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Retrospectiva Estadão - 2003

Retrospectiva Estadão - 2003

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Produto: ESTADO - ESPECIAL - 1 - 31/12/03 CompositeH1 TR A RED -Produto: ESTADO - ESPECIAL - 1 - 31/12/03 CompositeH1 TR A RED -
Memória
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Desafios
Foi o ano da guerra. Os Esta-dos Unidos mostraram ao mun-do que podiam derrubaro dita-dor Saddam Hussein. Mas foimais fácil derrubar Saddam doque administrar a situação noIraque, onde acabou sendo víti-ma de atentado o embaixadorSergio Vieira de Mello. Atenta-dos e ataques suicidas se suce-deram em várias regiões domundo. Bush, vitorioso no Ira-que, tentou o Mapa da Paz no Oriente Médio. Ficou na tentati-va. A guerra no Iraque mudou as relações entre os países. Sónão teve o impacto que se previa na economia mundial.No Brasil, esperou-se o espetáculo do crescimento econômi-co, anunciado para o segundo semestre. Não chegou. Não falta-ram no País violência urbana e escândalos de corrupção. Juí-zes foram assassinados. Poli-ciais e um juiz foram presos.Foi um ano de luto para a ex-ploração espacial. Os EstadosUnidos perderam o ônibus es-pacial Columbia, com sete as-tronautas. O Brasil perdeu oterceiro protótipo do fogueteVLS e 21 técnicos altamente es-pecializados na Base de Alcân-tara.Mas o País brilhou nos espor-tes. Teve sua melhor perfor-mance em Jogos Pan-America-nos. Foi campeão mundial novôlei e viu Daiane dos Santosganhar a 1.ª medalha de ouroda ginástica brasileira no solo.
QUARTA-FEIRA, 31 DEDEZEMBRO DE2003
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N
a política, 2004 reservaum grande teste e umenormedesafioparaogo-verno. O teste serão as primeiraseleições municipais com o PT nopoder,cujosresultadosvãobalizara avaliação desta administração.O desafio fica por conta da ques-tão social, que ainda não apresen-touosavançosprometidosnacam-panha eleitoral. Nos últimos 12meses,ficouevidenteocontrasteentreaeuforiadomercadofinancei-roe adura realidadedosindicadoresde desempregoe renda.Oano novo traz esperanças de que a economia real comece a viverdiasmelhores.Noanoemqueorealcompletarádezanos,aeconomiapoderá crescergraças à redução dos juros e ampliação do crédito.Pode não ser um espetáculo,mas uma expansão de 3,5% oumais significa o fim da estagna-ção. No cenário internacional, osbons ventos ajudam:o crescimen-to dos Estados Unidos pode serquase duas vezes maiordo que os3%de2003.NaEuropa,queencer-ra o ano com expansão de apenas0,5%–opiorresultadodesdeare-cessãode1993–oclimatambéméde otimismo. Bom sinal para osprodutos brasileiros de exporta-ção, especialmente os agrícolas,que viveram dias de glória no anoquese encerra.
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 Mercadoeufóricocomo Brasil 
O ESTADO DE S. PAULO
 Explosão do VLS em Alcântara
H
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 Fome:com osdias contados?
