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História da Propaganda no Brasil

História da Propaganda no Brasil

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02/27/2013

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Renato Castelo Branco, Rodolfo Lima Martesen e Fernando Reis fizeram uma compilação de artigos produzidos por renomados publicitários que participaram ativamente da história da comunicação no Brasil. A obra intitulada“História da Propaganda no Brasil” aborda a trajetória, não linear, de fatos ocorridos no Brasil no que concerne aevolução tanto da comunicação quanto da publicidade. A obra estrutura-se em 42 artigos, além do Prefácio,Apresentação e Índice Remissivo, totalizando 485 páginas. Percebe-se, ao ler os artigos, que os autores iniciam-nosna 1º ou na 3º pessoa do singular.Os publicitários enfatizam em seus artigos o aspecto histórico da propaganda brasileira: desde quando surgiu;enumerando as agências que marcaram nome e época no Brasil; mencionando os principais veículos de comunicação(Revista, Rádio, Outdoor, Televisão, Jornal) e suas respectivas evoluções; abordando a criação da ESPM (EscolaSuperior de Propaganda e Marketing), da regulamentação publicitária (bem como APP, CONAR etc.); mostrando aevolução, a situação atual e as tendências do Marketing; explicitando sobre a introdução e o desenvolvimento da pesquisa; citando a profissão Relações Públicas; abordando a questão da criatividade e a sua limitação em virtude dosistema de pesquisas de mercado; comentando a introdução do conceito “dupla de criação”; abordando a importânciado planejamento na campanha; ressaltando sobre artes gráficas, fotografias e jingles; permitindo a relação doconsumidor com a comunicação e, e também, aferindo a economia brasileira através dos anos.Com essa obra, percebe-se uma significante evolução na trajetória da comunicação. Essas alterações culminaram umanova fase à publicidade no Brasil e para acompanhar tais transformações, organizaram-se conselhos reguladores tantoda ética profissional quanto ao veículo de comunicação. As grandes cidades obtiveram uma demanda grande deanúncios. No passado, não era padronizado o tamanho dos outdoors e, em muitas vezes, eram colocadas peçasconcorrentes lado a lado. E há algum tempo, a prefeitura de São Paulo restringiu muitos locais e também retiroumuitas peças (senão todas) das ruas da maior cidade da América Latina com o intuito de melhorar o seu visual.Baseando-se na análise das campanhas do Fusca, é possível perceber as transformações na mídia televisiva. Noinício, não havia VT e muitas “gafes” foram cometidas ao vivo e, por mera fatalidade, os espectadores presenciaram.Porém, ao assistir o comercial realizado pela agência, tendo a atriz Regina Duarte como garota propaganda, percebe-se um truncamento quando ela sai com o Fusca. Será que essa parada poderia ser considerada como uma falha nagravação, na edição ou proposital? Mas, ao se tratar das gafes, e graças ao VT, tornou-se uma diversão para osespectadores no programa “Falha Nossa” da rede Globo, utilizando os erros de gravações de novelas, seriados (etc.)da própria emissora como estratégia para aumentar a audiência. Mas, voltando às campanhas do Fusca, sob o prismada televisão, encontram-se muitos ruídos tanto no som quanto na imagem. E utilizando-se delas, através das 4décadas do Fusca e 1 década do New Beetle, é possível verificar a evolução e a introdução de novos conceitos e programas em que auxiliam na criação, pois, nas duas últimas décadas, o design gráfico já estava presente, evitando odesperdício de tempo que se tinha com os trabalhos manuais. Outro ponto que podemos observar diante dascampanhas, é a introdução das cores nas televisões pretas e brancas, tornando-as mais atrativas aos espectadores eauxiliando os anunciantes a persuadirem os seus targets/ prospects eficientemente.Da mesma maneira que houve a evolução da propaganda na televisão, ocorreu nas peças de jornais e revistas. Muitasdas campanhas do Fusca, ou Volkswagen Sedan como era conhecido anteriormente, foram veiculadas na revista “OCruzeiro” e, no tom sépia e/ou preto e branco, foram ganhando cores arrojadas nas propagandas do Fusca na décadade 80/90, e do New Beetle em 2000. Porém, como as propagandas são antigas, algumas delas possuem ruídosimpossibilitando a sua leitura e uma análise mais profunda.Como a televisão foi criada depois do rádio, este chegou ao Brasil para transmitir informações no período da SegundaGuerra Mundial. Então o processo de criação e propaganda girava em torno deste veículo, capacitando os profissionais e promovendo jingles e programas interessantes que seriam direcionados à televisão futuramente. Maistarde, houve a criação do modo FM, perdendo um pouco a questão de transmissão de informação e publicidade ecedendo lugar a música, entretenimento com uma cara mais jovial e descontraída. Os jingles, por sua vez, por seremcurtos e repetitivos são memorizados facilmente, permitindo com que a marca da empresa sempre fique emevidência. É o caso do jingle “não adianta bater que eu não deixo você entrar...” das lojas Pernambucanas que foi aoar na década de 60 e até hoje é recordado pelas pessoas. E a mesma história se repete com o Besouro da Volkswagen.E também com outros produtos de outras empresas.Portanto, conhecer a história é fundamental para se ter idéia de como será o seu futuro. A obra trás vários pontosinteressantes e pertinentes para o Brasil, pois, toda história brasileira está entrelaçada com a comunicação e a suarespectiva evolução, sem mencionar a economia. Essa obra é extremamente importante para os comunicólogos ehistoriadores para utilizá-la sempre que for necessária, sem mencionar os estudantes da área da publicidade e seusrespectivos professores.
 SOBRE OS AUTORES 
Renato Castelo Branco.
Escritor e publicitário, ex-presidente da J. Walter Thompson do Brasil e vice- presidente da J. W. ThompsonCompany (E.U.A.). Fundador e ex-presidente da CBBA, Castelo Branco e Associados. Fundador e ex-presidente doConselho Nacional da Propaganda. Membro do Conselho Superior da ESPM e presidente do Instituto Brasileiro deAltos Estudos de Comunicação Social – IBRACO. Presidente do Conselho da HCA Comunicação.
Rodolfo L. Martensen.
Escritor e publicitário. Ex - presidente da Lintas Worldwide para o Brasil e América do Sul. Fundador e presidente daEscola Superior de Propaganda e Marketing por vinte anos. Atualmente é consultor de marketing e comunicação.Presidente dos conselhos superiores ESPM e IBRACO.
Fernando Reis.
Diretor executivo da ABAP, desde 1979. Jornalista e publicitário. Começou como redator na Standard, na década de40. Trabalhou também ma Internacional (Rio), MPM, P. A. Nascimento, Esquire e Sell. Foi editor do Anuário

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