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História da Redenção
1 A Queda de Lúcifer / 132 A Criação / 203 Conseqüências da Rebelião / 244 Tentação e Queda / 325 O Plano da Salvação / 426 Caim e Abel / 527 Sete e Enoque / 578 O Dilúvio / 629 A Torre de Babel / 7210 Abraão e a Semente Prometida / 7511 O Casamento de Isaque / 8412 Jacó e Esaú / 8713 Jacó e o Anjo / 9414 Os Filhos de Israel / 10015 O Poder de Deus Revelado / 11216 Israel Escapa da Servidão / 11917 Jornadas de Israel / 12618 A Lei de Deus / 13719 O Santuário / 15120 Os Espiões e Seu Relatório / 15821 O Pecado de Moisés / 16422 A Morte de Moisés / 17023 Entrando na Terra Prometida / 17524 A Arca de Deus e o Sucesso de Israel / 18325 O Primeiro Advento de Cristo / 19626 O Ministério de Cristo / 20227 Cristo é Traído / 20828 O Julgamento de Cristo / 21329 A Crucifixão de Cristo / 22030 A Ressurreição de Cristo / 23031 A Ascensão de Cristo / 23932 O Pentecoste / 24133 A Cura do Coxo / 24834 Lealdade a Deus Sob Perseguição / 25435 A Organização do Evangelho / 25936 A Morte de Estêvão / 26237 A Conversão de Saulo / 26838 O Início do Ministério de Paulo / 27639 O Ministério de Pedro / 28140 Pedro Liberto da Prisão / 29241 Nas Regiões Distantes / 30142 Anos de Ministério de Paulo / 31043 Martírio de Paulo e Pedro / 31544 A Grande Apostasia / 32045 O Mistério da Iniqüidade / 32646 Os Primeiros Reformadores / 335
 
47 Lutero e a Grande Reforma / 34048 Progressos da Reforma / 34649 Deixando de Progredir / 35350 A Primeira Mensagem Angélica / 35651 A Segunda Mensagem Angélica / 36452 O Clamor da Meia-Noite / 36953 O Santuário / 37554 A Terceira Mensagem Angélica / 37955 Uma Firme Plataforma / 38556 Os Enganos de Satanás / 38857 Espiritismo / 39358 O Alto Clamor / 39959 O Fim da Graça / 40260 O Tempo da Angústia de Jacó / 40661 O Livramento dos Santos / 40962 A Recompensa dos Santos / 41363 O Milênio / 41564 A Segunda Ressurreição / 41865 A Coroação de Cristo / 42166 A Segunda Morte / 42767 A Nova Terra / 4301 A Queda de Lúcifer Pág. 13Lúcifer, no Céu, antes de sua rebelião foi um elevado e exaltado anjo, o primeiro emhonra depois do amado Filho de Deus. Seu semblante, como o dos outros anjos, erasuave e exprimia felicidade. A testa era alta e larga, demonstrando grande inteligência.Sua forma era perfeita, o porte nobre e majestoso. Uma luz especial resplandecia de seusemblante e brilhava ao seu redor, mais viva do que ao redor dos outros anjos; todavia,Cristo, o amado Filho de Deus, tinha preeminência sobre todo o exército angelical. Eleera um com o Pai, antes que os anjos fossem criados. Lúcifer invejou a Cristo, egradualmente pretendeu o comando que pertencia unicamente a Cristo.O grande Criador convocou os exércitos celestiais para, na presença de todos os anjos,conferir honra especial a Seu Filho. O Filho estava assentado no trono com o Pai, e amultidão celestial de santos anjos reunida ao redor. O Pai então fez saber que, por Sua própria decisão, Cristo, Seu Filho, devia ser considerado igual a Ele, assim que emqualquer lugar que estivesse presente Seu Filho, isto valeria pela Sua própria presença.A palavra do Filho devia ser obedecida tão prontamente como a palavra do Pai. SeuFilho foi por Ele investido com autoridade para comandar os exércitos celestiais.Especialmente devia Seu Filho trabalhar em união com Ele na projetada criaçãoPág. 14da Terra e de cada ser vivente que devia existir sobre ela. O Filho levaria a cabo Suavontade e Seus propósitos, mas nada faria por Si mesmo. A vontade do Pai seriarealizada nEle.Lúcifer estava invejoso e enciumado de Jesus Cristo. Todavia, quando todos os anjos securvaram ante Jesus reconhecendo Sua supremacia e alta autoridade e direito degovernar, ele curvou-se com eles, mas seu coração estava cheio de inveja e rancor.Cristo tinha sido introduzido no especial conselho de Deus, na consideração de Seus
 