Soldado americano em Bagdá
 Daiane dos Santos e a medalha
 Festanocampo:safrarecorde
2% 5% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 95% 98% 100%
PB
2% 5% 10% 15% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 85% 90% 95% 98% 100%
COR
%HermesFileInfo:H-1:20031231:
 
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Produto: ESTADO - ESPECIAL - 2 - 31/12/03 CompositeH2 -Produto: ESTADO - ESPECIAL - 2 - 31/12/03 CompositeH2 -
ANAPAULASCINOCCA,CIDAFONTESeELIZABETHLOPES
O
smaioresdesafiospolíti-cos do governo Lula em2004, após a aprovaçãodas reformas e a consolidaçãodo ajuste fiscal, estarão fora doCongresso. A sociedade vai co-braros resultados da tão anun-ciada recuperação da econo-mia, com crescimento e gera-çãodeempregos,alémdeinves-timentos na área social. E o de-sempenho do segundo ano daadministração será fundamen-tal no primeiro teste eleitoraldogoverno,comaseleiçõesmu-nicipaisem outubro.A estratégia do PT é elegermais de 400 prefeitos para setornarumpartidomaisrobustoecompetitivoesemanternopo-derem2006,naspróximaselei-çõespresidenciais.Porenquan-to,naopiniãodocientistapolíti-co e professorda UniversidadeFederal de Minas Gerais(UFMG) Fábio WanderleyReis,opartidoaindaestáemfa-sede aprendizado.Reiselogiaaatuaçãoortodo-xa na economia, mas adverteque será preciso conciliar essapreocupação com a agenda so-cial. Essa é uma marca, lembraele, que levou o partido ao co-mando do País. “Agora, o PTtem de fazerisso (
 buscar resul- tados na macroeconomia
) semabandonar oque deu mar-ca ao partido.Ograndedesa-fio será o pró-prio PT man-ter a fidelida-de aos objeti-vos”,diz.Enquanto oPT pretendese firmarpoli-ticamente nosegundo anode governo, aoposição ten-tará mostrarque ainda é alter-nativa de poder. Acuado pelodiscurso pró-reformas que tevede assumir em 2003, o PSDBpromete sair desse embaraçopara assumir um comporta-mento mais oposicionista. En-traoanorevigoradocomaelei-ção de JoséSerra para ocomando dopartido,justa-menteoadver-sário de Lulana sucessãopresidencial.Uma referên-cia nacional,Serra podedar novo ru-mo ao PSDB,a d o t a n d ouma condutamaiscríticaeconsistente.“Mesmo com erros, o gover-no Lula ainda é uma alternati-va melhor do que o retorno doPSDBePFLaopoder”,dizolí-derdogovernonaCâmara,Al-do Rebelo (PC do B). Ele achaqueogovernoconseguirágerarempregos e investir neste ano.Isso se reverteria em votos. “Aeconomia ainda não está commusculatura suficiente paracorrer uma maratona”, provo-ca o deputado tucano EduardoPaes(RJ),certodequeogover-noagirá com cautelana econo-miaparanãopôremriscoaree-leiçãodeLula em2006.Para enfrentar o PSDB e oPFL nas urnas e se aproximarmais do centro político, o PTvaipegarcaronanoPMDB,de-tentordamaispoderosamáqui-napartidáriaequeapartirdes-te mês deve participar do pri-meiro escalão. Poderão ocorreracordoseleitoraiscomoumado-bradinhaPT/PMDBparaaree-leição da prefeita Marta Su-plicy, ou uma chapa do petistaPedroWilson,prefeitodeGoiâ-nia, com o deputado Luiz Bit-tencourt,doPMDB.
Reformas
– O presidente doPT,JoséGenoino,jáestáatuan-do nos bastidores para evitardisputas internas e, em segui-da, tentará ampliar a aliançacom os partidos aliados. “Sehouverguerralocal,vamosevi-tarquerespinguenaaliançana-cional”,dizele,ressaltandoqueas alianças só serão discutidasnoprimeirosemestredesteano.Paralelamente às aliançaseleitorais, o Congresso teráumaagendamenos traumáticaetrabalhosaem2004.Adiscus-são da reforma política estaráconcentrada na Câmara, massó entrará em vigor em 2006.“Nada será feito para pôr emrisco o que o governo consoli-dou na sua base política”, disseo deputado Paulo Rocha (PT-SP).Umtemapolêmicoéaree-leiçãodospresidentesdaCâma-ra e Senado, que desagrada aoPTe aosdemais partidos.A data do envio das refor-mas trabalhista e sindical é ou-tro tema sem convergência.Umaidéiaécuidardapartesin-dicalnesteano, deixandoosdi-reitos trabalhistas para depois.Outraédeixartudopara2005.Outrosprojetos,comoomar-coregulatórioeleidefalências,têm interesses na economia,mas não geram confrontos in-ternos. “Será um ano politica-mente melhore o governo terácondiçõesdefazerrealizações”,prevê o vice-líder do governona Câmara, Renildo Calheiros(PCdoB-PE).
