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06/24/2014

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GÊNESIS REVISITADO As Provas Definitivas de que os Extraterrestres Estiveram Entre Nós Zecharia Sitchin
1990 Editora Best Seller
 
 
Sumário
1. A Hoste do Céu 2. Veio do Espaço Exterior 3. No Princípio 4. Os Mensageiros do Gênesis 5. Gaia: O Planeta Partido 6. Testemunha do Gênesis 7. A Semente da Vida 8. Adão, Um Escravo Sob Medida. 9. A Mãe Chamada Eva 10. A Sabedoria que Veio do Céu 11. Uma Base Espacial em Marte 12
.
Phobos
:
Mau Funcionamento ou Incidente Guerra nas Estrelas? 13. Em Secreta Antecipação  À minha esposa Frieda (Rina), nascida Regenbaum,
que me encorajou a “parar de fa
lar 
 e "começar a escrever" sobre os Nefilim.
Prefácio
 As últimas décadas do século 20 testemunharam um avanço do conhecimento humano de difícil compreensão. As conquistas em cada campo da ciência e da tecnologia já não são medidas em séculos ou décadas, mas em anos ou meses, e parecem sobrepujar as realizações alcançadas pelo homem no passado. Mas uma pergunta se faz necessária: A humanidade saiu da Idade Média, alcançou o Século das Luzes, conheceu a Revolução Industrial e entrou na era da alta tecnologia, da engenharia genética e dos vôos espaciais apenas para alcançar o antigo conhecimento? Durante muitas gerações, a Bíblia e seus ensinamentos serviram como uma espécie de âncora para as perguntas empreendidas pelo homem. Mas a ciência moderna nos desorientou particularmente no confronto entre as teorias evolucionistas e a Criação. Neste livro, tento demonstrar que o conflito é infundado e que o Gênesis e suas fontes refletem os mais altos níveis do conhecimento científico. Será possível, então, que as mais recentes descobertas sobre o planeta Terra e nosso canto do Universo, o céu, sejam apenas capítulos de um drama que pode ser intitulado de "Gênesis Revisitado", uma redescoberta do que era o conhecimento de uma civilização bem anterior, na Terra ou em outro planeta? Sem dúvida, não se trata de mera curiosidade científica; a questão chega ao cerne da existência humana, sua origem e seu destino. Envolve o futuro da Terra como um planeta viável, pois trata de acontecimentos do passado terrestre; refere-se para onde estamos indo porque revela de onde viemos. E as respostas, como veremos, levam a conclusões inevitáveis que alguns consideram incríveis demais para aceitar, e outros pavorosas demais para enfrentar.
1 A Hoste do Céu
No Princípio, Deus criou o Céu e a Terra. O próprio conceito de um princípio para todas as coisas é básico na moderna astronomia e astrofísica. A afirmação de que no estado anterior à Criação só existia o vazio e o caos está de acordo com as mais recentes teorias de que o Universo é governado pelo caos e não pela estabilidade permanente. Segue-se o relato sobre a separação da luz e das trevas, iniciando-se o processo da Criação. Seria uma referência ao Big-Bang
 
(bigue-bangue) ou Grande Explosão, a teoria de que o Universo foi criado numa explosão primordial, um estouro de energia em forma de luz que arremessou em todas a direções a matéria que formou as estrelas, os planetas, as rochas e os seres humanos, criando as maravilhas que vemos no céu e na Terra?
 
 Alguns cientistas, iluminados pelas revelações de nossa fonte mais inspiradora, acharam que sim. Mas como o homem antigo conhecia há tanto tempo a teoria do Big-Bang?
 
