentuais do consumomáximo de oxigênio (%VO
2
max) (50 - 90%)
%VO
2
max50%60%70%80%90%Corredores (n= 7)66,3 ± 3,973,2 ± 3,280,2 ± 2,687,2 ± 1,9994,2 ± 1,4Ciclistas (n= 9)67,5 ± 2,974,1 ± 1,980,8 ± 1,887,4 ± 1,8094,0 ± 1,8Triatletas (n= 11)68,0 ± 4,674,5 ± 4,081,0 ± 3,487,6 ± 2,9094,1 ± 2,5Sedentários (n= 12)65,9 ± 6,072,7 ± 4,979,5 ± 3,986,3 ± 2,9093,1 ± 2,1
Tabela I - Valores médios ± desvio-padrão do consumo máximo de oxigênio (VO
2
max), freqüência cardíaca máxima (FCmax), razão de trocas respiratórias (R) elactato pico ([LAC]pico) obtidos durante o teste incremental
VO
2
max (ml/kg.min
-1
)FCmax (bpm)R[LAC]pico (mM)Corredores (n= 7)62,0 ± 5,0
b
181,0 ± 14,3
b
1,07 ± 0,059,5 ± 2,2Ciclistas (n= 9)67,6 ± 7,6191,0 ±08,41,14 ± 0,0410,1 ± 1,8Triatletas (n= 11)61,1 ± 5,1
b
183,0 ±07,0
b
1,15 ± 0,059,0 ± 1,6Sedentários (n= 12)38,0 ± 6,2
a
187,5
 
±
 
07,61,16 ± 0,0510,3 ± 1,3
a
p < 0,05 em relação a todos os grupos,
b
p < 0,05 em relação aos Ciclistas.
%FCmax = (0,67 ± 0,08)%VO
2
max + (33,3 ± 8,4)r
2
= 0,97 ± 0,1n = 39
Fig. 1 - Média das regressões lineares entre o percentual do consumo máximo deoxigênio (%VO
2
max) e da freqüência cardíaca máxima (%FCmax) dos 39 partici-pantes do estudo.
1009080706050403030405060708090100
   %    F   C  m  a  x
% VO
2
max

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