A
s eleições municipais de2004 serão uma dasmaisdisputadasdosúlti-mostemposeasforçasquederi-varem do pleito deverão pavi-mentar o caminho das próxi-mas eleições presidenciais. Umdosprincipaispalcosseráacapi-tal paulista. OPT joga todas asfichas para garantir a reeleiçãoda atual prefeita, Marta Su-plicy, e a oposição – capitanea-da pelo PSDB do governadorGeraldo Alckmin – aposta nasalianças para vencer no maiorcolégioeleitoraldo País.Segundo a socióloga e analis-ta de pesquisas eleitorais Fáti-ma Pacheco Jordão, apesar daimportânciadopleito,sóumter-ço do eleitorado sabe hoje emquem votará para prefeito. “Oquadroestátotalmenteindefini-do”, afirma Fátima. De acordocomela,umadasnovidadesnes-saseleiçõeséque,aoladodaho-nestidade e da probidade admi-nistrativa dos candidatos, a re-novação é considerada essen-cial. “Onovo terá muitas chan-ces e não assusta mais”, aposta.Aseguir, a entrevista.
Estado – Qual o peso dodesempenho do governo fe-deral no próximo pleito mu-nicipal?Fátima Pacheco Jordão
Vai ser menor do que se pen-sa. Menordo que o PSDB temesperança que seja, em ter-mos de mau desempenho. Emesmo que vá muito bem, co-mo deseja o PT, não será tãodecisivo. O que vai decidir defato é a performance dosatuais prefeitos e a maneiracomo irão propor o futuro dacidade. Os problemas locaissão os problemas reais. E oseleitores querem soluções bas-tantes concretas para a cida-de onde residem.
Estado – Como a senhoraclassifica a proposta doatual presidente do PSDB,José Serra, de federalizar odebate das eleições munici-pais?Fátima
– Acho que não vaifuncionar. É uma estratégiaequivocada. A federalizaçãonão funciona num pleito mu-nicipal,poisos debatese osan-seios dos eleitores são muitolocalizados. O que se pode fa-zeré um background federali-zado. Ou seja, utilizar o fede-ral apenas como referência,com o objetivo de discutir osproblemas locais.
Estado – Qual a impor-tância de São Paulo nessaseleições?Fátima
– A cidade de SãoPaulo é muito estratégicaporque as forças que se origi-narem desse pleito deverãopavimentar o caminho daseleições presidenciais de2006. Caso o PT consigamanter a performance daseleições municipais de 2000ou até melhorar o desempe-nho, crescem as condições dereeleição do presidente Lula.
Estado – E quais as condi-ções de o PT repetir, no anoque vem, a boa performancedas eleições de 2000?Fátima
– OPT entra com asmelhores condições possíveis.Nãotenhadúvidadisso.Caberáà oposição encontrar, de um la-do,asaliançasnecessáriasaesseembatee,deoutro,buscarcandi-datos que tenham condições deconstruir alternativas locais. Aestratégia que o PT pretendeadotarnesse pleito – de manteras atuais prefeituras que admi-nistra e conquistar outras cida-des estratégicas – está absoluta-mentecorreta.Foiessabasequedeumaisestabilidadeàcandida-turadeLulaàPresidência.
Estado – Apesar do motelocal, qual a importância dafigura do presidente Lulanesse pleito?
Fátima
– A personalidadedele é muito forte e o Lula estámuito bem avaliado pessoal-mente nas pesquisas, mais bemavaliado doque suaprópria ad-ministração,comíndicedeapro-vação em torno dos 70%. Comtodoessecarisma,alógicaéquefaça um tour pelo País, emapoioaseuscandidatos.Apesardeos assuntos serem locais, se opresidente mantiveros mesmosíndices deaprovação,cer-tamentevaifa-vorecer seupartido.
Estado U m a d a sapostas doPT é a reelei-ção da prefei-ta Marta Su-plicy, na ca-pital paulis-ta. Qual asua análisedo desempenho da prefeita?Fátima
– A Marta em SãoPaulo não está bem avaliada.Apesardisso, ela tem um esto-que de votos de 20%a 25%, oque lhe dá boas chances de es-tarnosegundoturnodadispu-ta. Portanto, ela é uma candi-data muitíssimo forte.
Estado – O fato de o PS-DB ainda não ter um candi-dato em São Paulo pode pre- judicar a performance dopartido?Fátima
– Se o candidatofor escolhido como no passa-do,às vésperas daseleições, is-so será uma tragédia. E podeinfluirnegativamente.
