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Trabalho Alcool

Trabalho Alcool

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06/13/2013

 
0 - INTRODUÇÃO
Somos um grupo de três alunas do 2º Ano/1º Semestre da Escola Superior deEnfermagem da Guarda, que no âmbito do estágio III, “Saúde Materna e Obstétrica”, navertente de Saúde Comunitária, a decorrer no período de catorze de Maio a vinte e doisde Junho do decorrente ano, nos foi proposto pela Delegada de Saúde Escolar (Médicado Centro de Saúde de Trancoso) a realização de um segundo ensino colectivo.O tema escolhido para desenvolver foi ”O Jovem, o Tabaco e o Álcool”, umavez que se trata de um tema, com o qual, nos defrontamos diariamente.O ensino foi apresentado na Escola Secundária de Trancoso, no dia sete deJunho, a trinta e nove alunos do nono ano de escolaridade com idades compreendidasentre os catorze e os dezanove anos.Este tem como objectivos dar a conhecer a realidade sobre a problemática dotabaco e do álcool e esclarecer algumas dúvidas colocadas pelos alunos. Afim defacilitar a exposição destas dúvidas foram realizados alguns jogos didácticos ondeforam discutidas e confrontadas ideias. No início do ensino foi distribuído o programa do mesmo (Anexo 1),e emseguida foi proposto um jogo designado de “Praça Pública” (Anexo 2) que teve comoobjectivo principal proporcionar uma melhor comunicação e relação entre os elementosdo grupo, uma vez que se tratavam de duas turmas diferentes.Para introduzir a temática - Alcoolismo foi realizado um outro jogo denominado“Qual a posição a tomar?” (Anexo 3), onde os alunos e formadores
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tomaram a sua posição face a uma frase proposta. No final do jogo foi transmitida alguma informação eesclarecidas as dúvidas.Posteriormente, para abordar o Tabagismo, recorreu-se a outro jogo designado“O Carrocel” (Anexo 4), onde os alunos responderam a várias questões, pondo à provaos seus conhecimentos. Para complementar estes conhecimentos foram apresentadas edebatidas as respostas às perguntas entres os alunos e os formadores. No final foi distribuído um panfleto alusivo ao tema (Anexo 5).
2 - ALCOOLISMO
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Formadores: Dr.ª Angela – médica; Dr.º Armando Sousa – professor; Cristina Neto – enfermeira; AnaMachado, Helena Batista e Marta Rodrigues – alunas estagiárias.
 
Quando um homem consome bebidas alcoólicas em quantidades superiores àsque o seu organismo pode tolerar, adoece, torna-se alcoólico e a sua doença chama-se
alcoolismo
.O conceito de alcoolismo como doença desenvolve-se na segunda metade doséculo XIX, altura em que a embriaguez cede lugar ao alcoolismo das massas e se tornavisível a miséria e degradação dos povos devido à alcoolização. A designação dealcoolismo era muitas vezes carregada de uma conotação pejorativa moralista, aindahoje muito usada.Segundo a OMS, o alcoolismo não é uma entidade nosológica definida masresponde à totalidade de problemas motivados pelo álcool no indivíduo, causando perturbões da vida familiar, profissional e social, com as suas repercuseseconómicas, legais e morais.O alcoolismo “é uma doença causada pelo uso imoderado de bebidas alcoólicas,doença que faz sofrer não só o indivíduo (física e mentalmente), mas também a suafamília, os que com ele trabalham e ainda as pessoas com quem vive ou com quem, dequalquer modo pode estar relacionado “(MELLO,1988, p.14).2.1 - SITUAÇÃO EM PORTUGALA maior forma de toxicodependência em Portugal não é a droga, mas sim oálcool. Não sendo uma substância ilegal, e sendo a sua ingestão um hábito e para algunsuma necessidade social, a dependência do álcool já se tornou um problema grave nonosso país. Os últimos estudos apontam para que atinja cerca de um milhão e setecentosmil portugueses, ou seja um quinto da população.O escalão etário que apresenta mais problemas de abuso de álcool está entre osvinte e trinta anos, tendo-se verificado ainda um aumento do consumo de álcool entre a população mais nova nos últimos anos.
 
Algumas das culpas são lançadas na cerveja, que é uma das bebidas cujaingestão tem aumentado. Se o seu teor alcoólico é baixo, as quantidades ingeridas por noite ultrapassam em muito o nível considerado aceitável.Por outro lado, os estudos confirmam que as mulheres são mais susceptíveis àingestão de bebidas alcoólicas, desenvolvendo graves problemas com uma quantidade bastante menor do que a que é necessária para os homens desenvolverem esse tipo dedoenças. Isso verifica-se ainda mais se falarmos de lesões cerebrais, que parecemafectar mais as mulheres, mesmo consumindo menos álcool. A justificação para estefacto, é a presença em menores quantidades no organismo feminino da enzimaresponsável pela degradação do álcool.As estatísticas oficiais não permitem estimar o verdadeiro número de indivíduoscom problemas de alcoolismo devido às dificuldade de detecção do problema, massupõe-se que o número seja bastante elevado.A prevenção, a informação e o tratamento são áreas onde se pode fazer muito para que se possam apreciar os efeitos e benefícios do álcool, pois muitas vezesesquece-se que com moderação os efeitos são positivos.2.2 - TIPOS DE ALCOOLISMOA multiplicidade de manifestações ou de complicações geradas pelo abuso deálcool, são factos que tendem, naturalmente, a implicar diversos quadros classificativosdos diferentes tipos de alcoolismo.Existem algumas classificações de alcoolismo.Segundo Jelliner (estudo por FERNANDEZ, 1988, P.477), o alcoolismo estádelimitado em cinco tipos:
Alcoolismo
alfa
ou alcoolismo secundário, representa uma dependência psicológica contínua para o efeito do álcool neutralizar a dor física ou emocional, produzida por uma doença subjacente.Este é um bebedor que utiliza a bebida como automedicação, que tem controlo ecapacidade de abstinência, mas em muitos casos pode progredir para o alcoolismo
 gama
.
Alcoolismo
beta
ou bebedor social, este é um tipo de alcoolismo em que ascomplicações do mesmo, podem ocorrer sem existir dependência física ou psíquica aoálcool. Este é um bebedor que não apresenta sintomas de abstinência e pode progredir  para o alcoolismo
 gama
ou
delta.

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Gilberto Samaando added this note
Gostei do trabalho foi bm elaborado
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Iolanda Luna added this note
adorei o trabalho de vcs, mim ajudou muito obg.
Moreno Branco liked this

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