O relato bíblico descrevia acontecimentos mais recentes, a formação de nosso pequeno planeta Terra e sua região no céu, o Firmamento, ou Cinturão de Asteróides, o "Bracelete Partido"? Na verdade, de que maneira o homem antigo adquiriu uma cosmogonia? O quanto sabia de fato e como chegou a esse conhecimento? Talvez fosse mais apropriado iniciar a busca dessas respostas no céu, onde os acontecimentos tiveram inicio. Não foi no céu que o homem, desde tempos imemoriais, julgou estar sua origem, seus valores. Mais sublimes e onde Deus, se assim desejarmos, pode ser encontrado? Tão emocionantes quanto as descobertas feitas com o microscópio são as imagens obtidas através do telescópio, repletas de informações sobre a grandeza da natureza e do Universo. De todos os avanços recentes, os mais impressionantes foram, sem dúvida, descobertos no céu. E que abalo eles causaram! Em poucas décadas, n6s, os seres humanos, sobrevoamos nosso planeta, nos afastamos a centenas de quilômetros de sua superfície, pousamos na Lua, nosso satélite solitário, mandamos um esquadrão de naves não tripuladas para sondar nossos vizinhos celestes e descobrimos mundos ativos, de cores brilhantes, com aspectos variados, satélites e anéis. Talvez, pela primeira vez, possamos compreender o significado das palavras do salmista: Os céus contam a glória de Deus, e o Firmamento proclama a obra de suas mãos. Uma era fantástica de explorações interplanetárias chegou ao clímax em agosto de 1989, quando a nave Voyager 2, não tripulada, passou por Netuno e enviou à Terra fotografias e dados diversos. Pesava apenas 1 tonelada, mas era engenhosamente aparelhada com câmeras de televisão, equipamentos e sensores de medidas, uma fonte de energia à base de degradação nuclear, antenas transmissoras e minúsculos com-putadores. Ela enviava pequenas vibrações que levavam mais de quatro horas para atingir a Terra, mesmo à velocidade da luz. As vibrações eram recebidas por um conjunto de radiotelescópios que formam a Deep Space Network (Rede do Espaço Profundo) da Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço dos Estados Unidos (NASA). Esses fracos sinais eram então traduzidos por "mágica" eletrônica e transformados em mapas e outros dados com os equipamentos do JPL - Jet Propulsion Laboratory (Laboratório de Propulsão a Jato) de Pasadena, Califórnia, encarregado do projeto da NASA. Lançada em agosto de 1977, doze anos antes da missão final - a visita a Netuno -, Voyager 
 
2 e sua companheira
Voyager
1 foram originalmente projetadas para alcançar e examinar apenas Júpiter e Saturno, aumentando os dados fornecidos sobre esses dois planetas gigantes e gasosos pelas naves Pioneer 
 
10 e Pioneer 
 
11, também não tripuladas. Mas com extraordinária engenhosidade e perícia, os cientistas do JPL aproveitaram um raro alinhamento dos outros planetas e, usando suas forças gravitacionais como
“estilingues”, conseguiram impulsionar a Voyager 2 primeiro de Saturno e Urano e, depois, de Urano a
Netuno. No final de agosto de 1989, durante vários dias, as manchetes dos jornais mundiais desviaram-se das notícias habituais - conflitos armados, levantes políticos, jogos esportivos e informes financeiros - para dedicar seu tempo à observação de um outro mundo: Netuno.  Ao descrever as imagens deslumbrantes de um globo cor de água-marinha transmitidas pela televisão, os apresentadores repetiram várias vezes que pela primeira vez o homem tinha realmente a possibilidade de ver o planeta Netuno, antes captado apenas pelos telescópios melhor localizados como um ponto brilhante na escuridão do espaço, a mais de 4 bilhões de quilômetros de distância. Eles recordaram que Netuno só fora descoberto em 1846, depois que certas perturbações na órbita do planeta mais próximo, Urano, indicaram a existência de outro corpo celeste mais além. Lembraram ainda que ninguém antes - nem Sir Isaac Newton nem Johannes Kepler, que juntos descobriram e estabeleceram as leis dos movimentos celestes nos séculos 17 e 18, nem Copérnico, que determinou no século 16 que o centro do sistema solar era o Sol e não a Terra, nem Galileu, que um século depois usou o telescópio para anunciar que Júpiter tinha quatro luas - até meados do século 19, sabia da existência de Netuno. Portanto, junto com telespectadores comuns, os próprios astrônomos viram pela primeira vez as verdadeiras cores e o aspecto de Netuno. Dois meses
antes
do encontro de agosto, eu escrevera um artigo para várias publicações mensais dos Estados Unidos, Europa e América do Sul, onde contradizia noções estabelecidas há muito tempo: Netuno
era conhecido
na Antiguidade; as descobertas a serem feitas apenas confirmariam o conhecimento antigo. No artigo, eu também afirmava que Netuno devia ser azul-esverdeado, líquido, e teria manchas cor de "ve-getação pantanosa". Os sinais eletrônicos da Voyager 2 confirmaram tudo isso e foram além. Revelaram um belo planeta azul-esverdeado, cor de água-marinha, envolto em uma atmosfera de gases de hélio, hidrogênio e metano, varrida por vendavais e redemoinhos velozes que tornam insignificantes os furacões terrestres. Abaixo dessa

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