Estado – Afigura do gover-nador Geraldo Alckmin po-derá ter alguma influência?Fátima
Pode ter umpeso impor-tante, sobre-tudo porqueesse governotem, na cida-de,oquemos-trar. OPSDBnão está tãodesvalido.Mas precisater cautelacomasindefi-nições e bri-gas internas.Outros candidatos da oposi-ção também podem aparecer.Pinotti (
 José Aristodemo, do PFL
) é um deles. Ele aparececom 5 a 6 pontos de intençãode votos nas pesquisas maisrecentes. Tuma (
 senador Ro- meu Tuma, também do PFL
)tem cerca de 10. Erundina(
 Luiza Erundina, do PSB
), no-me alternativo, tem entre 12 e17. O jogo não está ganho co-mo o PT pensa.
Estado – O que o eleitorespera de um candidato naseleições de 2004?Fátima
– A ética e a probi-dade administrativa aindasão imbatíveis. São qualida-des que nunca saem de pauta.O que poderá ocorrer é o focona questão da Segurança Pú-blica (mesmo as políticas dosetorsendo de responsabilida-de dos governo estadual e fe-deral).
Estado – Além dessas qua-lidades, o que mais o eleitorespera nessas eleições?Fátima
O eleitoradoaposta na renovação. A po-pulação aprendeu muito nes-se processo e está buscandocoisas novas. O novo temchances nessas eleições e nãoassusta mais.
Estado – Com base nessaanálise, pode-se dizer que opleito municipal de 2004 es-tá totalmente indefinido?Fátima –
Sem dúvida. Pes-quisas recentes indicam queapenas um terço dos eleito-res escolhem espontanea-mente algum candidato. Emresumo, o quadro está total-mente indefinido para qual-quer candidato. Há tendên-cias, é claro, mas muita coi-sa pode acontecer até outu-bro.
(A.P.S. e E.L.)
 
Oquevai decidirde fatoéa performance dos atuais prefeitos.Os problemas locais sãoos problemas reais
OPT tem de buscar resultadosnaeconomiasem abandonaro que deu marcaao partido
Fábio Wanderley Reis
 Eleições municipais, em outubro, vão avaliar atuação do presidentee eficácia de seu governo
 Marta comemora chegada do PT à Presidência, em 2002:reeleição da prefeita será estratégica para próxima campanha presidencial 
O PRIMEIRO TESTEDO GOVERNO
LULA
Tantoogovernocomoaopo-siçãoestãosepreparandoparaa nacionalização das campa-nhas municipais, principal-mentenascapitaisegrandesci-dades. O presidente do PSDB,José Serra, já anunciou que opartido levará para as eleiçõesosgrandestemasnacionais,co-mo o desempenho da econo-mia e os investimentos do go-verno na área social.Os líderes petistas dizem jáesperarporisso e um dos obje-tivosdacampanhaseráfazeradefesadogovernoLulaeapos-tarnarecuperação econômica.O deputado Professor Luizi-nho(PT-SP),umdosvice-líde-res do governo, acha que, se osíndicessociaismelhorarem,es-pera-se um bom desempenhoeleitoral do PT. “Então paranósnãoseráruimnacionalizara campanha”, avalia.O presidente do PT, JoséGenoino, não gosta de falarem números, mas o objetivodo PT é eleger16 prefeitos decapitais,duplicandoa presen-ça do partido nessas cidades.Nas eleições passadas, o PTelegeu 187 prefeitos, a maio-ria nos grandes centros urba-nos, com estimativa de 12 mi-lhões de votos. Hoje, o parti-do administra 192 cidades.Já a idéia dos tucanos éconsolidara presença nos Es-tados governados pelo parti-do, seus principais núcleospolíticos, como São Paulo eMinas.Umdosmaioresemba-tesentre tucanos e petistasse-rá em São Paulo. O comandonacionaldoPTinvestirápesa-do para desbancar o PSDB,que, em 2000, obteve o maiornúmero de prefeituras no Es-tado:179. Para o PT será fun-damental reeleger a prefeitada capital, Marta Suplicy.OPSDB ainda não tem umcandidato competitivo paraenfrentarMarta. Com a recu-sa de Serra, os tucanos deve-rão saircom um nome vincu-lado ao governador GeraldoAlckmin. Além disso, devembuscar uma aliança forte jánoprimeiro turno, uma estra-tégia que será adotada tam-bém no interior paulista.
(C.F., A.P.S. e E.L.)
