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[1921]
Edição de Eugénia VasquesEscola Superior de Teatro e Cinema 20022ª edição 20043ª edição 2005
Avª Marquês de Pombal, 22-B2700-571 Amadora – Portugal Telefone – 214989400e-mail – biblioteca@estc.ipl.pt
2Feita a partir de
A Obra de Arte Viva
, tradução e notas deensaio de Redondo Júnior, Lisboa, Arcádia, s/d (c. 1959), daedição original
L’Oeuvre d’art vivant
, Genève, Atar, s/a,1921, e de
 The Work of Living Art and Man is the Measure of All Things
, tradução e edição de Barnard Hewitt, Florida,University of Miami Press, 1997.A editora reviu, parcialmente, a tradução da única versãoportuguesa existente, corrigindo os erros mais graves,reservando-se, contudo, para a edição em livro, a elaboraçãode uma tradução integral que devolva, de um modo menos rápido,o espírito da obra e da linguagem do tempo e do autor.A obra foi tecnologicamente transcrita por Luísa Marques,responsável pela Biblioteca da Escola Superior de Teatro eCinema, que é também a criadora desta edição em
e-book
quelança, na nossa linha editorial, a Colecção
 Teorias da Arte Teatral
.A Editora3INDÍCE
PREFÁCIO 51. OS ELEMENTOS 72. O TEMPO VIVO 22
 
3. O ESPAÇO VIVO 274. A COR VIVA 325. A UNIDADE ORGÂNICA 396. A COLABORAÇÃO 577. O GRANDE DESCONHECIDO E A EXPERIÊNCIA DA BELEZA 668. PORTADORES DA CHAMA 76
CENÁRIOS
79
OUTRAS IMAGENS
93
CRONOLOGIA
97
4
AEmile Jacques-Dalcrozeo amigo fiel a quem devo a minha pátria estética. . . e a tioh, Walt Whitmanque me compreenderás, pois que estarás vivo –sempre!
Adolphe Appia
Camarada! isto não é um livro;Aquele que lhe tocar, toca num homem.
Walt Whitman5
PREFÁCIO
Este estudo tinha, originalmente, o dobro de extensão dopresente volume. O autor acreditava então que poderiaclarificar e simplificar os seus conceitos se os explicasse acada passo e os documentasse o mais completamente possível. Oautor desejava por esse meio expressar a essência do seupensamento mas, no decurso da sua investigação, cedo percebeuque essa essência era inexprimível . pelo menos daquelamaneira. Para além disso, foi compreendendo progressivamenteque se não pode entusiasmar alguém, por muito amável eindulgente que essa pessoa seja, a seguir um caminho que nãolhe é familiar por razões que, à partida, desconhece, se . aolembrá-lo constantemente do caminho conhecido e dos seusaspectos familiares . nós mesmos desviamos a sua atenção, eaté os seus próprios passos, para fora da estrada nova edesconhecida.Em qualquer aspecto da vida, a documentação é um tipo deestudo que se faz quando estamos parados. A documentação é umapreparação para o acto voluntário da partida. As pernas do“Caminhante” de Rodin foram “documentadas”; é por isso queelas estavam prontas para começar a andar. Um turista párapara consultar o seu mapa; depois, desdobra-o e só depoiscomeça a percorrer a estrada que ele sente já conhecer.
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