 planos, enquanto Lúcifer não participara deles. Ele não compreendia, nem lhe fora permitido conhecer, os propósitos de Deus. Mas Cristo era reconhecido como osoberano do Céu; Seu poder e autoridade eram os mesmos de Deus. Lúcifer pensou emsi mesmo como o favorito entre os anjos no Céu. Tinha sido grandemente exaltado, masisto não despertou nele louvor e gratidão ao seu Criador. Aspirava à altura do próprioDeus. Gloriava-se na sua altivez. Sabia que era honrado pelos anjos. Tinha uma missãoespecial a executar. Tinha estado perto do grande Criador e o resplendor incessante dagloriosa luz que cercava o eterno Deus tinha brilhado especialmente sobre ele. Pensavacomo os anjos tinham obedecido a seu comando com grande entusiasmo. Não era seuvestuário belo e brilhante? Por que devia Cristo ser assim honrado acima dele?Ele deixou a imediata presença do Pai, insatisfeito e cheio de inveja contra Jesus Cristo.Dissimulando seu real propósito, convocou os exércitos angelicais. Introduziu seuassunto, que era ele mesmo. Como alguém agravado, relatou a preferência que Deusdera a Jesus em prejuízo dele. Contou que, dali em diante, toda a doce liberdade que osanjos tinham desfrutado estava no fim. Pois não havia sido posto sobre eles umgovernador,Pág. 15a quem deviam de agora em diante render honra servil? Declarou que os tinha reunido para assegurar-lhes que ele não mais se submeteria à invasão dos direitos seus e deles;que nunca mais ele se prostraria ante Cristo; que assumiria a honra que lhe devia ter sido conferida e que seria o comandante de todos aqueles que se dispusessem a segui-loe obedecer a sua voz.Houve controvérsia entre os anjos. Lúcifer e seus simpatizantes lutavam para reformar ogoverno de Deus. Estavam descontentes e infelizes porque não podiam perscrutar Suainsondável sabedoria e verificar o Seu propósito em exaltar Seu Filho e dotá-Lo com talilimitado poder e comando. Rebelaram-se contra a autoridade do Filho.Os anjos que eram leais e sinceros procuraram reconciliar este poderoso rebelde àvontade de seu Criador. Justificaram o ato de Deus em conferir honra a Seu Filho e,com fortes razões, tentaram convencer Lúcifer de que não lhe cabia menos honra agorado que antes que o Pai proclamasse a honra que tinha conferido a Seu Filho.Mostraram-lhe claramente que Cristo era o Filho de Deus, existindo com Ele antes queos anjos fossem criados, que sempre estivera à mão direita de Deus, e Sua suave,amorosa autoridade até o presente não tinha sido questionada; e que Ele não tinha dadoordens que não fossem uma alegria para o exército celestial executar. Eles insistiam queo receber Cristo honra especial de Seu Pai, na presença dos anjos, não diminuía a honraque Lúcifer recebera até então. Os anjos choraram. Ansiosamente tentaram levá-lo arenunciar a seu mau desígnio e render submissão aoPág. 16Criador; pois até então tudo fora paz e harmonia, e o que podia ocasionar esta vozdiscordante, rebelde?Lúcifer recusou ouvi-los. Então afastou-se dos anjos leais e sinceros, denunciando-oscomo escravos. Estes anjos, leais a Deus, ficaram pasmados ao verem que Lúcifer era bem-sucedido em seu esforço para incitar a rebelião. Prometia-lhes um novo e melhor governo do que então tinham, no qual todos seriam livres. Grande número expressouseu propósito de aceitá-lo como líder e principal comandante. Ao ver que seus primeiros passos foram coroados de sucesso, vangloriou-se de que ainda haveria de ter todos osanjos ao seu lado, que seria igual ao próprio Deus e que sua voz autoritária seria ouvidano comando de todo o exército celestial. De novo os anjos leais advertiram-no,
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