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‘O NOVO NÃO ASSUSTA MAIS
DESAFIO: ASCAMPANHASNACIONAIS
 Para a especialista Fátima Pacheco Jordão, o eleitor buscará renovação em 2004
      J    o    n    n    e      R    o    r      i    z      /
      A      E
JANEIRO
1
– Luiz Inácio Lula da Silva toma possecomo o 36.º presidente da República emfesta popularquereuniu mais de 200 milpessoasemBrasília.Emseudiscurso,pe-de o controle das “muitas e legítimas an-siedades sociais”, prometendo atendê-las“no momento justo”. Também tomamposseos27governadores.–GrupodecientistasdosEUAedaFran-ça mapeia o cromossomo 14, que abrigagenesrelacionados a mais de60doenças.
3
Lularecomendaausteridadeabsolutaaos 34 ministros e secretários nacionaisnaprimeirareunião ministerial.
5
– Dois atentados com homens-bombapalestinos matam 23 pessoas em Tel-Aviv. É o primeiro ataque em Israel des-denovembrode2001.
7
–HenriqueMeirellestomapossenapre-sidência do Banco Central. Ele anunciaqueseuprincipalobjetivoserátrazerain-flaçãodevoltaàmetainicialmenteprevis-ta para o ano, que é de 4%com folga de2,5pontosporcentuais (6,5%).
8
CarlosAlbertoParreiraéapresentadocomonovotécnico da seleçãobrasileira.
9
– A Agência Internacional de EnergiaAtômica(AIEA)pedeaoBrasilesclareci-mento oficial sobre as declarações do mi-nistro da Ciência e Tecnologia, RobertoAmaral,queafirmouserfavorávelaode-senvolvimentodetecnologianuclearpeloBrasil,atémesmo a dabomba atômica.– Coréia do Norte anuncia que deixa oTratadodeNão-ProliferaçãoNuclear.–Acidentecomduascomposiçõesdome-trôdeBeloHorizonte deixa77feridos.
10
– A governadora Rosinha Matheus(PSB) exonera o presidente do Conselhode Desenvolvimento Industrial do Rio,Rodrigo Silveirinha Corrêa, e afasta trêsfiscais da Receita Estadual, investigadospor extorsão, lavagem de dinheiro e re-messadeUS$30milhõesparaoexterior.
11
– Entraemvigoro novoCódigo Civil.– Morre Júlio Botelho, ex-ponta direitadaPortuguesa,Fiorentina ePalmeiras.– Morreo comedianteJorge Lafond.– Dezesseis pessoas morrem em conse-qüênciadachuva emPetrópolis,Rio.
12
– Gustavo Kuerten vence o torneioATPTourdeAuckland, naAustrália.– O ex-ditador Leopoldo Galtieri morreaos76anosemBuenos Aires.
13
– O Bradesco anuncia a compra doBBVBanco,controladopelo grupoespa-nholBilbaoVizcaya,porR$ 2,63bilhões.
14
Fiespanunciaqueaindústriapaulis-taencerrou 2002comqueda de4,44%noníveldeemprego,oquerepresentaperdade 69.067 postos de trabalho, mais que odobrodos 32.437extintosem 2001.– Arrecadação do governo federal so-mou,em2002,R$243,005bilhões.Consi-derando-se os efeitos da inflação, atingiuR$283,2bilhões, recordehistórico.
15
– Acusado de ligação com o tráfico, odeputadoPinheiroLandim(sempartido-CE)renuncia aomandato.
16
–Oprocessodecomprasefusõesnate-lefonia é deflagrado com a confirmaçãoda aquisição da Tele Centro-Oeste Celu-larpelaBrasilcel,holdingdaPortugalTe-lecome Telefônica,porR$ 1,408bilhão.
20
–Líbiaéeleitaparaocuparapresidên-ciadaComissãodeDireitosHumanosdaOrganizaçãodasNaçõesUnidas,sobpro-testosdeONGs,deIsraele dosEUA.Acusadodecrimescontraahumanida-de,oex-presidentesérvioMilanMilutino-vic,de60anos,entrega-seaoTribunalPe-nalInternacional emHaia, Holanda.– Em quatro dias, chuvas provocam44 mortes em Minas.
21
BCampliapara8,5%otetodainfla-ção de 2003 e realiza primeira interven-çãonomercadodecâmbionagestãoMei-relles.Masacotaçãosobe2,11%,paraR$3,48– segundamaiordoano.
