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Tecnologia e Economia Agrícola no Território Alcobacense (Séculos XVIII-XX) VolII

Tecnologia e Economia Agrícola no Território Alcobacense (Séculos XVIII-XX) VolII

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Published by antónio maduro
Este estudo no domínio da história rural tem a sua centralidade nas áreas da tecnologia e economia. Elegemos como objecto de análise a unidade geográfica, política e administrativa representada pelo senhorio alcobacense. O quadro temporal da pesquisa ultrapassa em muito a realidade física e política do senhorio cisterciense, estendendo-se do século XVIII ao século XX. Pretendemos assim esclarecer a renovação da matriz agrária que o domínio alcobacense conhece a partir do século XVIII e identificar as linhas de continuidade e ruptura desta tela cultural e meios de produção ao serviço da lavoura.
Este estudo no domínio da história rural tem a sua centralidade nas áreas da tecnologia e economia. Elegemos como objecto de análise a unidade geográfica, política e administrativa representada pelo senhorio alcobacense. O quadro temporal da pesquisa ultrapassa em muito a realidade física e política do senhorio cisterciense, estendendo-se do século XVIII ao século XX. Pretendemos assim esclarecer a renovação da matriz agrária que o domínio alcobacense conhece a partir do século XVIII e identificar as linhas de continuidade e ruptura desta tela cultural e meios de produção ao serviço da lavoura.

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António Eduardo Veyrier Valério MaduroTecnologia e Economia Agrícola no Território Alcobacense(séculos XVIII-XX)Faculdade de Letras da Universidade de CoimbraVolume II
 
2007
 
 1
António Eduardo Veyrier Valério MaduroTecnologia e Economia Agrícola no Território Alcobacense(séculos XVIII-XX)Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra2007Dissertação de Doutoramento em Letras, área de História,especialidade de História Contemporânea, apresentada à Faculdadede Letras da Universidade de Coimbra, sob a orientação do ProfessorDoutor Fernando Taveira da Fonseca e da Professora Doutora MariaMargarida Sobral Neto
 
 2
GlossárioAba
– (do lat.
alapa 
) s. f. Parte superior da
seira
da azeitona (Oliveira, 1971,p.273).
Abada
– (de aba+ada) s. f. Quantidade de frutos que a saia dobrada podeacarretar. Utiliza-se com frequência a expressão – “uma abada deazeitonas, de milho”, etc.
Abafar
– (do ár.
al 
.
hufar 
) s. m. O mesmo que
apodrecer
,
assoalhar
,
estarrejar
(B.N.L., cód.1490, fl.46). Lavoura preparatória dada às terras com oobjectivo de as fertilizar. Assim se eliminam as
ervas nascediças
e seaumenta a capacidade hídrica do solo. Virada de
grade de rasoira
,depois da
sementeira a lanço
, para cobrir as sementes, evitando,assim, que os pássaros as consumam. Com esta passagem compacta-se a terra dando aconchego à cultura.
Abarrelar
 –
 
v. tr. Acamar as varas de castanho em valas para se manteremverdes e não perderem a flexibilidade. Esta operação de reserva dovaredo era executada pelos
canastreiros
e
tanoeiros
no mês deMarço.
Abatocar
– (de
batoque 
) – v. tr. Pôr o
batoque
nos tonéis.
Abegoaria
– (de abegão) – s. f. Instalação que recebe a apeiragem e em que sefazem reparações. Na freguesia da Maiorga a abegoaria é sinónimo decurral do gado.
Abelheira
 – (de abelha) s. f. Ninho de abelhas numa toca ou loca, em carvalhos,sobreiros, etc. A toponímia regista o chouso de Abelheira (Redondas,Turquel).
Aberta
– s. f. Propriedade que não é delimitada por
valados
, murados, etc.Canal de rega e esgoto de águas.
Abrolhar
– v. intr. Lançar abrolhos ou rebentos. O mesmo que
arrebentar
.
Acabador
 – (de acabar) s. m. Pinheiro, mais pequeno que o
varredoiro
, utilizadopara retirar a cinza dos cantos da
caldeira
dos fornos de cal.

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