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PR testa utilização de gás gerado pelo lixo

PR testa utilização de gás gerado pelo lixo

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Untitled Document http://www.cenbio.org.br/pt/noticia_mostra.asp?id=15211 of 2 5/8/2007 22:36
Notícias Cenbio
PR testa utilização de gás gerado pelo lixo
Três cidades do Paraná foram selecionadas pelo governo federal para recebertécnicos que vão estudar a viabilidade de aproveitamento energético do gás geradopelos depósitos de lixo de cada município. Curitiba, Londrina e Marinestão entreas 30 cidades brasileiras que, até o ano que vem, devem ter um levantamentosobre o potencial de uso do gás metano produzido pela decomposição dosresíduos urbanos.O estudo será patrocinado pelos ministérios do Meio Ambiente e das Cidades, comUS$ 979 mil financiados por meio de um convênio com o governo japonês e oBanco Mundial. O gerente-executivo do programa de resíduos sólidos urbanos doMinistério do Meio Ambiente, Marco Antônio Borzino, explica que o governo federalvai contratar consultores para fazer os estudos em cada cidade selecionada. Nãohaverá repasse de recursos diretamente para os municípios.Borzino diz que somente por meio dos estudos será possível saber qual é opotencial de uso energético do metano produzido em cada aterro sanitário oulixão. O metano é gerado pela decomposição do lixo orgânico (sobretudo restos decomida). Em cada depósito de lixo, porém, a composição de matéria orgânica émuito variável – de 50% a 70% do total de resíduos. Além disso, a forma como oaterro ou lixão foi implantado também pode ter impacto sobre a quantidade demetano produzida. O professor Nicolau Obladen, especialista em resíduos urbanosdo curso de Engenharia Ambiental da Pontifícia Universidade Católica do Paraná,confirma: qualquer avaliação de quanto metano é gerado em cada aterro sem umestudo específico é pura especulação.Os três municípios paranaenses selecionados não têm uma avaliação prévia dequal é o potencial de produção de energia a partir do lixo gerado por seusmoradores. Mas todos já estavam se preparando para a possibilidade de exploraros gases gerados a partir do lixo urbano. Curitiba, quando lançou um edital deconcorrência pública (hoje suspenso pela Justiça) para a escolha da empresa queimplantaria o novo aterro da cidade, já exigia que o futuro depósito de resíduostivesse um sistema de aproveitamento do metano. Além disso, a Câmara Municipalaprovou, no fim do ano passado, a Lei 11.268, que autoriza a Prefeitura aconceder a exploração do gás produzido pela decomposição do lixo do atual aterroda cidade, localizado no bairro da Caximba.Em Londrina, a Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) já envioutécnicos para visitar aterros onde o aproveitamento do gás já é feito. O presidenteda CMTU, Gabriel Ribeiro de Campos, afirma que, como o aterro de Londrina éantigo (tem 30 anos de uso), muito material está depositado no local e, por isso, ageração de gás é grande. “Mas isso ainda não foi quantificado”, diz ele.Já a prefeitura de Maringá, juntamente com outros cinco municípios vizinhos(Marialva, Mandaguari, Sarandi, Paiçandu e Mandaguaçu), está negociando comuma empresa norte-americana, a Startech Environmental Corporation, apossibilidade de a companhia instalar na região uma usina de processamento delixo e de geração de energia a partir dos resíduos urbanos. A tecnologia daempresa, chamada de plasma molecular, produziria energia a partir do metano eainda teria como resultado a produção de gás carbônico e hidrogênio (quepoderiam ser vendidos) e de um material que pode ser usado na pavimentaçãoasfáltica.Pela proposta apresentada pelos municípios, a empresa faria todo o investimento(cerca de US$ 140 milhões) e os municípios se comprometeriam a enviar 200toneladas de lixo diariamente para a usina e a comprar 5 megawatts de energiaproduzida todos os dias a partir dos resíduos urbanos. Segundo a prefeitura deMaringá, não haveria problema para enviar as 200 toneladas, pois os seismunicípios produzem 400 toneladas diárias de resíduos. A expectativa é de que as

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