22
Copomaumentaataxabásicadeju-ros,aSelic,de25%para25,5%aoanonaprimeira reunião no governo Lula. É amaiortaxadesdemaio de1999.– O presidente da França, Jacques Chi-rac,eochancelerdaAlemanha,GerhardSchroeder, declaram em Paris sua oposi-çãoaosplanosdopresidentedos EstadosUnidos, George W. Bush, de iniciarumaguerracontraoIraquesemoavaldoCon-selhodeSegurançada ONU.
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– Holanda ultrapassaos EUAe se
FATOSDOANO
2% 5% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 95% 98% 100%
PB
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COR
%HermesFileInfo:H-2:20031231:
H
2 -O ESTADO DES.PAULO
NACIONAL
QUARTA-FEIRA, 31 DEDEZEMBRO DE2003
 
 
Produto: ESTADO - ESPECIAL - 3 - 31/12/03 CompositeH3 -Produto: ESTADO - ESPECIAL - 3 - 31/12/03 CompositeH3 -
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 Meusonho acabou.Sonheio sonhoerrado
Fernando Gabeira
 Lula cumprimenta George Bush, no salão oval da Casa BrancaSérgio Gomes ou ‘Sombra’foi denunciado no caso Celso Daniel 
Granalavadaaté euquesouboba,quero.Eu nãoqueroélavar granapraningm
Norma Regina Emílio Cunha
 Jogar uma galinha é uma ofensa.Seriacomo se algum homem
estivessefalandoesejogasseumveado
rcio Thomaz Bastos
 Lulavaidemorar um pouco paranotar quepodemuito menos doquepensaquepode
Fernando Henrique Cardoso
    J   o    é    d   s   o   n    A    l   v   e   s    /
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  –    1    6    /    1    2    /    2    0    0    3
 Heloísa Helena chora na tribuna:‘Sou uma mulher livre – e a liberdade ofende’Os processos do ministro Celso de Mello:retrato de uma crise
 Éprecisosaber como funciona acaixa-pretadesse Poderqueseconsidera intocáve
Luiz Inácio Lula da Silva
 A lutacamponesaabrigahoje23 milhõesdepessoas.
 Dooutro lado,27 milfazendeiros.
 Essaéadisputa
João Pedro Stédile
Berzoinierrou um pênalti,marcouumgolcontra e nofinalfoiexpulso
Walter Pinheiro (PT-BA)
O presidente Fernando Henrique recebe Lula, na rampa do Palácio do Planalto, para lhe passar o cargo No RS, fazendeiros fazem cavalagada contra desapropriações Apesar da polêmica, Lula visitou Fidel Castro em Cuba Em todo o País, idosos esperaram horas na fila para rever benecios Berzoini em busca de recuperaçãoContrareforma,servidorquebravidrodoCongresso
D    i    d   a    S   a   m   p   a    i   o    /
      A      E
  –    1    6    /    5    /    2    0    0    3    J   o   n   n   e    R   o   r    i   z    /
      A      E
  –    1    0    /    1    2    /    2    0    0    3
CENASEFRASES
    R   o    b   e   r    t   o    C   a   s    t   r   o    /
      A      E
  –    1    /    1    /    2    0    0    3    R   o   n   a    l    d   o    B   e   r   n   a   r    d    i    /    Z   e   r   o    H   o   r   a  –    2    7    /    6    /    2    0    0    3    E    d    F   e   r   r   e    i   r   a    /
      A      E
  –    2    5    /    9    /    2    0    0    3    E    d    F   e   r   r   e    i   r   a    /
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  –    2    0    /    6    /    2    0    0    3    W    i    l    t   o   n    J   u   n    i   o   r    /
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  –    1    9    /    1    1    /    2    0    0    3    E    d   u   a   r    d   o    N    i   c   o    l   a   u    /
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  –    6    /    8    /    2    0    0    3    D    i    d   a    S   a   m   p   a    i   o    /
      A      E
  –    2    6    /    1    1    /    2    0    0    3
tornaopaíscommaiorvolumedein-vestimentos diretos no Brasil em 2002:US$3,35bilhões.– O 3.º Fórum Social Mundial é abertoem Porto Alegre, com críticas ao FundoMonetárioInternacional,aoBancoMun-dial,àÁreadeLivreComérciodasAméri-cas (Alca) e à Organização Mundial doComércio (OMC). Em Davos, na abertu-ra do 33.º Fórum Econômico Mundial,analistasortodoxosapóiamapolíticaeco-nômicaconservadora deLula.
