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Modelo de autoavaliação-operacionalização-Parte I

Modelo de autoavaliação-operacionalização-Parte I

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11/29/2009

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Maria José Fernandes Domingues2009/2010
O Modelo de Auto-Avaliação das BibliotecasEscolares
Metodologias de Operacionalização (Parte I)
 
 
Modelo de Auto-Avaliação em Bibliotecas Escolares
1. Selecção de um domínio/subdomínio
1.1. Domínio A.2. Promoção das Literacias da Informação,Tecnológica e Digital 
A escolha deste donio foi motivada por considerar prioririo odesenvolvimento de uma cultura de pesquisa de informação e o investimentono domínio da formação do utilizador e na articulação com as diferentesestruturas de orientação pedagógica.Neste sentido, acho que a biblioteca deve ter um papel de relevo naescola procurando, de uma forma lúdica, atraente e prática motivar nos alunosas actividades mais enriquecedoras, que vão para além da simples leitura delivros e que implicam um conhecimento e uma utilização das TIC e da Internet.Hoje, já ninguém põe em causa o direito à informação e ninguém duvidade que os meios de informação são diversos e não se limitam aos livros. Osprogramas escolares procuram acompanhar esta realidade e sugerem a práticade todos de aprendizagem activos que preparem estudantes para aintervenção na sua própria aprendizagem e que estimulem o seu gosto deaprender.Neste contexto a escola deve adequar os seus projectos, de modo amotivar os alunos, deitando o das potencialidades da BibliotecaEscolar/Centro de Recursos Educativos, que deve ter tem um papel central nãosó na aprendizagem da leitura mas promover uma melhoria no desempenho dabiblioteca, neste subdomínio, e aumentar o seu impacto no desenvolvimento dacapacidade de seleccionar e utilizar a informação em diversos suportes,tornando-os autónomos e capazes de se adaptar a uma grande variedade desituações, permitindo que a educação seja continua ao longo da vida.
Promoção das Literacias da Informação, Tecnológica e Digital – Ano 2009-2010
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Modelo de Auto-Avaliação em Bibliotecas Escolares
2. Selecção e análise de dois indicadores
 
A.2.2. Promão do ensino em contexto de competências deinformação da escola/agrupamento
 
(indicador de processo) -, em que a BEdeve promover a integração, com as estruturas de coordenação educativa esupervisão pedagógica e dos docentes, de um plano para a Literacia deInformão e, consequentemente, propor um modelo de pesquisa deinformação a ser usado por toda a escola/agrupamento e disponibilizar,permanente, na BE, no blogue e no Moodle guiões orientadores e outrosmateriais de apoio ao trabalho de exploração dos recursos de informação pelosalunos, em colaboração com os docentes, no âmbito da literacia da informação.Esta articulação com as diferentes estruturas pedagógicas faz todo osentido, visto um trabalho conjunto poder ser gerador de criação decaminhos para que os alunos o acumulem apenas saberes, mas queadquiram métodos de trabalho, de pesquisa, favorecendo processos de auto-formação.A.2.4.
Impacto da BE nas competências tecnológicas, digitais e deinformão dos alunos na escola/agrupamento
(indicador deImpacto/Outcome) –, que permite medir e averiguar qual o impacto dasactividades desenvolvidas nos resultados dos alunos e no uso decompetências tecnológicas, digitais e de informação.A Biblioteca Escolar inserida neste mundo globalizado da Sociedade daInformação e do Conhecimento constitui uma estrutura privilegiada na escolapara responder às actuais necessidades, dando acesso a uma vasta gama derecursos, colaborando com os docentes no ensino de compenciastecnológicas e de informação, desenvolvendo nos alunos habilidades depensar criticamente, isto é, de aprender a aprender, contribuindo assim para aconstrução do sucesso educativo e para a melhoria das aprendizagens dosseus utilizadores.Cada aluno deve ser um leitor fluente e crítico, capaz de usar a leiturapara obter informação, quer em obras de referência e materiais impressos,quer em motores de pesquisa, directórios, bibliotecas digitais ou outras fontes
Promoção das Literacias da Informação, Tecnológica e Digital – Ano 2009-2010
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