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Paixão nos trópicos_Anne Mather_ (SABRINA 7)

Paixão nos trópicos_Anne Mather_ (SABRINA 7)

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Paixão nos Trópicos (Dangerous Rhapsody) AnneMatherSabrina no. 7
 
"Minha querida Kate, se não concordar com a minha proposta, ascoisas vão ficar muito desagradáveis para você e seu irmãoJohnny." Esta era a sentença definitiva que Damon Thorpe, umimportante magnata, obrigava a indefesa Kate a aceitar para nãover o seu irmão ir para a prisão, por desfalque na empresa deDamon e também por ela ter recusado as suas carícias.Kate cede, entregando-lhe o seu destino, e vai viver naquela ilhanos trópicos, ao lado daquele homem: Damon Thorpe, que nãosabia que amar é um verbo para ser conjugado e vivido a dois.
Digitalização: Dores CunhaRevisão: Fátima Tomás
Paixão nos trópicos
“Dangerous Rhapsody”
Anne Mather 
CAPÍTULO IO escritório da Companhia Química Thorne situava-se em uma pequenatravessa nas proximidades da Cromwell Road. Tratava-se de uma edificaçãoalta e imponente, de concreto e vidro, e seus muitos andares apontavamambiciosamente para o céu, como querendo proclamar sua inquestionávelindividualidade e prosperidade. Um porteiro uniformizado postava-se junto ao
Livros Florzinha - 1 -
 
Paixão nos Trópicos (Dangerous Rhapsody) AnneMatherSabrina no. 7
lance de degraus rasos que conduziam até a vasta portaria revestida de painéisde vidro, nos quais estavam embutidas as portas giratórias que se abriam parao
hall 
de entrada. Kate teve certeza de que aquele digno cidadão a consideravaapenas como uma candidata a mais a um emprego no escritório, porém apeloupara toda sua pequena reserva de autoconfiança e, galgando os degraus,atravessou as portas giratórias e entrou no edifício.- Tenho um encontro com o senhor Thorne às onze horas - disse Kate aochegar na recepção.A recepcionista consultou a agenda. - É a senhorita Harding?Kate assentiu. Agora que ela finalmente se encontrava lá, começou a sentir denovo uma fraqueza nos joelhos, e ficou torcendo para que eles não lhepregassem alguma peça. Oh, meu Deus, pensou, por que Johnny tinha de colocá-la em uma situação tão terrível?A recepcionista estava usando o telefone interno, e Kate voltando à realidadedo presente, ouviu-a falar com a secretária de Damon Thorne. Houve a usualconferência de nomes e horários, e então a loura colocou o telefone no ganchoe voltou-se para Kate.- A secretária do senhor Thorne vai mandar alguém para acompanhá-la até suasala - disse, em tom frio e distante. - Não quer sentar-se por um momento?Kate sentou-se nervosamente à beirada de uma das poltronas vermelhas ebrancas, e tirou as luvas meticulosamente, imaginando como iria encontrarpalavras para conduzir a entrevista. A situação era por demais cómoda paraJohnny, que não se envolvia na história e deixava para ela a tarefa mais difícil,mas mesmo ele não podia ter idéia do tormento e do desespero em que ela seenvolvera; em caso contrário ele teria refletido muito, antes de lhe pedir que oajudasse a carregar o peso de sua culpa.Seguindo uma linha de raciocínio simples, o fato de que Kate tivesse estado emtermos mais do que amistosos com Damon Thorne, alguns anos atrás, erasuficiente para uma intervenção a seu favor. Mas nem Johnny nem, para falar averdade, ninguém mais sabia de toda a história, no que dizia respeito a ela e aDamon Thorne, e portanto ignoravam que ela era a última pessoa a quem DamonThorne prestaria algum favor.Kate percorreu com o olhar o luxuoso
hall 
de entrada, olhou a fileira deelevadores automáticos e desejou que chegasse logo a pessoa enviada pelasecretária de Damon Thorne para, por assim dizer, ”ciceroneá-la”. A esperaera mortal para seus nervos, e ela desde o início tinha ficado terrivelmentenervosa. Por que, mas por que Johnny tinha sido suficientemente tolo para seenvolver numa situação daquelas?
 
Livros Florzinha - 2 -
 
Paixão nos Trópicos (Dangerous Rhapsody) AnneMatherSabrina no. 7
Consultou o relógio. Fazia dez minutos que ela já estava esperando. Por quantotempo mais ele a faria esperar? Procurou a recepcionista com o olhar, mas elaparecia não levar em consideração sua existência.Kate suspirou. Seria uma tentativa tática da parte de Damon Thorne, nosentido de intimidá-la? Apesar de não poder saber quais as razões que alevaram a solicitar uma entrevista, teria ele sentido que seu apelo não era denatureza impessoal?O ruído do elevador prenunciou a chegada de um rapaz alto e esguio, quepercorreu com o olhar o
hall 
de entrada. Seus olhos brilharam, ao deparar coma figura frágil de Kate. Avançou em sua direção, sorrindo.- Senhorita Harding? - perguntou, e quando Kate assentiu e levantou-seprecipitadamente, ele disse: - Quer me seguir, por favor?O elevador conduziu-os suavemente até o último andar do prédio, onde estavamsituadas as salas de Damon Thorne. Além de uma ala destinada aos escritórios,ele tinha no mesmo andar um apartamento mobiliado de cobertura, que eleusava para receber informalmente seus convidados. Kate sabia disto. Elaestivera uma vez no apartamento, apesar de ter usado o elevador particularque dava acesso ao vestíbulo.As portas do elevador se abriram, revelando um
hall 
comprido e atapetado devermelho, para o qual davam muitas portas, e o barulho persistente de umamáquina de escrever elétrica, em uma sala próxima, indicava que essa era a alade negócios do andar.O jovem, que se apresentara no elevador como Jeremy Martin, conduziu Kateaté o final do corredor, para bem longe de qualquer som inoportuno,introduzindo-a na sala confortável ocupada pela secretária particular deDamon Thome, Jennifer Weldon. Havia mais de dez anos que ela era asecretária de Damon Thorne, em seu escritório de Londres, e Kate tevecerteza de que ela devia ter reconhecido seu nome, pois com certeza não lhetinha passado despercebida aquela ligação de oito anos atrás, quando Kateusava sem restrições o número particular do telefone de Damon.- É a senhorita Harding - disse Jeremy Martin, enquanto a fazia entrar na sala.- Obrigada, Jeremy - disse Jennifer Weldon, endereçando ao jovem um sorrisoglacial. Enquanto ele se retirava, levantou-se da mesa e observou Katecuidadosamente.- bom dia, senhorita Harding - disse friamente. - O senhor Thorne vai recebê-La agora, mas devo preveni-la de que ele é extremamente ocupado quando estáem Londres, e seu próximo compromisso é às onze e quinze.Kate conservou um pouco de sua compostura. Não permitiria que aquela mulher
Livros Florzinha - 3 -

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