26
– Lula propõe em Davos a criação deum fundo internacional para combateramisériae a fome noTerceiro Mundo.
27
– O jogador de vôlei Giba é suspensodepois de exame antidoping constatarconsumodemaconha.
28
– A primeira pesquisa após a posse deLula mostra índices de aprovação inédi-tos para um presidente no primeiro mêsdegoverno.SegundoolevantamentoSen-sus/CNT, 78,4%da população acreditaqueo governoLulaserá ótimo oubom.DesempregonaGrandeSãoPauloatin-giuem2002asegundapiormarcadosúl-timos 17 anos. A taxa média anual subiude 17,6%da População Economicamen-teAtiva(PEA), em2001,para19%.OartistaplásticoCíceroDiasmorreemParis,aos95anos.
30
– Lulalançao programa FomeZero.– Chuvas fortes causam mais mortes noSudeste. No Rio, sobe para 35 o númerodemortose, emMinas,para45.
31
Chefedamissãodeinspetoresdear-masquímicasebiológicasdaONU,HansBlix, diz que não há evidências capazesdejustificarumaguerracontra o Iraque.
FEVEREIRO
1
– O ônibus espacial Columbia explodeao reentrar na atmosfera, a mais de 60milmetros,matandosete tripulantes.– Sarney é eleito presidente do Senado.Tomampossesenadores edeputados.
2
– Presidente da Câmara, João PauloCunha(PT-SP)defendeurgêncianadefi-niçãodo“ritmodetramitação”dasrefor-masprevidenciária,tributária epolítica.
3
– Governo dá início, em Guaribas (PI),aoprojeto-pilotodoFomeZero.– Venezuela começa a retomar a rotinadepoisde63dias degrevegeral.
4
RepúblicaFederaldaIugosláviaéex-tinta. Parlamento aprova a ConstituiçãodonovoEstado deSérviae Montenegro.
5
– Osecretário de Estado dos EUA, Co-lin Powell, apresenta ao Conselho de Se-gurança da ONU o que considera serem“provas irrefutáveis” de que o regime deSaddamHusseinescondedeliberadamen-tearmas dedestruiçãoemmassa.
6
– Varig e TAMassinam o protocolo decriação de uma nova companhia aérea,quesurgiriaa partirda fusãodas duas.
7
Governoelevaametadesuperávitpri-mário,de3,75%doProdutoInternoBru-to(PIB) para4,25%do PIB.
8
– Morre o ex-diretor-executivo doJornal do Brasil Manoel FranciscoNascimento Brito, de 80 anos. Ele fi-cou no comando do JB por 52 anos.
10
– Lula anuncia o corte de R$ 14 bi-lhõesdoOrçamento da Uniãode2003.Chirac e o presidente da Rússia, Vladi-mir Putin, lançam documento contra aguerraaoIraque.– Morreaos 82anoso atorJosé Lewgoy.
11
– EUA anunciam suas propostas paraa formação da Alca. Sugerem que cercade65%dasexportaçõesdebensdeconsu-moeprodutosindustrializadosdaAméri-ca Latina e 56%das de produtos agríco-lasfiquemisentasdetaxasquandoaAlcaentrar em vigor, em janeiro de 2005. Apropostarecebe críticasnoBrasil.
13
– OIPCA, índice que baliza o regimede metas de inflação, subiu 2,25%em ja-neiro,0,15pontoporcentualacimadore-sultado de dezembro. É a maiorinflaçãoemjaneirodesdeo início do PlanoReal.
14
– Hans Blix informa ao Conselho deSegurança da ONU que não encontrounenhum indício de que o Iraque possuaarmasdedestruição emmassa.– IBGE revela que a agroindústria brasi-leira cresceu 7,9%em 2002, o melhorde-sempenhoem11anos.Oresultadbemsuperioraodaindústria (2,4%).AovelhaDolly,primeiromamíferoclo-nado, é sacrificada, seis anos depois doseu nascimento, porsofrerde uma doen-çapulmonarincurável.
17
–Emdiscursonareaberturadostraba-lhoslegislativos,LulapropõeaoCongres-soumaparceriaparaa aprovaçãodeseisreformas estruturais: a da Previdên-
 
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QUARTA-FEIRA, 31 DEDEZEMBRO DE2003
NACIONAL
O ESTADO DES.PAULO -
H
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